Vida pessoal e profissional: como encontrar um equilíbrio?

Para que tudo ocorra de maneira saudável, é necessário que os dois lados da sua vida estejam completamente...

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Smartphones, notebooks e outros aparelhos comuns na vida moderna são úteis para resolver situações inusitadas fora do escritório, mas podem transformar as pessoas em escravas do trabalho. Esse cenário deixa claro a linha tênue entre vida pessoal e profissional. Mas, com tanta conectividade, como encontrar este equilíbrio?
O trabalhador moderno está cada vez mais conectado, e as empresas muitas vezes exigem essa dedicação. Para alcançar sucesso na carreira, é fundamental abraçar os objetivos e trabalhar para resolver problemas ou buscar melhorias. No entanto, para que tudo ocorra de maneira saudável, é necessário que os dois lados da sua vida estejam alinhados.
Ao invés de tentar fazer tudo ao mesmo tempo e alternar entre uma atividade e outra, aprenda a dar prioridade. Trabalhe nas atividades que você tenha classificado como mais importantes, dividindo o restante dos afazeres de acordo com a urgência ou necessidade. Desta forma, você consegue gerenciar seu tempo e realizar as demandas do seu dia.
Disciplina é uma das características mais importantes para a organização. Seja no ambiente corporativo ou doméstico, o importante é fazer as coisas certas, na hora certa. E nessa disputa entre o profissional e o pessoal, precisamos entender que um não funciona sem o outro, e por isso, os interesses devem caminhar juntos, para que não haja conflito ou insatisfação em nenhum dos lados.
Se o trabalho ainda for fonte de satisfação e estiver alinhado aos propósitos pessoais, o desequilíbrio tende a ser menor. O problema é quando o esforço vira fadiga permanente, falta de prazer e pensamentos negativos. Aí é hora de repensar suas prioridades, dando mais atenção aos cuidados pessoais e redefinindo a maneira como você tem aproveitado seu tempo.

Os cuidados com a saúde da sua pele precisam ser constantes

Ao longo dos anos, a pele, assim como todos os demais órgãos do nosso corpo, sofre alterações e vai...

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O protetor solar não deve ser utilizado apenas nos dias de sol, mas sim todos os dias, independente da estação do ano. A eficácia do protetor está diretamente relacionada com a dosagem correta que é aplicada sobre o corpo, levando-se em consideração a cor e o tipo de pele.

Assim como todos os demais órgãos do nosso corpo, a pele sofre alterações e vai envelhecendo. A exposição ao sol pode ajudar no combate a osteoporose e participa da síntese de vitaminas importantes para o crescimento infantil, por isso deve ser feita de forma responsável.

Os danos causados pelo sol são muitos, sendo o câncer de pele o mais perigoso deles. A proteção solar deve começar na infância, visto que o principal fator de risco é o efeito acumulativo da radiação solar na pele.

O correto é se proteger diariamente, mesmo em dias nublados, nas áreas expostas como braços, face e pescoço, reaplicando de três em três horas. Além disso, ao praticar atividades ao ar livre ou ao passar o dia na praia, devemos criar o hábito de nos proteger com chapéus e óculos de sol.

Cuide-se, não deixe de usar protetor solar!

Como envelhecer mantendo o bem-estar?

O ideal é se cuidar desde cedo!

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Nos últimos anos houve um aumento da expectativa de vida em mais de 30 anos. Porém o desafio não é mais somente aumentar a longevidade, e sim manter uma vida longa com qualidade.

Este acréscimo na expectativa e qualidade de vida é possível devido a diversos fatores, entre eles os avanços esperados nas áreas da medicina regenerativa e na biologia molecular que, segundo alguns estudiosos, não só podem retardar o processo de envelhecimento como também podem revertê-lo. Há um grande avanço que mostra que existem formas de entender melhor como funcionam as células e nosso organismo, podendo assim aumentar essa expectativa de vida.

O envelhecimento saudável consiste na busca pela qualidade de vida por meio de uma série de fatores que variam desde dietas apropriadas até a prática de atividades físicas, sempre em conjunto com um acompanhamento médico adequado. A combinação desses fatores ajuda a melhorar a autoestima e a autoconfiança, preservando e prosperando nossa independência física e psicológica.

