Como se prevenir do mau uso de fones de ouvido

A maneira como aparelhos portáteis têm sido usados pode causar deficiências auditivas

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No dia a dia de qualquer cidade grande, somos expostos a estímulos sonoros dos mais variados: buzinas, trânsito, sirene, entre outros. Mas esses barulhos externos são apenas parte do problema quando se trata da saúde auditiva. Um risco ainda maior pode ser criado por nós mesmos, com o uso de aparelhos portáteis com fone de ouvido.

A diversão proporcionada por esses aparelhos, usados principalmente pelo público jovem, pode criar problemas auditivos no futuro e até mesmo perda permanente da audição, caso sejam usados de maneira inadequada.

Segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 360 milhões de pessoas no mundo sofrem de perda de audição, sendo aproximadamente 15 milhões apenas no Brasil (uma das três deficiências mais comuns no país.

Os especialistas dizem que os fones de ouvido podem ser usados, desde que se escute em um nível sonoro de até 85 decibéis, que equivalem, geralmente, ao volume até a metade da capacidade – consulte o manual do aparelho para verificar o nível de volume. Acima disso, o tempo de uso do aparelho vai decrescendo conforme o nível de exposição. A 100 decibéis, por exemplo, o tempo não deve ultrapassar 30 minutos por dia.

Também é importante não ouvir o som tão alto a ponto de não saber o que está acontecendo ao seu redor e nunca dormir com o fone no ouvido. Outra recomendação é dar preferência aos modelos supra-aurais (que cobrem os ouvidos) por serem menos nocivos que os fones de inserção (que entram no canal auditivo).

O exame de audiometria deve ser feito pelo menos uma vez por ano. A regularidade é importante porque a perda auditiva é um problema progressivo e que só é percebido a médio ou longo prazo. Esteja atento também a zumbidos, tonturas, dores ou sensação de “ouvido cheio”.

Mitos e verdades sobre gestação e maternidade

Muitas vezes, a sabedoria popular se confunde com verdade científica e são criados mitos

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Bebês reconhecem a voz da mãe: Verdade

Durante o período gestacional, a criança fica em contato constante com a vibração que vem da fala da mãe e o seu timbre é reconhecido pelo bebê, apesar de não compreender o que está sendo falado. Após o nascimento, como o timbre materno não se modifica, ele consegue relacionar a voz ao período intrauterino.

Grávidas não devem pintar o cabelo: Depende

Tinturas que utilizam sais de metal pesado – como cobre e chumbo – são contraindicadas. O ideal é que elas sejam evitadas; mas algumas naturais, como a Hena, podem ser utilizadas. O contato com o couro cabeludo favorece a absorção dessas substâncias, mas é minimizado com alguns tipos de toucas.

Os bebês são mais espertos do que antigamente: Mito

As crianças de hoje e de antigamente são iguais no desenvolvimento neuropsicomotor. O que percebemos é a questão dos estímulos externos, mais comuns nos dias atuais. As crianças são muito mais estimuladas, com o uso da tecnologia, por exemplo, do que eram antes.

Barriga pontuda, é menino; arredondada, é menina: Mito

Não existe nenhuma influência do sexo do bebê no formato da barriga. A anatomia e genética da gestante não têm influência do sexo do feto.

Exercícios físicos durante a gravidez fazem mal: Depende

Não é possível realizar as mesmas atividades físicas de antes da gravidez, mas exercícios supervisionados por um profissional especializado são recomendados. Hidroginástica e caminhada são exercícios de baixo impacto que podem ser realizados pela futura mãe.

Se os desejos da grávida não forem satisfeitos o bebê pode nascer com algum sinal: Mito

Os desejos são originados normalmente devido a necessidades do organismo da grávida, como falta de alguma vitamina.

Grávidas sentem mais calor: Verdade

Devido à aceleração do metabolismo por conta da gestação, as grávidas tendem a suar mais e a sentir mais calor.

Você sabe qual é o exercício físico ideal para você?

