Conheça alguns motivos para melhorar a hidratação diária

Confira alguns motivos para você aumentar a hidratação diária.

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A água é essencial para o bom funcionamento do organismo, para manutenção da temperatura corporal e até para a beleza. Devemos ingerir de 1,5 a 2 litros de líquido por dia. Se você acha difícil beber tanta água, saiba que certos alimentos podem contribuir para a boa hidratação.

 

Confira alguns motivos para você aumentar a hidratação diária.

 

1.      Facilita a digestão

O ideal é que se tome cerca de um copo de água a cada hora. A água ajuda na formação de enzimas (substâncias que facilitam as reações químicas no organismo), da saliva e do suco gástrico, que atuam na digestão.

 

2.      Combate o inchaço

Com boa irrigação, o organismo não retém sódio, que é o responsável peço inchaço.

 

3.      Reduz infecções

Ao se manter hidratado, você garante que seu corpo será bem nutrido pelo sangue.

 

4.      Melhora a performance na malhação

O melhor desempenho em atividades físicas ocorre porque as fibras musculares “ficam hidratadas”, deslizando com mais facilidade, o que reduz o risco de cãibras e de contusões.

 

5.      Desintoxica

Por dia, eliminamos cerca de 1,5 litro de urina, o equivalente a um copo de água na transpiração. Se não houver hidratação suficiente, esse processo e sua saúde ficam comprometidos.

 

6.      Ajuda a emagrecer

A água dá a sensação de saciedade.

 

7.      Melhora a absorção dos nutrientes

Só uma hidratação adequada garante o volume ideal de sangue para transportar os nutrientes.

 

8.      Regula a pressão alta

Alimentos ricos em água ajudam a desinchar o corpo e a regular a pressão alta porque são diuréticos. Indicações: alface (95% de água); chuchu (95%); pepino (95%); rabanete (95%); nabo (94%); tomate (94%); couve-flor (92%); melancia (92%); melão (90%); abacaxi (87%); maçã (86%); cenoura (86%); goiaba (86%); clara de ovo (75%); banana (74%).

Sofre com enxaquecas? Confira estas dicas!

Mudanças de hábitos e rotina podem ajudar a afastar esse incômodo

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Existem cerca de 150 tipos de dores de cabeça e a enxaqueca é uma das mais frequentes entre elas. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBCE), no Brasil, 34 mi

lhões de pessoas sofrem com enxaqueca, uma doença neurológica que afeta mais mulheres do que homens.

Os sintomas podem aparecer na adolescência e a tendência é que diminuam até os 40 anos, sendo a cefaleia, de intensidade moderada a forte, o mais comum. A dor é geralmente latente ou pulsátil, e ocorre mais frequentemente em um dos lados da cabeça, na fronte, olhos e têmporas. Algumas pessoas tendem a sentir dor em toda a cabeça ou até na região dos ouvidos. Atividades físicas rotineiras, muita luz e barulhos podem piorar a sensação.

Mas como saber se a dor de cabeça apresentada é uma dor “normal” ou sintoma de alguma doença? A dor é um mecanismo de defesa que indica que há algo anormal com o corpo. Porém, quem sofre com a enxaqueca geralmente sofre com uma dor exacerbada e pode ter náuseas, vômitos e tontura, por exemplo.

Apesar de a causa ser a predisposição genética, alguns gatilhos podem contribuir para que as crises comecem: estresse, jejum prolongado, insônia, alterações hormonais, fragrâncias fortes e excesso de chocolate, açúcar, café e bebidas alcoólicas.

Mudanças no estilo de vida podem ajudar a controlar as crises:

- Não pule refeições, pois o jejum prolongado é um dos principais fatores desencadeantes.
- Reserve um tempo para o lazer e relaxe, já que a irritabilidade é comum às crises.
- Estabeleça horários para deitar e levantar, tente respeitá-los.
- Preste atenção nos alimentos que consome nos dias anteriores e nos dias de crise: eles podem estar associados à dor.
- Faça exercícios físicos regularmente e não deixe de procurar seu médico caso apresente estes sintomas.

7 mudanças de hábitos que ajudam a viver melhor

Listamos algumas pequenas alterações diárias de hábitos que podem ser um grande passo em rumo da felicidade,...

