Como acalmar o bebê durante a gravidez

Emoções e até a alimentação podem agitar o feto

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Estar grávida é notar muitas mudanças no corpo e nos hormônios e também sentir um bebê crescendo dentro de você. Na maioria das vezes, as futuras mamães vibram a cada chute que o bebê dá, mas há dias em que eles se mexem muito! Acalmar o bebê pode ser bem mais simples do que você pensa.

Em primeiro lugar, é importante estar calma, as suas emoções provocam alterações hormonais e isso reflete no bebê, que pode ficar agitado. Por isso, fique sozinha, sente-se e feche os olhos. Respire fundo quantas vezes for necessário. Ansiedade e estresse podem ser resolvidos com uma simples respiração.

Se depois da respiração o bebê ainda continuar agitado, procure fazer carinhos na sua barriga. Massageá-la pode acalmar o feto. Se preferir, use cremes ou óleos que, além de fazerem bem à criança, previnem estrias.

O bebê consegue ouvir tudo que acontece do lado de fora da barriga, por isso é recomendado conversar com ele. Conte como foi seu dia e como está se sentindo. Ouvir músicas calmas também podem ajudar a deixar o bebê mais tranquilo.

E, por fim, vale prestar atenção na sua alimentação. Chocolates e bebidas ricas em cafeína também influenciam o humor do bebê, que se movimentará mais.

O que é esclerose múltipla?

Com surtos e sem cura, a doença deve ser controlada com tratamento

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A esclerose múltipla é uma doença autoimune causada pela inflamação na bainha de mielina, uma capa que envolve todas as células nervosas. Quando esse revestimento é danificado, os impulsos nervosos diminuem ou são interrompidos. Por isso, o paciente com esclerose múltipla apresenta dificuldades motoras e sensitivas, o que leva a uma degeneração progressiva.

A longo prazo, ele fica impedido de realizar atividades normais. Em geral a doença se manifesta em mulheres brancas e jovens que carregam o gene de suscetibilidade. Ela não é, porém, uma doença hereditária e acomete pacientes de forma isolada.

A grande dificuldade de quem tem esclerose múltipla é identificar os sintomas ainda no começo da doença. Eles são sutis e passageiros, podendo durar uma semana. Quando a doença evolui, formigamento das pernas, entorpecimento, desequilíbrio, perda da visão e tremor são os sintomas mais comuns. Por ser uma doença que afeta todo o sistema nervoso central, o paciente pode ter sintomas em diversas partes do corpo.

A esclerose múltipla ainda não tem cura, mas alguns tratamentos ajudam a desacelerar a doença e a aumentar o intervalo entre os surtos, que são períodos em que os sintomas são agravados. Esteroides, medicamentos para espasmos musculares e fadiga e antidepressivos são os mais indicados para quem tem a doença.

Por ser uma enfermidade que tem sintomas brandos em seu início, é importante que qualquer suspeita seja levada ao médico. Quanto mais cedo o tratamento começar, mais controle a pessoa terá da doença.

O que comer e o que não comer antes de praticar atividades físicas

Focar na glicose que o corpo precisa é o mais importante

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Ao praticar qualquer tipo de atividade física, é fundamental ter uma alimentação adequada, tanto no dia a dia, como antes do exercício. Deste modo, é possível obter os resultados esperados e não exigir mais do que o seu corpo é capaz de realizar.

As refeições devem ser feitas considerando o tempo de digestão, para evitar náuseas, indigestão e vômitos ao longo do exercício. Jejum não é recomendado, podendo causar crises de hipoglicemia e até desmaios.

É importante sempre comer alimentos ricos em glicose, pois é ela que dá energia ao corpo durante a atividade física. E se engana quem pensa que glicose quer dizer açúcar. A melhor glicose para este momento é o carboidrato complexo, ou seja, aquele encontrado em pães e massas. Fazer um sanduíche de pão integral com geleia de frutas é uma ótima opção, desde que a geleia não contenha açúcar refinado. Outra opção é fazer um sanduíche com queijo branco e peito de peru, que vão fornecer a quantidade de glicose que você necessita.

