8 Benefícios do chocolate amargo

Além de saboroso, ele faz bem à saúde e pode ajudar a perder peso, entenda.

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Se você é apaixonado por chocolate, temos uma boa notícia. O doce mais amado pela maior parte das pessoas pode ser inserido sem culpa na dieta, com uma condição: deve ser do tipo amargo, feito com grãos de cacau torrados, pouco açúcar e nada de leite. Quanto maior a concentração de cacau, menor o teor de açúcar do alimento e, portanto, maiores são seus benefícios.

O chocolate amargo é fonte de magnésio, cobre, ferro e manganês. Potássio, zinco e selênio também estão presentes, além de propriedades antioxidantes, que ajudam a acelerar o metabolismo e diminuir a resistência à insulina. Além disso, o chocolate amargo pode proporcionar uma sensação de bem-estar, ajuda a controlar a pressão, e estabiliza o colesterol e glicose.

Os tipos de chocolate amargo mais comuns são os de 60 e 70%, mas atualmente já é possível encontrar barras de chocolate amargo com até 99% de cacau em sua composição. Que tal trocar o chocolate ao leite por essa saborosa versão, repleta de benefícios?

Veja todos os benefícios no infográfico abaixo:

Aprenda a preparar salada no pote

Além de nutritiva, nova moda é uma ótima opção para levar ao trabalho.

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Você consome pelo menos cinco porções de vegetais por dia? Essa é a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para manter a saúde em dia. Para quem tem uma rotina corrida, porém, adotar uma alimentação equilibrada pode ser um desafio.

Nada como unir o útil ao agradável: a salada no pote de vidro é muito fácil de preparar, e a economia de tempo faz a diferença no dia a dia.

A nova tendência é uma solução prática para uma alimentação saudável e rica em nutrientes, principalmente para quem almoça ou janta fora de casa. Não é à toa que já é sucesso nos Estados Unidos há alguns anos.

Na geladeira, a refeição dura até dois dias com proteínas (carne, frango ou atum) e até cinco dias sem proteínas. Por isso, você pode preparar as saladas da semana no domingo, para levar ao trabalho nos dias seguintes. É importante lembrar que a salada deve ser mantida na geladeira, mesmo no ambiente de trabalho. Caso não seja possível, uma bolsa térmica é uma boa alternativa para levar o pote.

Qual pote usar?

Prefira potes de vidro. Além de ter melhor conservação, são mais fáceis de limpar e duram mais.

Como montar a salada?

O ideal é em camadas com vários tipos de alimentos. Isso porque a divisão é fundamental para conservar os ingredientes. Folhas de alface no fundo do pote, por exemplo, podem ficar esmagadas e perder o frescor. Lembre-se: apenas quando for comer a salada misture os ingredientes com o molho, que ficará no fundo do pote.

 

Flexibilização do jejum

Com apenas 3 horas sem ingerir alimentos e alguns casos até sem nenhum jejum, você pode realizar a maioria...

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Aproveite para fazer as coletas em horários mais flexíveis, como durante a tarde ou no fim do dia. Consulte sempre seu médico previamente e caso tenha alguma dúvida consulte nossas perguntas mais frequentes:

Por que houve a necessidade de atualizar e/ou criar o consenso?
A necessidade veio com a confirmação de que os níveis de triglicérides elevados depois da alimentação aumentam o risco cardiovascular. Com isso, a cardiologia clínica passou a considerar esse tipo de teste como um “novo parâmetro” para avaliar o risco do paciente a desenvolver doença cardiovascular. Eles demonstraram não ter alterações significativas no exame de triglicérides entre os grupos de pacientes com jejum, quando comparados com os pacientes sem jejum prévio – em adultos, crianças e adolescentes. O maior benefício dessa atualização é para os pacientes diabéticos que ficam em risco de hipoglicemia, assim como para gestantes, idosos e crianças.

Por que o consenso está sendo divulgado amplamente somente agora?
O Consenso só foi liberado no final de 2016 porque estava aguardando a atualização da Diretriz de Dislipidemias da SBPC, que contempla a Avaliação Laboratorial do Perfil Lipídico e a Avaliação Clínica das Dislipidemias.

Os laboratórios são obrigados a seguir a Normatização?
Não. Trata-se apenas de recomendações, cada laboratório decidirá o que fazer com essas novas solicitações.

