Entenda o que é a miocardiopatia dilatada

Hábitos saudáveis podem tanto prevenir, como tratar a doença

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Cansaço, dores no peito e falta de ar são alguns dos sintomas da miocardiopatia dilatada, doença na maioria das vezes silenciosa que impede o bombeamento do sangue. A complicação afeta o ventrículo esquerdo do coração, responsável por levar o sangue ao corpo todo. O ventrículo se torna dilatado e o músculo cardíaco se enfraquece, não conseguindo comprimir o sangue para fora do coração. Com o tempo, até atividades básicas como colocar roupa e escovar os dentes se tornam difíceis para quem tem a doença.

No início, a miocardiopatia dilatada pode ser assintomática. Quando os sintomas aparecem, a doença provavelmente já está em um estágio avançado. Genética, infecções, doenças autoimunes, álcool e até o uso crônico de corticoides podem causar a miocardiopatia dilatada, que só é diagnosticada depois de uma visita ao médico e uma série de exames, como radiografias, exames de sangue e eletrocardiogramas. Uma ressonância magnética também pode definir a causa da doença e como ela irá progredir, assim o médico saberá qual é o melhor tratamento. O Laboratório Exame disponibiliza em suas unidades os exames para detectar a doença.

Hábitos saudáveis, como praticar exercícios, alimentar-se bem e controlar a pressão arterial são meios de prevenir e tratar a doença. Medicamentos como os diuréticos podem ser usados para melhorarem a sensação de falta de ar (dispneia) e o edema dos membros inferiores. Os betabloqueadores têm apresentado resultados positivos no controle dos sintomas e na redução da mortalidade. Nos casos mais avançados, podem ser necessárias medidas mais invasivas, como a ressincronização cardíaca, em que um marca-passo ajuda o coração, ou o transplante do órgão.

Você sabe o que é fibromialgia?

Síndrome causa dor no corpo, insônia e cansaço

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Sentir dor é sinal de que algo não está certo com o nosso corpo. Na maioria das vezes, ela é sintoma de alguma complicação. Mas, no caso da fibromialgia, a dor deixa de ser sintoma e passa a ser a doença. A síndrome causa dores musculares generalizadas, muitas vezes associadas ao cansaço, dormência nas mãos e nos pés, insônia e depressão psíquica.

Cerca de 5% da população mundial é acometida pela fibromialgia, sendo mais frequente em mulheres entre 35 e 50 anos. Apesar de ter sua causa ainda desconhecida, acredita-se que lesões muscoloesqueléticas sofridas ao longo da vida e traumatismos sejam responsáveis pelo surgimento da doença. Problemas emocionais e alterações hormonais também estariam associados a sua origem.

No caso de suspeita da doença, é importante buscar ajuda médica, pois a fibromialgia pode mascarar sintomas de outras doenças, como hipotireoidismo e Parkinson. O diagnóstico é clínico, sendo médicos reumatologistas e neurologistas os mais indicados para diagnosticar e tratar a fibromialgia.

O tratamento consiste em práticas moderadas de atividade física, fisioterapia para melhorar a dor e relaxar os músculos e uso de medicamentos como antidepressivos, analgésicos e relaxantes musculares, se houver necessidade. Há casos em que a acupuntura pode ser bem sucedida. Só inicie qualquer tipo de tratamento sob orientação médica.

Primeiros socorros: você sabe o que fazer em uma emergência?

Além de prestar ajuda, é importante manter a calma

Primeiros socorros: você sabe o que fazer em uma emergência?

Quantas vezes assistimos a filmes em que vítimas são salvas por pessoas normais, que sabem exatamente o que fazer? Prestar primeiros socorros não é tão fácil quanto vemos na TV, mas se você souber o que fazer, pode ajudar a salvar uma vida.

Mostramos cinco situações emergenciais comuns e o que fazer em cada uma delas. E o mais importante: mantenha a calma, aja rápido e tenha segurança no que está fazendo.

Torções e fraturas

Na maioria dos casos, não dá para saber se é apenas uma luxação ou uma fratura. Por isso, não tente movimentar o membro, apenas imobilize-o, se puder. Não faça massagens e procure ajuda médica.

Dedo preso na porta

É importante manter a calma para que a vítima não se desespere. Coloque gelo no dedo atingido, para evitar hematomas. Não massageie a região e, em caso, de sangramento, evite apertar as laterais do dedo.

