Estudo: alimentação ajuda no relógio biológico

Alimentar-se corretamente pode ajudar pessoas com distúrbio do sono

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Um estudo japonês descobriu que o horário e a quantidade de nutrientes que ingerimos ao longo do dia influenciam nosso ciclo circadiano, ou seja, as 24 horas que temos em um dia. Feita na Universidade de Yamaguchi, a pesquisa apontou que quando comemos, nosso pâncreas secreta a insulina para controlar não só o nível de glicose no sangue, mas também o nosso relógio biológico. Isso acontece porque o corpo interpreta a insulina lançada no sangue como um alerta para manter-se acordado.

A descoberta é importante para pessoas que sofrem de distúrbios do sono. Com uma alimentação rica em nutrientes ao longo do dia, o organismo entende que quando não houver mais a ingestão de tantos nutrientes, é hora de dormir! Ou seja, se você come pouco durante o dia e, à noite come muito, seu organismo ficará confuso sobre qual é o horário certo para comer e dormir.

No caso de viagens com fusos horários muito diferentes, o estudo também pode ser aplicado. Deste modo, a pessoa deve mudar seus horários de sono e refeições dias antes da viagem, além de evitar carboidratos pela noite, optando por concentrá-los nas primeiras refeições do dia. Assim, o organismo se adapta com o novo horário e com as novas doses de insulina liberadas no sangue.

Esteja atento ao seu relógio interno!

Como melhorar a sua imunidade

Estar atento aos nutrientes, praticar exercícios e mudar alguns hábitos podem ajudar

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Existem épocas da vida que não importa o que a gente faça, sempre ficamos doentes. Isso ocorre porque o nosso sistema imunológico está fraco e qualquer vírus ou bactéria é capaz de afetar o nosso organismo. Além de tentar se recuperar, é importante que você também se esforce para que a sua imunidade não fique fraca novamente.

Alimentar-se bem é uma das grandes chaves para ter um sistema imunológico forte. Invista em frutas cítricas, como laranja, kiwi e acerola. Elas são ricas em vitamina C, responsável por aumentar a resistência do organismo. Vegetais com a coloração escura, como couve e espinafre, também podem ajudar. O consumo de feijão e cogumelos, que têm ácido fólico em abundância, também é recomendado.

Exercícios físicos não podem ficar de fora de uma vida saudável, mas devem ser feitos com moderação e cautela, principalmente se você não está acostumado com eles. Alimentar-se antes e depois dos exercícios também é importante, afinal, de nada adianta fazer exercícios se o seu corpo não estiver preparado para isso. Por outro lado, também é importante descansar, principalmente durante a noite. Poucas horas de sono aumentam nosso nível de estresse e reduzem a imunidade.

E, sempre que ficar doente, busque ajuda médica, dessa maneira você não irá se automedicar e não correrá o risco de tomar remédios desnecessariamente. Usar antibióticos sem orientação médica, por exemplo, pode aumentar a resistência das bactérias, fazendo com que elas ataquem cada vez mais seu organismo.

Pílula anticoncepcional: mitos e verdades

Melhora a TPM? Diminui cólica menstrual? Posso tomar duas no mesmo dia?

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Pílula anticoncepcional ainda é um assunto que suscita mitos e dúvidas. Respondemos algumas delas a seguir! E vale lembrar que apenas um especialista tem capacidade de orientar cada caso especificamente então, converse com o seu médico sempre que necessário!

Pílula melhora a TPM? Verdade. Quem sofre com as oscilações de humor causadas pela aproximação da menstruação, a famosa tensão pré-menstrual, pode experimentar melhoras com a pílula anticoncepcional. Ela tende a deixar o humor estável por equilibrar as taxas hormonais.

Posso tomar qualquer pílula? Mito. Por mais que pareça normal tomar a mesma pílula que uma amiga toma e adora, toda mulher que quer começar a usar anticoncepcional, ou pretende mudar de marca, precisa consultar a um ginecologista. O médico vai analisar uma série fatores, como doenças e histórico familiar antes de escolher a mais correta para cada paciente.

Pílula anticoncepcional protege contra DSTs? Mito. A única forma de prevenção de qualquer tipo de DST é o preservativo. O anticoncepcional apenas protege contra uma gravidez.