Os carboidratos nem sempre são os vilões das dietas, sendo indicados mesmo para quem quer emagrecer. Nesses casos, o importante é ter uma dieta balanceada e cuidar para que ingestão de calorias, ao final, seja menor do que a queima.

Evite também o consumo de comidas pesadas e bebidas alcoólicas antes de qualquer exercício físico e lembre-se de hidratar-se antes, durante e depois da atividade física.

Gravidez após os 40: o que eu preciso saber?

Pré-natal e acompanhamento médico antes e durante a gestação são essenciais

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É cada vez mais comum mulheres optarem por terem filhos mais tarde, depois de conquistarem uma carreira consolidada e até mesmo uma condição financeira melhor. Dados do IBGE indicam que, de 2003 a 2012, houve um aumento de 17,6% de mulheres que engravidaram entre os 40 e 44 anos de idade.

Uma gravidez espontânea após os 40 anos é mais difícil de acontecer do que uma até os 35 anos, pois é a partir dessa idade que a mulher começa a ter uma quantidade menor de óvulos. Na maioria das vezes, é preciso um tratamento de fertilidade, e é essencial que um médico acompanhe a saúde da futura mãe antes mesmo dela engravidar. Nessa idade, a mulher já pode começar a ter problemas como diabetes, hipertensão e alterações cardiovasculares, que precisam ser tratadas antes da gravidez.

Abortos ou alterações cromossômicas, que podem causar a síndrome de Down e outras doenças, são mais recorrentes em uma gravidez tardia. Os pais devem entender esses riscos e estarem preparados caso a mulher aborte: cerca de 25% das gestações em idade materna avançada resultam em aborto espontâneo. Por isso, é essencial que a futura mãe faça o pré-natal, prevenindo algumas complicações.

No laboratório Sérgio Franco, além dos exames de pré-natal mais comuns, os pacientes têm à disposição o teste Pré-Natal Não Invasivo Panorama. O exame pode ser realizado a partir da 9a semana de gestação e analisa o DNA do bebê através do sangue da mãe, assim é possível prever antecipadamente alguma mutação cromossômica que pode causar síndromes genéticas como a Síndrome de Down, de Patau, de Edwards e de Turner.

Apesar de apresentar riscos, a gravidez em uma idade avançada não deve ser considerada um problema. Com o desenvolvimento da medicina, é possível ter gravidez, parto e pós-parto saudáveis, e a criança nascer sem qualquer complicação. Por isso o acompanhamento de um especialista é essencial, assim como estar atento aos exames solicitados por ele.

Alergia x Intolerância alimentar: qual é a diferença?

Enquanto em uma o problema é o que você come, na outra é o quanto você come

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Desconforto e sintomas parecidos: não se deixe enganar pelas semelhanças entre intolerância e alergia alimentar, elas são diferentes uma da outra! Para explicar de forma simples, a intolerância é quando o nosso organismo não consegue digerir certo alimento, causando cólicas, dores de cabeça e até incômodos articulares. Já a alergia é quando nosso corpo trata certo alimento como um “veneno”, criando anticorpos para combatê-lo.

A intolerância depende da quantidade de alimento ingerido para se manifestar. Se a pessoa for intolerante ao leite, por exemplo, isso quer dizer que o corpo dela não produz uma enzima chamada lactase, que digere a bebida. Por isso ela vai se sentir desconfortável ao tomar um copo de leite, mas não terá problemas em comer um pedaço de queijo, por exemplo, que já passou por uma fermentação, ajudando a digestão.

Na alergia não existe meio termo. Se a pessoa for alérgica ao leite, não importa se ela vai beber um litro, ou comer apenas um pedaço de queijo, a reação será a mesma e imediata, precisando de ajuda médica o quanto antes, para os sintomas não piorarem. Essa é outra grande diferença entre a intolerância e a alergia: na intolerância, a reação é mais lenta, e muitas vezes a pessoa nem consegue associar o desconforto a algo que comeu, enquanto que os sintomas da alergia se manifestam de prontidão.