Desmaios

Se puder, tente evitar que a pessoa bata a cabeça no chão ao desmaiar. Uma vez no chão, a mantenha deitada, com as vias aéreas livres e desobstruídas. Leve a vítima ao atendimento médico ou chame por auxílio imediatamente.

Cortes profundos

Limpe com água corrente, mesmo que o corte não esteja sujo. Estanque o sangue com uma gaze ou pano limpo e vá imediatamente ao pronto socorro. Em nenhuma hipótese coloque algo na ferida.

Mordida de cachorro

Até mesmo os animais mais dóceis podem morder. No caso de uma mordida de cachorro, seja ele conhecido ou não, a primeira providência deve ser lavar a ferida com água e sabão. Se houver lacerações, com grande perda de sangue, procure um atendimento médico, pois pode ser necessário levar pontos. Também é indicado a ida ao pronto socorro para fazer exames e tomar vacinas, caso seja necessário.

Doenças da pelve: exame não invasivo ajuda no diagnóstico

Tecnologia detecta problemas na próstata, bexiga e reto

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Doenças da pelve masculina são mais comuns do que se pensa, principalmente na próstata, bexiga e reto. A maioria dessas complicações só são diagnosticadas por meio de exames invasivos, realizados pelo reto ou pela uretra. A CDPI, porém, oferece outra opção: o teste por difusão da pelve, que já está disponível aos pacientes há cerca de cinco anos e oferece um resultado 16 vezes mais eficiente que a biópsia.

No caso de doenças do reto e da próstata, todo homem acima dos 40 anos deve fazer o exame retal, também conhecido como o exame do toque. Feito por um urologista, o teste é invasivo e é visto, em geral, com muito preconceito pela população masculina. Já para os casos de problemas na bexiga, são feitas ressonâncias, ultrassom ou biópsia, sendo a última realizada com um pequeno instrumento inserido na uretra.

A difusão da pelve é uma ressonância que analisa a mobilidade da água nos tecidos, mostrando possíveis lesões e tumores no paciente. “É uma tecnologia extremamente eficiente para avaliar a agressividade do tumor real, sem utilizar contraste venoso e expor o paciente à radiação”, explica o médico da CDPI Leonardo Kayat, que participou de um estudo sobre a técnica publicado na revista MRI The Clinics. O exame de difusão da pelve deve ser feito sob recomendação médica e pode ser complementar a outros exames.

Médico da CDPI participa de livro sobre oncologia e diagnóstico por imagem

Publicação é sucesso internacional e referência para diagnóstico de câncer

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O radiologista da Clínica de Diagnóstico por Imagem (CDPI), Celso Hygino, é um dos quatro autores do livro Imagem Funcional em Oncologia, que é dividido em dois volumes: Base Biofísica e Técnica e Abordagens (Vol. 1) e Aplicações Clínicas (Vol. 2). O livro, lançado recentemente, aborda a utilização de técnicas de imagem molecular e por ressonância magnética para o diagnóstico de diversos tipos de câncer.

A ideia da publicação, segundo Hygino, é que médicos tenham acesso a um texto objetivo e claro sobre diagnósticos por imagem e que complementem a leitura com ilustrações de alta qualidade que destacam as principais características de cada imagem feita em um exame oncológico.

“Trata-se de uma obra completa e de fácil acesso, que auxilia na escolha dos exames mais importantes para a análise de diversos tipos de câncer, assim como na interpretação dos resultados, entre outras características importantes”, afirma Hygino, que escreveu o livro com os especialistas espanhóis Antônio Luna e Joan Vilanova e do argentino Santiago Rossi.

 

Serviço

Título: Imagem Funcional em Oncologia: Base Biofísica e Técnica e Abordagens (Volume 1) e Aplicações Clínicas (Volume 2) – Functional Imaging in Oncology I e II.
Autores: Antônio Luna, Joan Vilanova, Celso Hygino e Santiago Rossi.
Editora: Springer.
Páginas: Volume 1: 549 páginas; Volume 2: 1.478 páginas.
À venda pela internet ou em livrarias especializadas.