Quem são os mais beneficiados pela flexibilização do jejum? Por exemplo, os diabéticos são beneficiados de qual maneira?
Todos se beneficiam. O paciente que não precisa mais passar pelo desconforto de ficar 12 horas sem comer, principalmente aqueles mais sensíveis – como é o caso dos diabéticos que usam insulina. Outros grupos que acabam sendo passíveis de intercorrências são as gestantes, crianças e idosos.

Houve redução de tempo de jejum para quais exames?
Neste Consenso houve a dispensa do jejum para o perfil lipídico, que engloba o Colesterol Total (CT), LDL‐C, HDL‐C, não‐HDL‐ C e o Triglicérides (TG).
Se o exame não necessita de jejum, e o médico pede para fazer sem alimentação prévia, o que o paciente deve fazer? Seguir a recomendação do médico.

Se o médico solicitar a avaliação do perfil lipídico com jejum e o paciente não fizer o jejum, como o laboratório deve proceder?
O paciente está indo contra a orientação do médico que solicita o exame. Tentar o contato com o médico e discutir pontualmente o problema.

Quais são os casosem que o jejum deve ser mantido, mesmos sendo exames para avaliação do perfil lipídico?
O médico é quem deverá avaliar os casos em que pode ainda ser necessário o jejum prolongado para esses exames.

Quais os exames podem ser realizados sem jejum? E quando houver um pedido de exame de radiologia no mesmo pedido?
Sempre o laboratório irá seguir as orientações do médico solicitante. São poucos os exames que necessitam de jejum atualmente. Quando for realizar exames de radiologia no mesmo momento, as instruções de preparo destes deverão ser seguidas. Abaixo, apresentamos a lista atualizada dos exames que exigem jejum específico:

EXAME JEJUM

4 horas
Proteína ligadora de IGF
Polipeptídeo pancreático
6 horas
Homocisteína
Haptoglobina
8 horas
Peptídeo C
Tolerância a lactose
Tolerância a glicose
Ácidos graxos de cadeia ramificadas
Vitamina B6
Absorção de xilose
Vitamina C
Glicemia
12 horas
Gastrina
Adiponectina
Ácidos graxos
Ácidos graxos de cadeia longa
Absorção de triglicérides

Qual o motivo que devo informar o horário de minha última refeição no atendimento?
A recomendação do consenso brasileiro é que a avaliação do valor do perfil lipídico seja realizada juntamente com o estado metabólico do paciente. Desta forma, a liberação do tempo de jejum no laudo é uma forma de auxiliar o médico na interpretação do exame.

Ficou mais fácil fazer o exame de biópsia de próstata

Anestesia local e sedação aliviam a sensação de desconforto do paciente.

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No Brasil, cerca de 60 mil novos casos de câncer de próstata são descobertos ao ano e a melhor maneira de evitá-lo é o mesmo de tantas outras doenças: realizar os exames preventivos para um diagnóstico precoce e um tratamento mais eficaz.

Mesmo assim, muitos pacientes ainda têm receio em fazer alguns exames, principalmente pelo desconforto. É o caso da biópsia de próstata, um procedimento eficiente feito em casos de suspeita de câncer, e que garante bons resultados ao determinar a existência ou não da patologia.

E como funciona o exame? A Dra. Glória Falcão, radiologista e parte do corpo clínico da CDPI, explica que neste tipo de biópsia, “é feita a retirada de fragmentos de tecido da próstata através de uma agulha acoplada à uma pistola especial para esse método, guiada pela ultrassonografia transretal da próstata com Doppler colorido”.

Na CDPI Niterói, a biópsia de próstata ficou muito mais confortável. A unidade já é pioneira em diversos tipos de biópsias, e inova ao trazer uma versão do procedimento com sedação e anestesia local. Neste método, o paciente permanece adormecido durante todo o tempo necessário e, ao acordar, o desconforto é minimizado graças à anestesia.

Vale lembrar que o paciente deve marcar seu exame com antecedência e seguir adequadamente as instruções de preparação. No dia da biópsia, deve-se chegar com meia hora de antecedência para a avaliação do anestesista e para fazer exames de imagem e níveis de Antígeno Prostático Específico (PSA), determinados através do sangue.

“Somos uma que realiza biópsias há muitos anos. Fomos a pioneira na cidade de Niterói e agora realizamos esse método mais agradável ao paciente que facilita a aceitação do exame. O procedimento já está disponível para a realização na unidade Icaraí 509, oferecendo conforto e atendimento de qualidade”, completa a Dra. Glória.