Conheça algumas opções populares de atividades físicas e os benefícios que elas proporcionam

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Seja para melhorar o condicionamento físico, prevenir a obesidade ou até mesmo melhorar a disciplina, fazer atividades físicas é essencial. Mas, antes de iniciar um exercício, é interessante definir seu objetivo. Há várias opções populares, com benefícios diversos. Conheça as modalidades e defina qual se encaixa mais ao seu perfil. Também é interessante consultar seu médico para que ele indique o exercício físico mais adequado para você ou informar se há alguma restrição.

Corrida

Praticada por iniciantes e profissionais, dentro e fora das academias. Estimula a produção de endorfina, o “hormônio da felicidade”. Também ajuda a emagrecer, diminui problemas respiratórios, beneficia a circulação e a musculatura, além de regular o sono.

Ciclismo

Pode ser praticado como esporte ou nas academias (modalidades bike indoor ou spinning). Não causa grande impacto nas articulações, melhora o condicionamento físico, o sistema cardiovascular e respiratório, além de fortalecer a musculatura.

Musculação/Lutas

 Atrai quem busca a boa forma física e deseja desenvolver a musculatura. O fortalecimento e a definição dos músculos aparecem, geralmente, em poucos meses. Favorece a qualidade do sono, reduz o risco de problemas cardíacos, diabetes, colesterol e hipertensão.

Exercícios aquáticos

Os praticantes são aqueles que preferem aulas dinâmicas em grupo, querem evitar impacto nas articulações e não gostam de se exercitar em salas fechadas. É ideal para quem tem problemas respiratórios, quer emagrecer ou melhorar a resistência muscular.

Danças

 Costumam ser procuradas por pessoas mais descontraídas. Melhoram a coordenação motora, fortalecem a musculatura, ajudam a emagrecer, favorecem a memória, a expressão corporal e a capacidade cardiorrespiratória.

Pilates e Ioga

Atividades indicadas para quem desejar fugir do estresse do dia a dia e opta por trabalhar o corpo e a mente. Esses exercícios ajudam a tonificar os músculos, corrigir postura, desenvolver a resistência, aumentar a flexibilidade e trabalhar a concentração como uso da respiração.

Vai viajar? Veja como manter sua saúde em dia e evitar transtornos

Saiba quais são os cuidados necessários para aproveitar todos os destinos

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Com tantos preparativos que tomam conta da agenda antes de viajar, muitos se esquecem do principal: as vacinas e os cuidados necessários para aproveitar certos destinos. Sem eles, o viajante está sujeito a complicações de saúde mais graves em alguns casos. Por isso, o recomendável é consultar um médico especializado que indique as vacinas necessárias de acordo com o local escolhido.

Engana-se quem pensa que esta preocupação é exclusividade de quem viaja para o exterior ou para destinos exóticos. Dependendo da região do Brasil, doenças diferentes podem ser adquiridas. Assim, pode ser necessário tomar a vacina de febre amarela, por exemplo.

É importante a prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças relacionadas às viagens, considerando informações como o destino da viagem, itinerário, tempo de estadia, tipo de viagem (negócios, lazer, missão etc), histórico de saúde e de vacinação.

Com esses dados é possível traçar um programa preventivo, que leva em consideração as doenças prevalentes no destino, eventuais problemas que possam estar acontecendo, além de características do viajante, como fatores de risco para doenças.

Para muitas pessoas, ainda não é rotina procurar atendimento médico antes de viajar. Após o retorno, o ideal é que pessoas que apresentem algum problema de saúde informem ao médico sobre suas viagens nos últimos meses, mesmo que curtas e para destinos próximos.