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Mudar não é uma atitude fácil. Sair da zona de conforto e começar uma vida nova dá medo. O desconhecido tem o poder de estacionar as pessoas e fazer com que elas continuem, muitas vezes, insatisfeitas, mas fazendo tudo igual. Para ajudar a promover uma mudança positiva, listamos abaixo algumas pequenas alterações diárias de hábitos que podem ser um grande passo em rumo da felicidade e, quem sabe, não encorajar para tomar uma grande decisão. Veja:

1 – Exercite seu corpo

Sair do sedentarismo e começar a praticar uma atividade física ajuda a refletir melhor e entrar em conexão com os nossos desejos e expectativas. Faz bem para a saúde do corpo e da alma.

2 – Pare de fumar e diminua o consumo de álcool

Talvez essa seja uma das mudanças mais difíceis de realizar. Porém, o esforço vale a pena. A qualidade de vida melhora muito, depois de largar o cigarro. Você respira, dorme, come melhor e ainda ganha disposição para realizar tarefas que não tinha mais pique. Assim como o cigarro, o álcool também tira nossa disposição e resistência.

3- Não leve trabalho para casa

Se o trabalho está invadindo seus sonhos e finais de semana, é hora de rever sua rotina. O estresse pode ser uma das causas de doenças.

4 – Sorria mais

Olhar para as pessoas, sorrir e desejar um bom dia têm benefícios para a saúde. Essa simples atitude faz o cérebro funcionar melhor, fortalece o sistema imunológico, melhora a saúde e aumenta a expectativa de vida.

5 – Faça exames periódicos

Vença o medo de ir ao médico e cuide da sua saúde. Doenças cardiovasculares e cânceres são assintomáticos, mas podem ser descobertos no início e tratados com sucesso.

6 – Guarde dinheiro

Segundo especialistas, o ideal é guardar cerca de 20% do salário por mês. Com dinheiro guardado, temos como obter um pouco mais de flexibilidade diante de situações inesperadas.

7 – Viaje mais

Ficar longe da rotina por um período ajuda a relaxar e até a encontrar soluções para os problemas. Além disso, viajar amplia os horizontes. Programe-se para fazer a viagem dos seus sonhos.

Sofre com dores nas costas? Saiba mais sobre os tratamentos do problema

Saiba quais exames são indicados para identificar a causa da dor

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A famosa frase “Ai que dor nas costas” é muito comum de se ouvir entre os mais variados tipos de pessoas. Considerada uma doença crônica, a dor nas costas, na maioria das vezes, é consequência da má postura e, embora, afete cerca de 36% da população, apenas 60% buscam tratamento.

“Andar, sentar e dormir com má postura pode provocar dores e lesões na coluna e nas articulações dos membros superiores e inferiores, além de desvios nos eixos da coluna vertebral que geram alterações estéticas”, explica o Dr. Hamilton Picolo Guidorizzi, Coordenador Médico e radiologista do sistema músculo-esquelético do laboratório Sérgio Franco/CDPI.

O médico também explica que a realização de uma avaliação clínica adequada e exame físico são capazes de identificar alguns problemas posturais. “É possível fazer uma radiografia na posição ortostática (em pé), de toda a coluna vertebral, em duas posições, frente e perfil. Esse, geralmente, é o primeiro exame a ser solicitado para a investigação de problemas posturais”, comenta.

Nesse exame, é feita a avaliação dos principais desvios nos eixos da coluna vertebral, como a lordose (curvatura excessiva da coluna para dentro), a cifose (popularmente chamada de corcundez) e a escoliose (encurvamento anormal da coluna vertebral). Em casos mais específicos são solicitadas a tomografia computadorizada e a ressonância magnética.

Não deixe sua dor agir silenciosamente. Procure ajuda médica e realize os exames indicados.

Vegetarianismo, Crudivorismo, Ayurvédica e Dash: você sabe a diferença entre estas dietas?

Selecionamos quatro tipos de dietas que seguem o princípio do não consumo de carnes e explicamos o que pode e...

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Em busca de mais saúde ou até mesmo em prol da preservação dos animais, muitas pessoas estão abolindo do cardápio o consumo de carnes e tornando-se adeptas de dietas vegetarianas ou derivadas. Segundo pesquisa realizada pelo Ibope, mais de 15 milhões de pessoas, declaram-se vegetarianas.