A pílula pode diminuir a cólica menstrual?  Verdade. A pílula diminui a liberação de substâncias que causam a dor durante o período de menstruação. Por isso, para mulheres que têm cólicas muito fortes, a pílula anticoncepcional pode ser receitada não apenas para evitar gravidez, como também para melhorar as dores.

Posso tomar duas pílulas seguidas se esquecer de tomar uma? Mito. O ideal é tomar a pílula diariamente sempre no mesmo horário. Caso esqueça da dose, tome até 12 horas depois do habitual. Após esse período, é aconselhado procurar um especialista se houver suspeita de uma gravidez.

Mulheres fumantes não devem tomar pílula anticoncepcional? Verdade. Cigarro e pílula não combinam, e fazer o uso dos dois aumenta em oito vezes o risco de trombose, principalmente em quem já tem pré-disposição para a doença. O ideal mesmo é abandonar o fumo!

Alguns fatores podem anular o efeito do anticoncepcional? Verdade. Remédios e álcool podem fazer com que a eficácia da pílula seja diminuída. Antibióticos e antidepressivos são alguns dos medicamentos que precisam de atenção, bem como o uso abusivo do álcool, que pode sobrecarregar o fígado.

Manteiga ou margarina: qual escolher?

Uma coisa é certa: ambas devem ser usadas com moderação

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Um pão quentinho faz com que qualquer café da manhã fique mais gostoso. Mas a dúvida é: o que é mais saudável para acompanhá-lo, manteiga ou margarina?

A manteiga, diferentemente da margarina, vem do leite e é rica em vitamina D e gordura saturada, que eleva o LDL, o colesterol ruim. Já o processo da margarina é feito por meio da hidrogenação de vegetais, que nada mais é que adicionar moléculas de hidrogênio às moléculas de gordura dos óleos, transformando o óleo líquido em margarina sólida. Esse processo faz com que a margarina seja rica em gordura trans e gordura vegetal hidrogenada, que aumenta a taxa do colesterol ruim e diminui a do bom.

A grande diferença entre elas, porém, é que a fórmula da margarina está sendo adaptada, enquanto a da manteiga não há muita alteração a ser feita. Algumas marcas de margarinas optam por colocarem em seus produtos o fitoesterol, uma substância que ajuda a controlar os níveis do colesterol. Neste caso, ponto para a margarina! No entanto, no uso culinário, a manteiga sai em vantagem, pois margarinas não suportam altas temperaturas.

Ainda assim, ambas devem ser usada com moderação e há diversas opções de substitutos. Geleias sem açúcar, cream cheese, requeijão light e queijos brancos, como o cottage, são opções mais saudáveis para acompanhar aquele pão quentinho saído da chapa. Bom apetite!

Celular pode causar infertilidade

Radiação emitida pelos aparelhos afeta a qualidade do espermatozoide

Celular no bolso pode afetar fertilidade masculina

Quem nunca ouviu dizer que as radiações dos celulares podem fazer mal para as pessoas? Um estudo britânico da Universidade de Exeter descobriu que os espermatozoides, pelo menos, podem estar em risco quando o celular é guardado no bolso da calça. O estudo revisou dez pesquisas já feitas sobre a qualidade do esperma feitas por clínicas de fertilização e centros de pesquisa para chegar a esta conclusão.

As amostras analisaram a quantidade de espermatozoides, motilidade e quantos deles estavam vivos no esperma. Comparando com um grupo de controle, as amostras expostas à radiação de celulares apresentaram uma redução de 9% de espermatozoides vivos e de 8% em relação à motilidade deles, ou seja, a velocidade que se movem em direção ao óvulo.

Vale lembrar que o calor emitido por celulares e computadores também são prejudiciais aos espermatozoides. Por isso, além de evitar colocar o celular no bolso da calça, evite também deixar o notebook no colo. Opte por mesas, no caso do computador, e bolsos longe da virilha, no caso do celular.