Os avanços da medicina estão oferecendo cada vez mais recursos para que as pessoas cuidem da saúde. Muitos problemas podem ser evitados com acompanhamento médico adequado e exames de rotina. A maioria das doenças e debilitações ao longo da vida podem ter seus sintomas controlados, com mudanças simples de hábitos em nosso dia-a-dia.

Então, o ideal é se cercar destes cuidados desde cedo. E vale lembrar: o melhor tratamento para uma vida longa e saudável continua sendo a prevenção.

Efeitos do horário de verão no organismo

A mudança de horário afeta seu relógio biológico e tem efeitos no organismo

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Na madrugada de sábado para domingo, começou o horário de verão e o relógios de várias regiões do Brasil, incluindo o Rio de Janeiro, foram adiantados em uma hora.

Com essa mudança, o sol passa a se pôr mais tarde, deixando-nos até aproveitar mais algumas atividades do dia-a-dia, como ter uma hora a mais de praia, por exemplo. Mas também nosso relógio biológico é alterado e nosso corpo pode demorar a se acostumar com as mudanças provocadas pela troca de horário.

O primeiro dia do horário de verão tem apenas 23 horas e nosso organismo está acostumado com dias de 24 horas. Portanto, não sentimos fome e sono nos horários habituais. Com esse impacto, nosso corpo não consegue realizar a síntese dos hormônios do crescimento e cortisol de forma adequada, pois o processo ocorre enquanto dormimos.

Os resultados podem variar entre cansaço, dificuldade de concentração, sonolência e irritabilidade. Em geral, conseguimos nos adaptar ao novo horário de três a sete dias após a mudança. No entanto, algumas dicas podem ajudar a melhorar o período de adaptação:

- Quem pratica atividade física deve reduzir os exercícios na primeira semana, para que o organismo se adapte às mudanças.

- Prefira se alimentar se forma leve e com alimentos de fácil digestão. Com a troca de horário, o corpo exige mais energia para se adaptar.

- Mantenha o corpo hidratado para evitar a sensação de cansaço.

- Tirar um cochilo durante a tarde pode parecer uma boa ideia, mas não é. Mesmo cansado, é melhor que você reserve o sono para o horário noturno, ajudando o relógio biológico a se acostumar.

Exames de rotina são essenciais para detecção precoce do câncer de mama

Detecção precoce aumenta em 95% as chances de cura do câncer de mama

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A detecção precoce é o único tipo de prevenção possível para o câncer de mama. Neste mês, comemora-se o Outubro Rosa, movimento mundial para conscientizar a respeito da importância da luta contra o câncer de mama e do diagnóstico precoce.

Quando diagnosticado ainda em estágio inicial, as chances de cura da doença, que é a principal causa de morte por câncer na população feminina entre 40 e 70 anos de idade, chegam a 95% dos casos, pois o tumor ainda pequeno tem chances muito reduzidas de se espalhar.

Muitas mulheres têm medo do desconforto causado pelo exame ou do diagnóstico positivo, porém, a mamografia é a principal aliada da mulher na detecção e deve ser realizada por todas as mulheres anualmente a partir dos 40 anos de idade e, aos 35, para aquelas que têm histórico da doença na família.

Previna-se fazendo seus exames de rotina nas unidades Sérgio Franco CDPI! Quem se ama, se cuida.

Por dentro do exame

A mamografia é feita por meio de radiação. Os raios-x passam pelas mamas e desenham uma análise da diferença entre a densidade dos tecidos. Geralmente, o nódulo pode ser destacado a partir de cinco milímetros.

Outros métodos

Principalmente nas mulheres mais jovens, que têm a mama mais densa, os nódulos podem passar despercebidos, pois podem ter a mesma densidade da mama. Para estas pacientes, a ultrassonografia mamária pode ser um bom exame. Caso seja encontrada alguma alteração em um destes dois exames, o médico pode solicitar uma mamotomia, modalidade de biópsia que obtém fragmentos de tecidos mamários para verificar a natureza das alterações.

Colesterol “bom” x colesterol “ruim”: entenda a diferença

HDL ou LDL: Você sabe diferenciá-los?