Saiba mais sobre as dietas:

Vegetarianismo

O que é: alimentação baseada na ingestão de qualquer alimento que não tenha origem animal.

Permitido: qualquer alimento sem origem animal.

Proibido: todos os tipos de carnes. Em algumas linhas também não se consome leite, ovos ou mel.

Alerta: a vitamina B12 precisará ser reposta por cerca de quatro a seis anos após o corte do consumo de carne.

Crudivorismo

O que é: consumo de alimentos crus ou vivos. Não são é consumidos alimentos industrializados.

Permitido: sementes, castanhas, algas e verduras.

Proibido: alimentos cozidos acima de 42oc e industrializados.

Ayurvédica

O que é: preza pela combinação adequada de alimentos e pela eliminação de qualquer alimento que seja sintético

Permitido: tudo o que não é sintético (corantes, margarina, adoçantes sintéticos, glutamato monossódico, amido modificado, alimentos transgênicos, leite em pó, farinha e açúcar refinados).

Proibido: combinações de alimentos que atrapalham a digestão (leite com carnes, ovos, iogurte, alho, melão, melancia e frutas cítricas; frutas frescas com as refeições, pois geram acidez durante a digestão; ovos com leite, carne, iogurte, queijo e feijões; entre outras.

Dieta Dash

O que é: A sigla Dash traduzida é “Abordagem Dietética para Parar a Hipertensão”. Foi criada com o intuito de controlar a dieta dos hipertensos, mas também é usada por quem quer emagrecer.   

Permitido: frutas, vegetais, laticínios, queijos magros e grãos integrais.

Proibido: consumo de sódio, gordura saturada e álcool em excesso.

No calor, é preciso redobrar os cuidados com a candidíase!

Fique atento aos sintomas. O tratamento é simples, porém, evite a automedicação.

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O verão veio com tudo este ano, e cidades batendo recordes de temperatura. Essas características certamente lembram praia e piscina. Mas lembre-se: existem alguns cuidados essenciais para a saúde nesta época que você não pode esquecer. Durante o verão, é preciso redobrar a atenção e os cuidados para evitar a candidíase porque, ao usar biquínis, maiôs e sungas molhados durante muito tempo, a umidade e o calor favorecem o aumento do fungo responsável pela candidíase, a candida albicans. Por isso, a primeira e mais importante dica para se prevenir dela é sempre que possível secar bem o corpo.

É comum detectar sintomas da candidíase no corpo, confundir com uma simples alergia e se automedicar erroneamente. Em geral, o público feminino sofre mais com a doença do que os homens. O motivo é a constituição corporal da mulher. Os fungos que provocam a doença vivem em nossa pele, boca, intestino e diversas áreas do corpo. Nas mulheres, entretanto, os fungos também estão presentes nas partes íntimas, favorecendo o aparecimento da doença.

O que poucos sabem é que o fungo que provoca a doença, na verdade, está presente em nosso corpo desde o nascimento. Mas isso não significa que teremos candidíase em algum momento. A doença só aparece apenas quando ocorre desequilíbrio no sistema imunológico, acarretando em queda das nossas defesas corporais, aumentando o fungo e infecções.

Vale lembrar que o tratamento mais indicado para a candidíase deverá ser indicado pelo seu médico especialista.

Você dorme, mas sente que não descansa? Confira algumas causas que podem estar por trás deste problema

A dificuldade pode estar diretamente ligada a dores crônicas, estresse e estilo de vida

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Quem são os maiores prejudicados pela insônia?

Em geral quem sofre mais com a doença são as mulheres, em especial na menopausa e idosos. Para diagnosticá-la, faz-se uma análise da história do paciente e usa-se o actígrafo, aparelho que capta movimentos e registra os períodos de sono por 24 horas.

Veja abaixo possíveis causas para a insônia:

Cuidado com bebidas alcoólicas, cigarros e café:

Álcool, cafeína e nicotina são estimulantes que também estão diretamente ligados à má qualidade do sono, mas isso varia de acordo com a sensibilidade de cada indivíduo. Eles podem ter efeitos relaxantes no momento que são consumidos, mas o problema é que, ao despertar, as pessoas podem sofrer com dores de cabeça e mal-estar. Para quem tem insônia a recomendação não ingerir café, refrigerantes do tipo cola, chocolates ou chá verde nas horas que antecedem seu repouso.