A sua boca também dá sinais de saúde

Complicações na boca podem ser sintomas de doenças

A sua boca também dá sinais de saúde

Muitas vezes a boca é deixada de lado quando o assunto é saúde. A maioria das pessoas escova os dentes seguindo as orientações do dentista e sequer percebe que a boca está dando vários sinais de que a saúde não está muito bem. Nós selecionamos alguns deles para você ficar de olho:

Mau hálito

Na maioria das vezes, o mau hálito é consequência da falta de higiene bucal, causando uma camada de células descamadas, restos de alimentos e bactérias na língua. É a chamada saburra. Mas algumas doenças têm o mau hálito como sintoma, caso da gastrite e do refluxo gastroesofágico. Doenças respiratórias como rinite, sinusite, faringite e amidalite também podem causar um cheiro desagradável na boca.

Feridas

Muitas pessoas sofrem com feridas ou bolhas na boca, principalmente nos lábios. Apesar de ser sintoma de doenças inflamatórias do intestino e reações alérgicas a produtos, remédios e alimentos, as feridas também podem indicar herpes. A doença é contagiosa e o vírus pode ficar latente no organismo durante anos sem se manifestar, aparecendo em situações de estresse, ansiedade, infecções, menstruação e gripes.

Boca seca

A boca seca pode ser sintoma de mais coisas além de sede, como Diabetes tipo 1, hipotireoidismo, amiloidoise, fibromialgia, psoríase, bruxismo e até AIDS. Se você notar que sua boca está seca constantemente e sem qualquer motivo aparente, procure um dentista para que ele possa te avaliar e indicar um médico, caso necessário.

Aftas

As aftas são aquelas feridas brancas com contorno avermelhado que doem muito. Normalmente podem aparecer por causa de algum alimento ácido, mordidas no local, desregulação hormonal e alergia a alimentos. Porém, elas também podem ser sinal de um sistema imunológico fraco e podem se manifestar após um incidente de estresse ou ansiedade. A afta deve se curar sozinha em até duas semanas, caso contrário, busque um dentista para avaliar a ferida.

Verrugas

A maior causa de verrugas na boca é o HPV. Elas se manifestam nas gengivas, língua, bochecha, céu da boca e garganta. Elas são achatadas e esbranquiçadas. Caso você note algo parecido em sua boca, procure um médico para o tratamento, pois o HPV pode causar até mesmo câncer de garganta.

Os fetos também sonham

Bebês sonham a partir do oitavo mês e bem mais que os adultos

Os fetos também sonham

Se você é daqueles que acha que enquanto o bebê ainda está na barriga da mãe ele não faz nada além de chutar e dormir, temos uma novidade: bebês fazem muito mais que isso, inclusive, sonham. Estudos mostram que fetos realmente sonham, principalmente a partir do oitavo mês de gravidez, quando o desenvolvimento do bebê já está quase pronto.

Não se sabe ao certo com o que os fetos sonham, já que os nossos sonhos servem para processar e armazenar alguns fatos que aconteceram no dia a dia e que foram captados pelo nosso subconsciente. Como os bebês na barriga não veem nada, se supõe que os sons e sensações do que acontece no dia a dia da mãe e são transmitidos ao feto devem compor esses sonhos.

Acredita-se também que os fetos sonhem cerca de 5% a mais que os adultos: como o aprendizado diário do bebê, mesmo dentro da barriga da mãe, é muito maior que o nosso, ele precisa de mais tempo para assimilar o que ocorreu no dia. Além disso, é sabido que bebês também fazem outras coisas na barriga da mãe, como bocejar, soluçar, chorar e até mesmo sorrir.

Cinco dicas para as crianças se alimentarem de forma saudável

Criar uma boa relação com a comida é o primeiro passo

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Com criança normalmente é assim: na hora das refeições, começa uma verdadeira batalha para que ela tenha uma alimentação equilibrada, com legumes, verduras, proteínas e grãos. Então pais e responsáveis buscam diversos truques para convencê-las a comer “ao menos um pouco de cada. Mas essas estratégias nem sempre alcançam o desejado. Listamos cinco dicas que podem ajudar a estimular a boa alimentação nas crianças e transformá-la num hábito:

1. Capriche na apresentação

Um prato bonito e divertido é um convite às refeições! Coloque mais cores no prato, com frutas amarelas e vermelhas na salada, ovos, batata palha e croutons. Vale, até mesmo, brincar com a comida, criando personagens com as verduras e legumes!

2. Cozinhe menos os legumes

Ao cozinhar legumes por menos tempo do que o comum, eles ficam mais crocantes e saborosos, além de ficarem mais bonitos por causa das suas formas e cores, o que atrai o paladar da criança.