CDPI investiga técnica menos invasiva de mapear tumores

Estudo foi aprovado no maior congresso internacional de ressonância magnética

CDPI investiga técnica menos invasiva de mapear tumores

A técnica de Difusão de Corpo Inteiro teve grande estudo feito por médicos e físicos da CDPI em parceria com a Siemens, sendo aprovada no congresso da Sociedade Internacional de Ressonância Magnética em Medicina (ISMRM), em Milão, na Itália. A pesquisa testou a Difusão de Corpo Inteiro para diagnosticar doenças reumatológicas, tumores hepáticos e de mama, e para avaliar a resposta ao tratamento de metástases ósseas.

Ainda em fase de implementação no Brasil, a técnica combina imagens de ressonância magnética com a técnica de difusão, que estuda o movimento das moléculas de água nos tecidos, avaliando a sua mobilidade. Deste modo, os tumores que apresentam alta celularidade, restringindo a mobilidade da água, podem ser identificadas com mais precisão. “A técnica reduz o tempo do exame quase pela metade, de 22 minutos para apenas 12, diminuindo o incômodo causado no paciente”, explica o físico participante do estudo Thomas Doring.

Outra novidade é que o exame consegue mapear grande parte do corpo do paciente: cabeça, pescoço, tórax, abdômen, pelve e coxas podem ser analisados em busca de lesões e tumores. Poder examinar grande parte do corpo permite que os médicos avaliem o grau de disseminação da doença, contribuindo para localizar metástases e ajudando a definir o tratamento mais adequado para cada caso

O método, ainda em fase de estudo pela CDPI, pode ser utilizado como complemento a outros exames, como o PET-CT.

Amêndoa, soja e arroz: conheça as alternativas ao leite de vaca

Além do leite de vaca, outras alternativas estão disponíveis no mercado para quem quer variar. Fique por...

Amêndoa, soja e arroz: conheça as alternativas ao leite de vaca

Em tempos de dietas restritivas, as pessoas buscam alternativas para os leites de origem animal, que, por terem lactose – o açúcar do leite –, são vistos como vilões na busca do corpo ideal. Apesar de não ser comprovado que cortar a lactose emagreça, o hábito pode diminuir o inchaço abdominal e a retenção de líquido.

Só que, ao tirar o leite da dieta, você também pode estar tirando muitos nutrientes provenientes dele. Por isso, é preciso saber qual é a melhor alternativa para substituí-lo de acordo com as suas necessidades. Confira abaixo:

Leite de arroz

Ideal para quem tem intolerância à lactose e veganos, o leite de arroz tem mais carboidratos que o de vaca e baixo teor de gorduras, mas não tem proteínas. É importante prestar atenção no rótulo antes de comprar, já que algumas marcas não têm cálcio (importante para fortalecer os ossos) e adicionam açúcar à bebida. Com menos vitaminas que o leite de vaca e alto teor glicêmico, não é indicado para ser tomado todos os dias.

Leite sem lactose

Este tipo de leite é igual ao leite de vaca, só que sem a lactose, que é retirada por meio de reação química. Caso a pessoa queira emagrecer, o uso deste leite deve ser feito com cautela, pois o teor de gordura permanece o mesmo que o do leite normal, assim como os níveis de nutrientes são iguais, inclusive o do cálcio.

Leite de quinoa

Esta versão é uma das mais parecidas com o leite de vaca, pois é rico em minerais e proteínas, além de ter quantidades significativas de ferro, que ajudam o sistema imunológico e previnem a anemia. Com um valor nutricional alto, um ponto negativo do leite de quinoa é a falta de cálcio.

Leite de amêndoa

Rico em proteínas, o leite de amêndoa é bom para quem quer emagrecer, pois 200 ml dele têm apenas 34 calorias. O leite faz bem aos ossos por ter ácidos graxos, ômega 3 e vitamina D, porém é deficiente em cálcio.

Leite de soja

Com teores de proteínas e gorduras saturadas semelhantes ao leite de vaca, o leite de soja é uma boa opção para quem precisa controlar as taxas de colesterol. A quantidade de cálcio, porém, pode ser baixa, mas algumas marcas adicionam a substância em seus leites. A soja não é indicada para quem tem hipotireoidismo, pois ela impede o bom funcionamento da tireoide.