Para diagnosticar as duas complicações é preciso uma análise minuciosa de vários fatores, como o histórico da pessoa e sua dieta, sugerindo o uso do alimento ou a eliminação dele para ver se os sintomas desaparecem. A alergia alimentar pode ser diagnosticada também com um exame de sangue que analisa o nível de IgE, um anticorpo produzido quando o paciente apresenta um quadro alérgico. O Sergio Franco tem o exame disponível em seus laboratórios.

Não há cura para nenhuma das duas complicações, mas é possível diminuir a intensidade da reação alérgica e saber a quais alimentos se é alérgico, para evitá-los. Já a intolerância é apenas uma questão de dosar a quantidade de alimento, para não sentir o desconforto. Vale lembrar que as duas podem ser desenvolvidas ao longo da vida, não necessariamente nascemos alérgicos ou intolerantes a algo.

Cuidados com a pele dos diabéticos

Mais suscetível a infecções, um exame diário é importante na pele do diabético

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A diabetes é uma doença crônica em que o organismo tem dificuldade em metabolizar a glicose e a insulina. Além de ter que tomar doses de insulina diariamente e cuidar da alimentação, o diabético também precisa estar atento a sua pele. Isso porque os queracinócitos, as células que compõem o tecido epitelial, precisam de insulina para crescerem.

Assim, a pele do diabético tende a ser mais fina e menos elástica, precisando sempre de hidratação para evitar cortes e dermatites, como coceiras, descamação e manchas vermelhas. O tecido epitelial do diabético tem uma cicatrização mais lenta, por isso qualquer corte precisa ser tratado com muito cuidado e, até mesmo, com a ajuda de médicos.

Além da cicatrização lenta, a pele também perde sensibilidade, principalmente nas extremidades. Sendo assim, os pés dos diabéticos devem receber atenção especial. Uma simples pedra no sapato pode criar uma ferida; micoses e frieiras também são comuns e não saram naturalmente.

Usar sapatos confortáveis é importante, mas também é preciso examinar a pele todos os dias em busca de pequenos cortes e fazer uma hidratação com cremes hipoalergênicos e dermatologicamente testados. Também é importante tomar cuidado ao cortar as unhas, para evitar infecções.

Os benefícios da caminhada na terceira idade

Idosos que caminham têm menos chances de terem problemas físicos

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Que caminhar faz bem todo, mundo já está cansado de ouvir. O que poucos sabem é que não há muitas evidências científicas que mostrem a eficácia do exercício. Um estudo inédito da revista médica norte-americana Jama comprovou que idosos que fazem caminhadas regulares têm risco menor de se tornarem fisicamente incapacitados do que os que não praticam nenhum tipo de exercício.

A pesquisa começou em 2010, com 1635 voluntários idosos e, ao mesmo tempo, sedentários. Ao serem divididos em dois grupos, os que faziam parte do primeiro deveriam caminhar 150 minutos por semana e fazer três sessões de dez minutos de musculação, também semanais. Enquanto isso, o segundo grupo apenas recebeu informações sobre a saúde na terceira idade.

Três anos depois, os resultados foram analisados: os integrantes do grupo que se exercitou durante todo esse tempo tinham 18% menos de chances de ter alguma dificuldade física e uma chance menor de ter alguma debilitação permanente no futuro. Além disso, caminhar mostrou-se importante para evitar problemas cardíacos.

Assistir à TV durante a amamentação não é recomendado

Amamentar assistindo à TV pode levar crianças à obesidade

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Fazer refeições enquanto se assiste à televisão é algo comum para a maioria das pessoas. Este hábito deve ser evitado, principalmente por gestantes e mães que estão amamentando. De acordo com um estudo da Escola de Medicina da Universidade de Nova York, mulheres que se alimentam enquanto veem televisão têm maior probabilidade de continuar com o hábito e amamentar o bebê na frente da TV.