Seguem abaixo algumas dicas para o viajante:

 

  • Lave sempre as mãos com água e sabão;

 

  • Em regiões de clima quente, lembre-se de usar protetores solares, chapéus e roupas leves;

 

  • Pacientes diabéticos, hipertensos, cardiopatas, pneumopatas e todos que fizerem uso crônico de quaisquer tratamento devem levar as respectivas medicações em suas caixas originais. Para viagens internacionais, devem portar as receitas assinadas por um médico, com os nomes genéricos traduzidos para o inglês. Se fizer uso de medicações injetáveis, levar uma justificativa (em inglês) também assinada por seu médico;

 

  • Não ande descalço; evite nadar em lagoas e pequenos córregos de água parada, prevenindo doenças como esquistossomose;

 

  • Não nade ou pesque sozinho. Afogamento é causa frequente de acidentes.

 

  • Quando alugar carro, use sempre o cinto de segurança. Mantenha as crianças no banco traseiro, evitando a principal causa de morte entre viajantes que são os acidentes de trânsito;

 

Em caso de febre, lesões de pele, diarréia ou quaisquer anormalidades procure atendimento médico no seu retorno.

Alongamento e aquecimento na sua rotina de atividades físicas

Ambos são etapas importantes na prática de exercícios físicos

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Alongamento e aquecimento são atividades muito importantes para quem pratica exercícios regularmente. Mas você sabe a diferença entre os dois, para que servem e que cuidados devemos ter na execução dessas atividades?

O alongamento é um tipo de atividade de contração muscular, que gera um estímulo para alongar as fibras musculares. Já o aquecimento é uma forma de aumentar o metabolismo da musculatura a ser utilizada durante a prática esportiva. Ele tende a ser executado de forma progressiva, dentro do mesmo gesto motor da atividade a ser realizada a seguir.

Veja algumas dúvidas frequentes:

Quais riscos corremos quando não fazemos alongamento da forma adequada?

O grande risco é gerar uma tensão patológica ao músculo, isto é, o estímulo tensional ser maior do que o tecido pode suportar, gerando estiramento ou ruptura da fibra muscular.

E para o aquecimento?

O risco é não fazê-lo de forma progressiva, representando já uma carga excessiva aos músculos sem que haja adaptação o suficiente. Esta carga também pode causar risco de lesões musculares e das articulações.

Como evitar esses problemas?

O segredo para se evitar tais riscos é primeiro fazer os movimentos com atenção e sem pressa para concluir as fases. O aquecimento é obrigatório antes das atividades e faz parte do treino, já o alongamento pode ser feito antes, após ou mesmo em momento separado da atividade.

É necessária a suplementação de ácido fólico durante a gravidez?

O ácido fólico é importantíssimo na gestação. Saiba por que e onde encontrá-lo

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Durante a gravidez, o ácido fólico tem um papel importante na diminuição da incidência de más-formações e complicações gestacionais, incluindo a cardiopatia congênita, fissura labial (conhecida como lábio leporino), baixo peso do recém-nascido e hipertensão gestacional.

“Defeitos abertos do tubo neural, como a anencefalia (má-formação congênita que atinge um em cada mil bebês), sabidamente têm sua incidência diminuída em até 75% quando a mulher faz a ingestão de pelo menos 400 microgramas (mcg) de ácido fólico ao dia, no período de um a dois meses antes do último período menstrual, conhecido como periconcepcional”, explica Dr. Jurandir Passos, especialista em Medicina Fetal.

Onde encontrar?

Nos alimentos, o ácido fólico é encontrado na sua forma natural, que é o folato. Ele está presente em vegetais de folhas verde-escuras como couve e brócolis e em alimentos como fígado de galinha e lentilhas, por exemplo. No entanto, sua absorção pelo corpo não é tão simples.

Por isso, há a indicação de suplementação do ácido fólico para todas as mulheres que planejam engravidar, pois os defeitos do tubo neural acontecem durante o estágio inicial de desenvolvimento e muitas vezes antes até que as mães saibam que estão grávidas.

Procure seu médico, para que ele indique a dosagem ideal para você e o período pelo qual o ácido fólico deve ser ingerido e consulte uma nutricionista, para que você também tenha uma dieta rica em folato.