Como acalmar o bebê durante a gravidez

Emoções e até a alimentação podem agitar o feto

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Estar grávida é notar muitas mudanças no corpo e nos hormônios e também sentir um bebê crescendo dentro de você. Na maioria das vezes, as futuras mamães vibram a cada chute que o bebê dá, mas há dias em que eles se mexem muito! Acalmar o bebê pode ser bem mais simples do que você pensa.

Em primeiro lugar, é importante estar calma, as suas emoções provocam alterações hormonais e isso reflete no bebê, que pode ficar agitado. Por isso, fique sozinha, sente-se e feche os olhos. Respire fundo quantas vezes for necessário. Ansiedade e estresse podem ser resolvidos com uma simples respiração.

Se depois da respiração o bebê ainda continuar agitado, procure fazer carinhos na sua barriga. Massageá-la pode acalmar o feto. Se preferir, use cremes ou óleos que, além de fazerem bem à criança, previnem estrias.

O bebê consegue ouvir tudo que acontece do lado de fora da barriga, por isso é recomendado conversar com ele. Conte como foi seu dia e como está se sentindo. Ouvir músicas calmas também podem ajudar a deixar o bebê mais tranquilo.

E, por fim, vale prestar atenção na sua alimentação. Chocolates e bebidas ricas em cafeína também influenciam o humor do bebê, que se movimentará mais.

O que é esclerose múltipla?

Com surtos e sem cura, a doença deve ser controlada com tratamento

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A esclerose múltipla é uma doença autoimune causada pela inflamação na bainha de mielina, uma capa que envolve todas as células nervosas. Quando esse revestimento é danificado, os impulsos nervosos diminuem ou são interrompidos. Por isso, o paciente com esclerose múltipla apresenta dificuldades motoras e sensitivas, o que leva a uma degeneração progressiva.

A longo prazo, ele fica impedido de realizar atividades normais. Em geral a doença se manifesta em mulheres brancas e jovens que carregam o gene de suscetibilidade. Ela não é, porém, uma doença hereditária e acomete pacientes de forma isolada.

A grande dificuldade de quem tem esclerose múltipla é identificar os sintomas ainda no começo da doença. Eles são sutis e passageiros, podendo durar uma semana. Quando a doença evolui, formigamento das pernas, entorpecimento, desequilíbrio, perda da visão e tremor são os sintomas mais comuns. Por ser uma doença que afeta todo o sistema nervoso central, o paciente pode ter sintomas em diversas partes do corpo.

A esclerose múltipla ainda não tem cura, mas alguns tratamentos ajudam a desacelerar a doença e a aumentar o intervalo entre os surtos, que são períodos em que os sintomas são agravados. Esteroides, medicamentos para espasmos musculares e fadiga e antidepressivos são os mais indicados para quem tem a doença.

Por ser uma enfermidade que tem sintomas brandos em seu início, é importante que qualquer suspeita seja levada ao médico. Quanto mais cedo o tratamento começar, mais controle a pessoa terá da doença.

O que comer e o que não comer antes de praticar atividades físicas

Focar na glicose que o corpo precisa é o mais importante

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Ao praticar qualquer tipo de atividade física, é fundamental ter uma alimentação adequada, tanto no dia a dia, como antes do exercício. Deste modo, é possível obter os resultados esperados e não exigir mais do que o seu corpo é capaz de realizar.

As refeições devem ser feitas considerando o tempo de digestão, para evitar náuseas, indigestão e vômitos ao longo do exercício. Jejum não é recomendado, podendo causar crises de hipoglicemia e até desmaios.

É importante sempre comer alimentos ricos em glicose, pois é ela que dá energia ao corpo durante a atividade física. E se engana quem pensa que glicose quer dizer açúcar. A melhor glicose para este momento é o carboidrato complexo, ou seja, aquele encontrado em pães e massas. Fazer um sanduíche de pão integral com geleia de frutas é uma ótima opção, desde que a geleia não contenha açúcar refinado. Outra opção é fazer um sanduíche com queijo branco e peito de peru, que vão fornecer a quantidade de glicose que você necessita.

Os carboidratos nem sempre são os vilões das dietas, sendo indicados mesmo para quem quer emagrecer. Nesses casos, o importante é ter uma dieta balanceada e cuidar para que ingestão de calorias, ao final, seja menor do que a queima.

Evite também o consumo de comidas pesadas e bebidas alcoólicas antes de qualquer exercício físico e lembre-se de hidratar-se antes, durante e depois da atividade física.