3. Cozinhe com as crianças

Deixe seus filhos participarem do preparo das refeições, mesmo que seja com tarefas pequenas. Assim você pode ensiná-los sobre a importância de cada alimento e eles podem se divertir colocando a mão na massa.

4. Disfarce alimentos

Corte legumes bem finos e adicione a receitas de omelete, panqueca, almôndegas, molho de macarrão e até hambúrgueres. Por terem sido cortados finos eles passarão despercebidos pelas crianças.

5. Não faça ameaças

Dizer para a criança que se ela não comer pode ficar doente, ou falar que ficará de castigo apenas constrói uma relação de medo e insatisfação com a comida. Se a criança não quiser comer, converse com ela, mostre como o alimento é gostoso e peça para que ela ao menos experimente-o antes desistir.

AIDS: 19 milhões de pessoas têm o vírus e não sabem

Taxa de contaminação vem caindo mundialmente, enquanto cresce no Brasil

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Um relatório da ONU revelou que das 35 milhões de pessoas portadoras do vírus da AIDS, 54% delas não sabem que carregam o vírus. Os principais motivos que levam um paciente a não saber que é soropositivo são: difícil acesso ao exame, principalmente em países subdesenvolvidos, ou simplesmente o fato da AIDS ser uma doença silenciosa em seu estágio inicial, fazendo com que a pessoa não pense que exista a possibilidade de ter o vírus.

No Brasil, a situação é preocupante: o número de infecções, que acontecem principalmente em jovens de 15 a 24 anos, aumentou 11% de 2005 a 2013, enquanto no resto do mundo, a taxa de infecção apresenta queda. Outro índice que subiu no Brasil foi o de mortes por HIV, aumentando 7% no período.

Por outro lado, mundialmente a epidemia da AIDS vem diminuindo. Segundo o relatório, nos últimos três anos o número de novas infecções caiu 13%. Por causa do tratamento com medicamentos antirretrovirais, 76% das pessoas infectadas estão no estágio de supressão do vírus, ou seja, não podem transmitir a doença para outras pessoas. Por isso a importância de saber se o paciente tem o vírus ou não. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, mais rápido o vírus pode entrar em supressão. De acordo com o relatório da ONU, se os processos de combate ao HIV seguirem crescentes até 2020, em 2030 a epidemia mundial de AIDS pode se aproximar do fim, evitando 18 milhões de novas infecções e 11,2 milhões de mortes.

Entenda o que é a miocardiopatia dilatada

Hábitos saudáveis podem tanto prevenir, como tratar a doença

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Cansaço, dores no peito e falta de ar são alguns dos sintomas da miocardiopatia dilatada, doença na maioria das vezes silenciosa que impede o bombeamento do sangue. A complicação afeta o ventrículo esquerdo do coração, responsável por levar o sangue ao corpo todo. O ventrículo se torna dilatado e o músculo cardíaco se enfraquece, não conseguindo comprimir o sangue para fora do coração. Com o tempo, até atividades básicas como colocar roupa e escovar os dentes se tornam difíceis para quem tem a doença.

No início, a miocardiopatia dilatada pode ser assintomática. Quando os sintomas aparecem, a doença provavelmente já está em um estágio avançado. Genética, infecções, doenças autoimunes, álcool e até o uso crônico de corticoides podem causar a miocardiopatia dilatada, que só é diagnosticada depois de uma visita ao médico e uma série de exames, como radiografias, exames de sangue e eletrocardiogramas. Uma ressonância magnética também pode definir a causa da doença e como ela irá progredir, assim o médico saberá qual é o melhor tratamento. O Laboratório Exame disponibiliza em suas unidades os exames para detectar a doença.

Hábitos saudáveis, como praticar exercícios, alimentar-se bem e controlar a pressão arterial são meios de prevenir e tratar a doença. Medicamentos como os diuréticos podem ser usados para melhorarem a sensação de falta de ar (dispneia) e o edema dos membros inferiores. Os betabloqueadores têm apresentado resultados positivos no controle dos sintomas e na redução da mortalidade. Nos casos mais avançados, podem ser necessárias medidas mais invasivas, como a ressincronização cardíaca, em que um marca-passo ajuda o coração, ou o transplante do órgão.