Medicamentos:

Alguns remédios podem agravar os casos de insônia por conta de alguns estimulantes presentes em sua fórmula. Descongestionantes, remédios para emagrecer, antidepressivos são alguns deles. O uso crônico de hipnóticos, para indutores do sono, pode torná-los sem efeito e causar insônia.

Fatores ambientais:

Ter horários desregulados, praticar atividades estimulantes antes de ir dormir, trabalhar na cama ou ver televisão, são hábitos que atrapalham muito o sono.

Ambientes ruidosos, úmidos, com temperaturas inadequadas também são fatores que desregulam nosso relógio biológico e podem provocar insônia.

 

Sedentarismo!

Atividade física regular, desde que feita em horários apropriados, está associada à boa qualidade do sono. A falta desta prática atrapalha a identificação do organismo entre dia e noite e pode levar à obesidade, uma das causas da apneia.

Fatores que podem favorecer o aumento de peso

Várias condições podem ser obstáculos para a perda de peso. Uma vez que elas sejam identificadas, é possível...

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Não é novidade que para emagrecer, é necessário diminuir a ingestão de calorias e aumentar o gasto enérgico. Porém, existem alguns fatores que ajudam a tornar essa equação mais complexa do que parece. Se as doenças do metabolismo são responsáveis por menos de 5% dos casos de obesidade, há outros problemas, não tão óbvios, capazes de fazer os números da balança saltarem ou teimarem em não diminuir.

A obesidade é uma doença crônica. Isso significa que há várias causas envolvidas, como propensão genética, obesidade da mãe durante a gestação, hábitos alimentares inadequados, sedentarismo entre outras causas.

Confira abaixo algumas condições que podem interferir no controle do peso:

Cigarro:

Já não é de hoje que sabemos que é praticamente impossível parar de fumar e não ganhar alguns quilos, ainda que poucos. O fumo não aumenta o metabolismo, mas faz a pessoa lembrar menos de comida. Por isso, é necessário orientar o paciente a enfrentar o novo apetite com opções saudáveis e menos calóricas, explicar a necessidade e os benefícios investir na atividade física e incentivar atividades que deem prazer.

Uso excessivo de medicamentos

Alguns remédios têm como efeito colateral a interferência na balança. Isso ocorre, pois, alguns deles atuam na síntese de gordura ou de glicose, levando o usuário a armazenar mais tecido adiposo, sentir mais fome ou reter mais líquidos.

Fazer substituições e deixar os fármacos com mais efeitos colaterais para ocasiões de emergência são medidas que podem resolver o problema. Entretanto, quando isso não for possível, o paciente deve investir em atividades físicas ou em reeducação alimentar.
Estresse e fatores emocionais

Acontecimentos estressantes como a perda de um ente querido ou do emprego, muitas vezes desregulam nosso psicológico e favorecem o acúmulo de calorias. Alterações emocionais interferem, e muito, nos níveis de serotonina e dopamina, importantes neurotransmissores associados ao bem-estar.

 

Recomenda-se que o paciente faça terapia para lidar com as emoções e o estresse. E em casos mais graves, o uso de antidepressivos também é recomendado. Consulte seu médico e siga as indicações deste profissional.

Dormir pouco

Uma das explicações para este fenômeno é a liberação de cortisol que ocorre com a privação do descanso. A falta de sono afeta a leptina e a grelina, hormônios envolvidos no sinal que seu organismo dá quando o corpo precisa se alimentar.  Além de tudo, quanto mais tempo uma pessoa fica acordada, mais cansada estará para os exercícios.

 

Em caso de suspeita de distúrbios, recomendamos procurar a ajuda de um profissional para que sejam realizados os testes e exames necessários.

Dieta para o bom funcionamento dos rins

Saiba como se alimentar para que os rins tenham ótimo desempenho por muito mais tempo

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Os rins são os filtros de nossos corpos. Após a passagem de sangue por eles, há reabsorção do que é importante e excreção da sobrecarga diária de água e produtos finais do metabolismo, que podem ser tornar tóxicos.

Porém, além de filtrar o sangue, os rins também são responsáveis pela produção de substâncias que ajudam na regulação das funções orgânicas. A alimentação saudável mantém o estado nutricional adequado e contribui para a prevenção das doenças renais. O importante é ter uma composição alimentar adequada, baseada em carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais.