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Quem nunca ficou confuso com os tais colesterol bom e ruim? Antes de entender a diferença entre eles, é importante saber que a palavra colesterol não significa que há algo errado no seu corpo: ele é um tipo de gordura que está no nosso organismo e é quem forma as membranas celulares, produz a bile, sintetiza hormônios, metaboliza vitaminas e até digere alimentos gordurosos.

O colesterol em si está no nosso corpo, e o que define se ele é bom ou ruim é a proteína que carrega. No caso da proteína HDL, o colesterol bom, ela está relacionada com a redução do risco de doenças cardiovasculares: quanto maior o nível de HDL no sangue, menos chances do paciente ter alguma doença que afete o coração. A HDL também é responsável por transportar o colesterol ruim do sangue e levá-lo para o fígado, onde será catabolizado e eliminado do organismo.

O colesterol ruim é carregado pela proteína LDL e faz mal para o nosso organismo. Seu transporte pela corrente sanguínea leva ao acúmulo de placas de gordura na parede das artérias, o que pode causar problemas de fluxo sanguíneo em diversos órgãos, como o cérebro e coração. Pode levar a pessoa a um derrame, ou infarto.

Um exame de sangue é suficiente para medir os índices de HDL e LDL. Com jejum de 12 horas, é recomendado evitar o consumo de álcool 72 horas antes do exame, e não ingerir comidas gordurosas 48 horas antes. O exame está disponível no Sergio Franco e também pode ser feito por coleta domiciliar.

Para prevenir a LDL, é preciso evitar ingestão de frituras, gorduras, gemas de ovos em excesso, leites e derivados (também em excesso), açúcares e pele de aves. Já para aumentar o seu nível de HDL é necessário praticar atividades físicas regularmente e acrescentar na alimentação frutas vermelhas e roxas, azeite de oliva, abacate, salmão e soja.

Como identificar o glaucoma

Doença afeta o nervo óptico e pode levar à cegueira

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O glaucoma é uma doença ocular associada à pressão elevada dentro do olho e causa danos no nervo óptico, responsável por levar as imagens do olho ao cérebro, onde são decifradas. Uma das principais causas de cegueira no mundo, tem sintomas sutis e, na maioria das vezes, o paciente sequer os percebe inicialmente. Quando nota os sintomas, na maioria das vezes, já está com danos significativos, como a perda de visão.

Seu diagnóstico é feito por meio de um exame oftalmológico, geralmente realizado na própria consulta com o médico, que mede a pressão ocular e a visão, avalia o nervo óptico e  detecta defeitos no campo visual. Por isso é fundamental fazer uma visita anual ao oftalmologista. Pessoas com antecedente na família devem ficar atentas a qualquer mudança na visão, principalmente após os 40 anos, quando aumentam as chances de incidência da doença.

Apesar do glaucoma não ter tratamento, colírios são indicados para diminuir a pressão ocular e auxiliar na desaceleração da perda da visão. Em alguns pacientes, porém, é necessário uma cirurgia para melhorar a pressão no nervo e assim retardar a cegueira.

12 horas de jejum?

Mitos e verdade dos exames laboratoriais

Horas em jejum, fazer exames doentes, tomar ou não tomar o remédio antes da coleta de sangue: conheça os mitos e verdade sobre os exames médicos:

Preciso ficar 12 horas em jejum para todos os exames? Não, isso só é preciso em dois exames: o de glicemia e o de colesterol e triglicérides. Nestes casos, as 12 horas são necessárias pois é o tempo que demora para o organismo metabolizar a glicose e a gordura. Procure fazer esses exames pela manhã, assim boa parte do seu jejum terá passado enquanto você dorme.

Suspender medicamentos é recomendado? O ideal é fazer o exame o mais longe possível da última dose, desta maneira, o remédio estará mais diluído no sangue. Em caso de exames com jejum, tome o medicamento apenas após a coleta do sangue. É importante perguntar ao médico se o remédio deve ser tomado normalmente ou não, pois em alguns casos, o exame é feito justamente para avaliar os efeitos do medicamento no corpo.