Entenda importância de diagnosticar diabetes com antecedência

A doença pode levar de 5 a 7 anos para se desenvolver, mas pode ser identificada cedo com exames periódicos.

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Você sabia que cerca de 30% das pessoas com diabetes não sabem que são portadoras da doença? E que até 25% das pessoas recém diagnosticadas já tem complicações relacionadas?
Isso ocorre porque seus sintomas são comuns, como uma simples tontura, dificuldade visual, cãibra ou disfunção erétil. Em alguns casos ainda, o diabetes não apresenta sintoma nenhum, podendo chegar a um período de 5 a 7 anos entre o início e o diagnóstico da patologia.
O diabetes que não é tratado pode resultar em várias outras complicações micro e macrovasculares, como lesões nos rins, distúrbios neurológicos e infarto. Dessa forma, o diagnóstico precoce é fundamental para minimizar os danos da doença.
O segredo para diagnosticar o diabetes com antecedência é realizar consultas e exames periodicamente, sob orientação do médico, sendo que a prevalência do diabetes no Brasil aumenta com a idade: Enquanto 2,7% das pessoas na faixa etária de 30 a 59 anos têm a doença, o índice pula para 17,4% entre os pacientes com idade entre 60 e 69 anos.
Gestantes devem ter atenção redobrada e manter seu nível de glicose controlado, já que bebês de mães portadoras de diabetes estão em maior risco de mortalidade em comparação com crianças nascidas de mães sem a doença. É recomendado que a dosagem de glicose dos recém-nascidos de mães diabéticas seja feita logo após o parto, uma vez que esses bebês apresentam um risco maior de hipoglicemia (queda da glicose).
Saiba mais sobre os diabetes tipo 1 e 2 e quais os exames para identificá-los:

DIABETES TIPO 1

O diabetes tipo 1 acomete principalmente crianças, adolescentes e jovens adultos. É uma doença autoimune que destrói as células produtoras de insulina no pâncreas, o que torna necessárias as injeções para regular a glicose.
Para detectar a doença, o paciente pode fazer os seguintes exames: glicemia de jejum, que mede o nível de açúcar no sangue naquele momento, e hemoglobina glicada, que mostra a quantidade média de açúcar no sangue nos últimos três meses. Também é necessário atenção caso aconteça a glicemia ocasional elevada mesmo quando a pessoa não está em jejum. Essa condição, aliada a outros sintomas da doença como emagrecimento, fome e sede excessiva, pode indicar a presença da patologia.

DIABETES TIPO 2

O diabetes tipo 2 está relacionado ao sedentarismo, à obesidade e a resistência à ação da insulina, sendo mais comum em pessoas que já passaram dos 45 anos.
Nesse tipo de patologia, cerca de 50% dos pacientes desconhecem ter a doença por apresentar pouco ou nenhum sintoma, podendo haver um período de 5 a 7 anos entre o início da doença e seu diagnóstico. Por isso, não se deve esperar um quadro clínico, e sim identificar grupos de risco: pessoas com idade acima de 45 anos, ou mais jovens que tenham fatores suscetíveis à doença, como obesidade, hipertensão arterial, alteração do colesterol, ovários policísticos e histórico familiar de diabetes. Para rastrear a doença nesses pacientes, é feita a dosagem da glicemia em jejum.

Salsicha e Scooby Doo esperam por você!

Venha participar dos eventos nas unidades SF/CDPI

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O Scooby e o Salsicha chegaram ao Sérgio Franco! Venha conhecer a nova área pediátrica com a presença deles.

Confira a agenda completa e não deixe de participar desses eventos inéditos:

13/10 (quinta-feira): Unidade Méier

Endereço: Rua Dias da Cruz, 330

das 8h às 16h*
* Sujeito a alteração sem aviso prévio.

14/10 (sexta-feira): Unidade Barra da Tijuca

Endereço: Barra Shopping – Avenida das Américas, 4.666

das 8h às 13h30*

* Sujeito a alteração sem aviso prévio.

15/10 (sábado): Unidade Leblon

Endereço: Avenida Ataulfo de Paiva, 669

Das 8h às 15h*
* Sujeito a alteração sem aviso prévio.

Tragam as crianças!