Alguns nutrientes são responsáveis por aumentar o trabalho renal, como as proteínas e os lipídeos. Uma dieta com excesso de queijos, leites e carnes, por exemplo, aumenta a reabsorção de sódio, que pode ser prejudicial. Veja abaixo quatro nutrientes que podem favorecer a saúde do orgão:

Cálcio

Atua em diversas atividades com participação dos rins, como vasodilatação e metabolismo ósseo e depende da vitamina D.

Fontes: Leite, queijo, outros derivados lácteos, tofu e vegetais verde escuros.

Ingestão recomendada: duas porções de produtos lácteos ou quatro porções de vegetal verde-escuros.[AAD1]

Vitamina K

Diversas outras vitaminas que realizam funções nos rins são dependentes dela, que interfere também no metabolismo ósseo.

Fontes: vegetais verde-escuros, como brócolis, espinafre e repolho.

Ingestão recomendada: quatro porções de vegetal verde-escuro, duas colheres (sopa) de azeite de oliva e duas colheres (sopa) de lentilha.

Ômega 3

Auxilia na modulação da ação de hormônios, que controlam o equilíbrio hídrico.

Fontes: Sementes de chia e linhaça

Ingestão recomendada: Em média duas colheres (sopa)

Vitamina D

O metabolismo hormonal da Vitamina D relaciona-se à regulação de cálcio, agindo no processo renal.

Fontes: óleos de peixes como atum, sardinha e salmão, gema de ovos e leite.

Ingestão recomendada: 1 filé de peixe ou duas xícaras de leite.

Praticar esportes apenas nos finais de semana pode ser prejudicial para a saúde

Dores musculares, câimbras e até problemas cardíacos são algumas complicações ocasionadas por aqueles que...

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Aproveitar o tempo livre nos finais de semana para fazer esportes é uma prática muito comum entre aqueles que têm ritmo de trabalho intenso. No entanto, é preciso tomar cuidado com os exageros. A prática de exercícios físicos sem a preocupação com limites envolve riscos para aqueles que não possuem preparo adequado.

 

Tais riscos podem afetar tanto o sistema musculoesquelético, gerando lesões ortopédicas, como o sistema cardiorrespiratório, podendo também desencadear situações como infarto do miocárdio ou arritmias, além de provocar desgaste e fadiga quando a capacidade do organismo de realizar esforço é excedida.

 

As cãibras e dores musculares pós-esforço físico estão entre as lesões mais comuns em atletas de finais de semana. Apesar de não apresentarem complicações graves, podem ser bastante incômodas. As torções, especialmente as de tornozelos, e as contraturas musculares dos membros inferiores e da cintura também são bastante comuns.

 

Independentemente do esporte praticado, o ideal é realizar uma avaliação detalhada antes de iniciar a prática. A elaboração de um programa progressivo e que combine diferentes estímulos permite ao organismo adaptar-se gradualmente aos esforços mais intensos, podendo minimizar os riscos.

 

 

Veja algumas dicas para realizar a prática de exercícios com segurança:

 

  • Praticar exercícios apenas durante os finais de semana pode ser um incentivo inicial, mas a recomendação é que sejam dedicados mais dias na semana aos esportes;

 

  • Busque realizar atividades físicas com menor duração, porém mais intensas durante a semana, quando os dias são mais corridos e, nos finais de semana, realizar esforços mais leves por tempo mais prolongado, construindo assim um plano de exercícios mais completo e variado;

 

  • Passe por uma avaliação médica prévia, para avaliar se existem procurando situações como encurtamentos, fragilidades musculares, erros de postura, desvios articulares ou ainda alterações cardíacas;

 

  • Tenha sempre o acompanhamento de um profissional durante a prática de exercícios, sem deixar de realizar exames preventivos como o eletrocardiograma;

 

  • Ao treinar mais de 60 minutos, aumentam os riscos de lesão ortopédica. Por isso, o ideal é variar a atividade depois de uma hora completa de exercícios;

 

  • Preste atenção na intensidade: quanto mais intenso um esforço, mais desgastante ele será.

 

  • Para quem nunca se exercitou, comece leve e com tempo reduzido até que o corpo se adapte. Apenas 30 minutos por dia já fazem diferença.