 

Estou doente, posso fazer o exame? Caso você esteja doente, não é aconselhado fazer exames, contanto que o teste não esteja sendo feito para diagnosticar tal doença. Muitas vezes o organismo está lutando contra a doença, o que pode alterar alguns resultados. O ideal é esperar a recuperação e, então, marcar o exame novamente.

 

Exames de fezes e urina precisam ser feitos no laboratório? Não, contanto que não seja o exame para diagnosticar uma infecção urinária. Neste caso, a urina deve ser fresca, pois o contato com o ar favorece a proliferação de bactérias. Em outros casos, você pode pedir o potinho e levá-lo para casa. Nos exames de urina, a amostra deve ser entregue até duas horas após a coleta. Já as fezes podem ser entregues até 24 horas depois de serem coletadas e precisam ser mantidas em refrigeração até a entrega no laboratório.

 

Para ter mais informações sobre o preparo necessário para cada tipo de exame, entre em contado com o nosso atendimento ao cliente: (021) 2672-7070

Cistite e infecção urinária: conheça os sintomas e tratamentos

Beber líquidos e urinar constantemente é tratamento e prevenção

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Cistite e infecção urinária têm sintomas muito parecidos, mas não são a mesma doença. Enquanto a cistite é uma inflamação da bexiga que pode se tornar uma infecção, a infecção urinária abrange todo o trato urinário, dos rins à uretra. Em ambos os casos, porém, dor ao urinar e uma constante vontade de ir ao banheiro são os sinais mais comuns, podendo existir também presença de sangue na urina.

Tanto a cistite e a infecção urinária são mais comuns em mulheres, principalmente naquelas que são ativas sexualmente. As mulheres são as mais afetadas porque sua uretra é menor que a dos homens e em local de fácil acesso a bactérias. Mas não se engane: os homens também sofrem com o problema.

Para o diagnóstico, o especialista costuma pedir exames de urina. No caso de uma infecção, o exame apontará a presença de bactérias e deverá ser tratada com antibióticos e muito líquido. No caso de uma inflamação, beber líquidos também é aconselhado e o uso de anti-inflamatórios, para diminuir o incômodo, pode ser uma opção.

É importante ressaltar que não se deve segurar a urina, o que ajuda no surgimento de cistite ou infecção urinária, pois a uretra não será limpa durante um longo período, ficando mais suscetível às bactérias. Também é aconselhável urinar após a relação sexual, mesmo que seja pouco para limpar a uretra. Usar camisinha é fundamental para diminuir o risco de infecção. E no caso de já estar infectado, não deixe de ir ao banheiro ao menor sinal: limpar o canal urinário faz parte do tratamento.

Você sabe o que é a doença de Crohn?

Quando em remissão, paciente deve ter cuidado com a dieta

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A doença de Crohn é uma inflamação crônica no intestino, afetando principalmente a parte inferior do intestino delgado e o cólon. Apesar de não ter causa definida, acredita-se que uma desregulação do sistema imunológico seja o principal fator. Genética, infecções e até dietas também podem colaborar para que a doença apareça, principalmente em pessoas entre 20 e 40 anos e especialmente em fumantes.

Dor abdominal, diarreia e febre são os sintomas mais comuns da doença, mas também podem ocorrer o aparecimento de aftas, dores articulares e hemorroidas. Em 30% dos casos, ocorrem complicações graves, como fissuras e fístulas, ou seja, o intestino é perfurado, havendo uma vazamento de fezes para a região perineal e abdominal. Vale ressaltar que ter a doença de Crohn pode ser um fator de risco para desenvolver câncer de intestino.

A doença não tem cura, embora existam tratamentos eficientes que buscam aliviar os sintomas, corrigir as deficiências de nutrientes causadas pelas constantes diarreias e tratar o quadro inflamatório, ajudando na remissão da doença. Quando remissivo, o paciente deve ter cuidado com o que come, estando atento ao que não lhe faz bem, e priorizando o consumo de fibras.

Por ser muito parecida com outras doenças, como colite ou ileíte. Os exames para diagnosticar a doença de Crohn são vários, como endoscopias, raio-x e alguns exames de sangue, que estão disponíveis em nossas unidades de diagnóstico.