Dores de estômago podem ter origem no estresse

Veja algumas maneiras que colaboram para a saúde do seu estômago

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Sabemos que o estresse aumenta as secreções gástricas e a mobilidade do trato gastrintestinal. A produção excessiva de ácido gástrico afeta a mucosa interna do estômago, podendo provocar dor, erosões e até úlcera. O líquido pode refluir ao esôfago e causar mais desconforto, como a queimação no peito.

Quem sofre de gastrite pode ter sensação de estômago cheio, náuseas perda de apetite e até mesmo apresentar sangramento. Uma das origens do problema podem ser as alterações do humor e o estresse.

Conheça algumas maneiras para manter seu estômago saudável, sem o incômodo de gastrite ou refluxo:

Vá ao médico: Não deixe de fazer uma avaliação médica para verificar se o problema é apenas de origem nervosa.

Faça exames: O tipo de gastrite mais comum é causado por bactéria e o refluxo pode ter outras origens. A maneira mais eficiente de descobrir as causas são exames indicados por seu médico.

Exercite-se: Faça atividades físicas regularmente. Elas ajudam a combater a ansiedade e liberam endorfina, que dá sensação de bem-estar. Mas evite exercícios logo após as refeições, pois eles podem causar mal-estar.

Mude hábitos: Não coma nada de difícil digestão antes de dormir. Dê preferência aos alimentos leves, para evitar produção excessiva de suco gástrico e possíveis refluxos durante a madrugada.

Coma bem: Alimentação saudável também ajuda. Evite passar horas sem comer. Pequenas refeições de três em três horas são mais benéficas ao sistema digestivo e ainda aceleram o metabolismo, dando mais disposição e queimando calorias.

Saiba evitar o que faz mal: Evite bebidas alcoólicas, café e frutas cítricas. Alimentos gordurosos e apimentados também são prejudiciais.

Sífilis tem novo fluxo diagnóstico

Infectologista do Sérgio Franco explica nova metodologia

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A sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST) capaz de infectar praticamente todos os órgãos e tecidos, provocando as mais variadas manifestações clínicas. A transmissão se dá por contato sexual, por meio de pequenas lesões na pele e nas mucosas, genitais ou extragenitais. Raramente é transmitida por transfusão sanguínea ou pela placenta.

Vale ressaltar que esta é uma doença altamente transmissível, sem vacina, e cujo tratamento é curativo. Mas, para tanto, é necessário diagnóstico precoce, que é sempre clínico-laboratorial, mas o exame agora tem uma nova metodologia, que reúne dois tipos diferentes de abordagem simultânea, tornando a confirmação da doença mais efetiva.

De acordo com Alberto Chebabo, médico infectologista do Sérgio Franco Medicina Diagnóstica, os testes de análise devem ser cuidadosamente avaliados em todas as fases. “Os exames são usados rotineiramente e podem ser de duas categorias. A primeira – teste não treponêmico – é a mais importante, pois estabelece o diagnóstico, que, quando positivo, pode ser usado para verificar a eficácia do tratamento. O resultado é obtido depois de quatro a seis semanas de infecção ou uma a três semanas do aparecimento da lesão primária (cancro)”.

“No entanto, esse exame não é específico, pois pode dar positivo também para doenças causadas por outros treponemas e agentes infecciosos, como malária, mononucleose infecciosa, lepra, doenças do tecido conjuntivo e autoimunes e hepatite C”, explica ele. A segunda categoria são os testes treponêmicos, nos quais o antígeno é o próprio treponema ou suas proteínas, com as quais os anticorpos reagem.

A novidade é que os laboratórios estão reformulando o fluxograma dos testes de sífilis e, agora, realizam os dois tipos de exame ao mesmo tempo. “Essa decisão foi tomada para se obter um diagnóstico mais preciso e rápido, tanto da doença ativa quanto de cicatrizes de doença prévia”, esclarece o especialista, que salienta que se percebe um aumento no número total de casos em diferentes regiões do país. No Brasil, as estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre infecções de transmissão sexual na população sexualmente ativa mostra a sífilis como uma das doenças mais comuns, que atinge quase 940 mil pessoas.