Sucos naturais são uma boa pedida para incrementar a dieta

Saborosos e nutritivos, eles são aliados poderosos de uma alimentação saudável. E o melhor: são muito simples...

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Espinafre é rico em cálcio, suco de laranja tem vitamina C e água de coco hidrata o corpo – com certeza você já ouviu essas dicas antes. Afinal, esses e vários outros alimentos repletos de nutrientes são recomendados para quem quer fortalecer a saúde e se alimentar melhor. Mas nem sempre é fácil inseri-los na rotina, principalmente por falta de tempo ou costume.

Uma maneira prática de turbinar o cardápio com frutas, legumes, verduras e grãos é através dos sucos naturais. Com receitas criativas e saborosas, eles permitem uma infinidade de combinações capazes de favorecer o funcionamento do organismo, e ainda podem ajudar a combater o inchaço, aliviar o estresse e regular a atividade do intestino, além de muitos outros benefícios. E não é preciso muito: um copo por dia pode fazer toda a diferença para sua saúde.

É importante ressaltar que os sucos, sozinhos, não têm o efeito desejado. É essencial que eles estejam associados a um cardápio bem elaborado e sejam parte do dia-a-dia, ao invés de substituir as refeições. Na hora do preparo, invista em folhas escuras, ricas em propriedades antioxidantes, e a beterraba, que é uma fonte de nitrito, substância que ajuda o organismo a ter uma boa circulação sanguínea.

As opções são várias, mas seja qual for sua escolha, o que vale é preparar os sucos em casa, com ingredientes sempre frescos. Produtos de caixinha costumam carregar muito açúcar e conservantes, que definitivamente não fazem bem para a saúde.

Confira seis deliciosas receitas de sucos naturais e a matéria completa aqui: https://pt.calameo.com/read/00166344106a4cdcac16a

Haja coração

O Brasil recebe o maior evento de jogos do mundo e emoção não falta. Estamos torcendo, gritando e nos...

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Nem todo brasileiro é fanático por futebol, mas é difícil encontrar alguém indiferente a um jogo disputado nos pênaltis. Ainda mais disputando medalha olímpica. E a importância que damos ao jogo tem uma série de consequências sobre o nosso corpo e a nossa mente. Ficamos animados e esperançosos, suamos frio e o coração bate mais rápido. Tudo isso é efeito dos hormônios que caem na nossa corrente sanguínea quando vivemos fortes emoções. O problema é que esses mesmos hormônios também podem ser prejudiciais. Aí, o excesso de emoção pode voltar contra você.

A consciência de que grandes eventos esportivos podem desencadear problemas de saúde é recente, Um estudo feito na Copa do Mundo de 2006 pela Universidade de Munique, na Alemanha, mostrou que a incidência de emergências cardíacas, como infartos, nos dias em que o time alemão entrava em campo era mais que duas vezes maior do que antes dos jogos! E mais: os ataques do coração não estavam relacionados às derrotas ou vitórias da seleção, mas sim à dramaticidade dos jogos. Um dos dias com maior número de infartos foi quando a Alemanha venceu a Argentina nos pênaltis, em 2006, após uma partida emocionante. Mas se o jogo é para divertir, por que isso acontece?

O corpo entende um jogo difícil como situação de perigo. A adrenalina estimula dois tipos de receptores, chamados alfa e beta. Os primeiros estão nos vasos e provocam aumento de pressão. Já os segundos estão no coração, aumentando os batimentos e o consumo de oxigênio. A pressão e a frequência cardíaca sobem para levar mais sangue aos músculos e permite uma reação rápida do corpo. Por isso suamos mesmo fora do campo, isso aumenta a temperatura do corpo, ativa o metabolismo  e faz a pessoa suar.

A adrenalina é um hormônio liberado no sangue pela glândula suprarrenal em situações de estresse. Em uma pessoa saudável, significa apenas que o coração vai bater mais rápido. Mas em um cardiopatia, as consequências podem ser mais graves. Assim como torcedores, os jogadores também correm riscos de saúde. No entanto, os jogadores recebem treinamento físico e psicológico para suportar a tensão. Como o futebol é paixão nacional, as mulheres também precisam ficar de olhos abertos quando o assunto é a saúde cardíaca. Vamos torcer e tentar controlar a ansiedade para o fim do jogo. Confira nossa matéria completa na página 21 da nossa revista digital: Revista SF/CDPI