Já se sabe que quem come enquanto assiste à televisão tende a ter uma noção parcial sobre estar saciado e acaba comendo mais que o necessário. Quando uma mãe alimenta seu bebê enquanto vê TV, o mesmo acontece: ela não percebe que a criança já está satisfeita e continua oferecendo leite. Mesmo que inconsciente, esta atitude aumenta as chances de a criança desenvolver obesidade, uma vez que pode alterar o entendimento do pequeno em relação à quantidade de comida de que necessita.

É importante fazer refeições à mesa e prestar atenção no que se está ingerindo desde a infância. Muitos hábitos adquiridos nessa época tendem a continuar até a fase adulta, sendo difícil desfazer a rotina, mesmo sabendo que ela nos faz mal.

A questão não é cortar o hábito de assistir à televisão, mas sim fazer disso algo controlado, não deixando que a TV se torne presente em todas as atividades realizadas em casa. Estudos mostram altos índices de sedentarismo relacionados ao uso exagerado da televisão, por isso é preciso evitar passar muito tempo em frente a ela e, principalmente, passar tal costume aos filhos.

Colesterol alto: o que fazer?

Níveis elevados de gordura podem trazer complicações à saúde

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Não é de hoje que ouvimos falar que colesterol alto faz mal para o nosso corpo. E, afinal, você sabe o que é colesterol?

Colesterol: É um tipo de gordura chamada lipídio, produzida por nosso organismo e também encontrada em alimentos de origem animal. Em níveis elevados, pode causar grandes danos à saúde, como doenças coronárias e o entupimento de veias. Para saber se seu nível está alto ou não, é preciso fazer exames de sangue.

Fatores como atividades físicas, predisposição genética e até mesmo o fumo podem influenciar no modo como o corpo humano processa o colesterol. Quando se tem diagnosticado colesterol alto, exercícios regulares, perda de peso e parar de fumar são passos importantes.

Mas mais importante ainda é mudar a alimentação: ficar longe de carnes gordurosas, frutos do mar, leites integrais, queijos cremosos e amarelos, gema de ovo, manteiga, farinhas e açúcares refinados. Esses alimentos devem ser substituídos por pães integrais, queijo branco, leites desnatados, frutas, legumes e verduras, principalmente as com cores roxas, que ajudam a baixar os níveis de gordura.

Vale lembrar que, em alguns casos, adotar essas mudanças não são suficientes para controlá-lo, sendo necessário também o uso contínuo de medicamentos.

Cuidados com exercícios durante o inverno

Roupas quentes e aquecimento são essenciais para um bom treino

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O frio chega e a vontade de se exercitar parece que vai embora no mesmo instante. É importante não deixar o inverno vencer os ânimos e praticar atividades físicas mesmo nesta época do ano, tomando alguns cuidados para evitar lesões e, até mesmo, problemas cardíacos.

É importante sair de casa agasalhado, mesmo que você vá tirar o excesso de roupa ao longo do exercício. Calças compridas, camisetas de manga longa e casacos corta-vento são importantes. Quanto mais colados ao corpo, melhor, pois impedem que o ar frio passe pela roupa. Se estiver muito vento, use um óculos também.

Outro ponto importante é o aquecimento. Nada de sair já exigindo o máximo da musculatura, ela estará mais contraída e tensa e isso pode gerar lesões. Alongue-se bem antes e depois e foque em um bom aquecimento: cerca de 15 a 20 minutos antes de treinar de forma mais pesada. Nesta época do ano, infecções respiratórias são comuns, portanto, sempre preste atenção à respiração: inspire pelo nariz, para que o ar chegue aquecido aos pulmões.

Ao terminar o exercício, se hidrate. No inverno é comum as pessoas sentirem menos necessidade de tomar água, por isso não deixe de ingerir líquidos. E evite ficar com a roupa suada após o treino. Coloque roupas secas que vão te ajudar a manter a temperatura corporal.

Ainda assim, se tiver dificuldades para se exercitar no frio, o melhor é tentar praticar as atividades físicas em um ambiente fechado, que vai lhe dar mais segurança.