A ceia de Natal pode ser saudável e gostosa

Saiba quais alimentos podem substituir opções gordurosas e pouco nutritiva

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Nesta época do ano, muita gente já está pensando na preparação da ceia de Natal. E, na hora da ceia, às vezes cometemos exageros à mesa e deixamos de lado a alimentação saudável. Porém, com algumas dicas não será necessário deixar de saborear comidas gostosas com uma ceia leve e equilibrada, cortando excesso de açúcares e gorduras.

Vale incluir em suas receitas muitas hortaliças, frutas e cereais integrais, alternativas de baixo valor calórico. Os pratos ficam com uma apresentação bonita e ainda garantem a alimentação mais saudável, pois estes alimentos contêm substâncias que nos protegem das doenças como diabetes, hipertensão, obesidade e doenças cardiovasculares.

Veja algumas dicas abaixo:

- Para a entrada, saladas cruas que possuem um alto teor de fibras são boas opções, pois ajudam na absorção de gorduras.

- Você pode incluir cereais integrais nos pratos principais e nas saladas, como arroz preto ou integral com vegetais picados.

- Evite alimentos com muita gordura saturada, como frituras, salgadinhos, maionese, carnes gordurosas, como presunto, pernil, bacon, salame e pele de aves. As preparações cozidas, assadas e grelhadas devem ser privilegiadas.

- A farofa tradicional pode ser substituída por farofa de soja.

- O refrigerante pode ser substituído por sucos de frutas naturais, chás gelados, água.

- Para a sobremesa, aposte nas frutas frescas ou secas. Tente evitar os excessos de tortas e doces com coberturas e recheios gordurosos. Castanhas, nozes, pistache, avelãs e amêndoas são ótimas opções, mas devem ser consumidas com moderação.

Benefícios em abandonar o cigarro

No momento em que você para de fumar seu corpo começa a se beneficiar imediatamente

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No Brasil, de acordo com dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer) 30% da população é fumante, causando 200 mil mortes por ano. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o tabagismo, uma das principais causas de morte evitável no mundo, mata mais de cinco milhões de pessoas por ano.

Estima-se que apenas 3% das pessoas que fumam conseguem parar sem ajuda profissional, apesar de 70% demonstrarem interesse em largar o cigarro. Com aconselhamento profissional, esse índice alcança mais de 10% e, quando associado ao apoio farmacológico, o sucesso chega a aproximadamente 35% dos casos.

O órgão mais prejudicado pelo tabagismo é o pulmão, que pode ser afetado com o aparecimento de enfisema e bronquite crônica. O risco de câncer neste órgão também passa a ser 20 vezes maior. Há ainda vários outros riscos, como Infarto Agudo do Miocárdio, Acidente Vascular Cerebral, impotência sexual, úlcera gástrica e osteoporose.

 Veja os benefícios em parar de fumar:

- 20 minutos depois: sua pressão sanguínea e pulsação voltam ao normal

- 2 horas depois: não há mais nicotina no sangue

- 8 horas depois: o nível de oxigênio no sangue se normaliza

- 1 dia depois: diminui o risco de um problema cardíaco

- 2 dias depois: seu olfato já percebe melhor os cheiros e seu paladar degusta melhor a comida

- 3 dias depois: sua capacidade pulmonar aumenta em até 30%

- 3 semanas depois: a respiração fica mais fácil e a circulação sanguínea melhora

-1 a 9 meses depois: aumenta sua capacidade física e energia corporal

- 1 ano depois: o risco de morte por infarto do miocárdio é reduzido pela metade

- 5 a 10 anos depois: o risco de infarto do coração é igual ao de quem nunca fumou e o risco de desenvolver câncer de pulmão cai pela metade

- 20 anos depois: o risco de desenvolver câncer de pulmão é quase igual ao de quem nunca fumou