CDPI investiga técnica menos invasiva de mapear tumores

Estudo foi aprovado no maior congresso internacional de ressonância magnética

CDPI investiga técnica menos invasiva de mapear tumores

A técnica de Difusão de Corpo Inteiro teve grande estudo feito por médicos e físicos da CDPI em parceria com a Siemens, sendo aprovada no congresso da Sociedade Internacional de Ressonância Magnética em Medicina (ISMRM), em Milão, na Itália. A pesquisa testou a Difusão de Corpo Inteiro para diagnosticar doenças reumatológicas, tumores hepáticos e de mama, e para avaliar a resposta ao tratamento de metástases ósseas.

Ainda em fase de implementação no Brasil, a técnica combina imagens de ressonância magnética com a técnica de difusão, que estuda o movimento das moléculas de água nos tecidos, avaliando a sua mobilidade. Deste modo, os tumores que apresentam alta celularidade, restringindo a mobilidade da água, podem ser identificadas com mais precisão. “A técnica reduz o tempo do exame quase pela metade, de 22 minutos para apenas 12, diminuindo o incômodo causado no paciente”, explica o físico participante do estudo Thomas Doring.

Outra novidade é que o exame consegue mapear grande parte do corpo do paciente: cabeça, pescoço, tórax, abdômen, pelve e coxas podem ser analisados em busca de lesões e tumores. Poder examinar grande parte do corpo permite que os médicos avaliem o grau de disseminação da doença, contribuindo para localizar metástases e ajudando a definir o tratamento mais adequado para cada caso

O método, ainda em fase de estudo pela CDPI, pode ser utilizado como complemento a outros exames, como o PET-CT.

Amêndoa, soja e arroz: conheça as alternativas ao leite de vaca

Além do leite de vaca, outras alternativas estão disponíveis no mercado para quem quer variar. Fique por...

Amêndoa, soja e arroz: conheça as alternativas ao leite de vaca

Em tempos de dietas restritivas, as pessoas buscam alternativas para os leites de origem animal, que, por terem lactose – o açúcar do leite –, são vistos como vilões na busca do corpo ideal. Apesar de não ser comprovado que cortar a lactose emagreça, o hábito pode diminuir o inchaço abdominal e a retenção de líquido.

Só que, ao tirar o leite da dieta, você também pode estar tirando muitos nutrientes provenientes dele. Por isso, é preciso saber qual é a melhor alternativa para substituí-lo de acordo com as suas necessidades. Confira abaixo:

Leite de arroz

Ideal para quem tem intolerância à lactose e veganos, o leite de arroz tem mais carboidratos que o de vaca e baixo teor de gorduras, mas não tem proteínas. É importante prestar atenção no rótulo antes de comprar, já que algumas marcas não têm cálcio (importante para fortalecer os ossos) e adicionam açúcar à bebida. Com menos vitaminas que o leite de vaca e alto teor glicêmico, não é indicado para ser tomado todos os dias.

Leite sem lactose

Este tipo de leite é igual ao leite de vaca, só que sem a lactose, que é retirada por meio de reação química. Caso a pessoa queira emagrecer, o uso deste leite deve ser feito com cautela, pois o teor de gordura permanece o mesmo que o do leite normal, assim como os níveis de nutrientes são iguais, inclusive o do cálcio.

Leite de quinoa

Esta versão é uma das mais parecidas com o leite de vaca, pois é rico em minerais e proteínas, além de ter quantidades significativas de ferro, que ajudam o sistema imunológico e previnem a anemia. Com um valor nutricional alto, um ponto negativo do leite de quinoa é a falta de cálcio.

Leite de amêndoa

Rico em proteínas, o leite de amêndoa é bom para quem quer emagrecer, pois 200 ml dele têm apenas 34 calorias. O leite faz bem aos ossos por ter ácidos graxos, ômega 3 e vitamina D, porém é deficiente em cálcio.

Leite de soja

Com teores de proteínas e gorduras saturadas semelhantes ao leite de vaca, o leite de soja é uma boa opção para quem precisa controlar as taxas de colesterol. A quantidade de cálcio, porém, pode ser baixa, mas algumas marcas adicionam a substância em seus leites. A soja não é indicada para quem tem hipotireoidismo, pois ela impede o bom funcionamento da tireoide.

Como acalmar o bebê durante a gravidez

Emoções e até a alimentação podem agitar o feto

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Estar grávida é notar muitas mudanças no corpo e nos hormônios e também sentir um bebê crescendo dentro de você. Na maioria das vezes, as futuras mamães vibram a cada chute que o bebê dá, mas há dias em que eles se mexem muito! Acalmar o bebê pode ser bem mais simples do que você pensa.

Em primeiro lugar, é importante estar calma, as suas emoções provocam alterações hormonais e isso reflete no bebê, que pode ficar agitado. Por isso, fique sozinha, sente-se e feche os olhos. Respire fundo quantas vezes for necessário. Ansiedade e estresse podem ser resolvidos com uma simples respiração.

Se depois da respiração o bebê ainda continuar agitado, procure fazer carinhos na sua barriga. Massageá-la pode acalmar o feto. Se preferir, use cremes ou óleos que, além de fazerem bem à criança, previnem estrias.

O bebê consegue ouvir tudo que acontece do lado de fora da barriga, por isso é recomendado conversar com ele. Conte como foi seu dia e como está se sentindo. Ouvir músicas calmas também podem ajudar a deixar o bebê mais tranquilo.

E, por fim, vale prestar atenção na sua alimentação. Chocolates e bebidas ricas em cafeína também influenciam o humor do bebê, que se movimentará mais.

O que é esclerose múltipla?

Com surtos e sem cura, a doença deve ser controlada com tratamento

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A esclerose múltipla é uma doença autoimune causada pela inflamação na bainha de mielina, uma capa que envolve todas as células nervosas. Quando esse revestimento é danificado, os impulsos nervosos diminuem ou são interrompidos. Por isso, o paciente com esclerose múltipla apresenta dificuldades motoras e sensitivas, o que leva a uma degeneração progressiva.

A longo prazo, ele fica impedido de realizar atividades normais. Em geral a doença se manifesta em mulheres brancas e jovens que carregam o gene de suscetibilidade. Ela não é, porém, uma doença hereditária e acomete pacientes de forma isolada.

A grande dificuldade de quem tem esclerose múltipla é identificar os sintomas ainda no começo da doença. Eles são sutis e passageiros, podendo durar uma semana. Quando a doença evolui, formigamento das pernas, entorpecimento, desequilíbrio, perda da visão e tremor são os sintomas mais comuns. Por ser uma doença que afeta todo o sistema nervoso central, o paciente pode ter sintomas em diversas partes do corpo.

A esclerose múltipla ainda não tem cura, mas alguns tratamentos ajudam a desacelerar a doença e a aumentar o intervalo entre os surtos, que são períodos em que os sintomas são agravados. Esteroides, medicamentos para espasmos musculares e fadiga e antidepressivos são os mais indicados para quem tem a doença.

Por ser uma enfermidade que tem sintomas brandos em seu início, é importante que qualquer suspeita seja levada ao médico. Quanto mais cedo o tratamento começar, mais controle a pessoa terá da doença.

O que comer e o que não comer antes de praticar atividades físicas

Focar na glicose que o corpo precisa é o mais importante

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Ao praticar qualquer tipo de atividade física, é fundamental ter uma alimentação adequada, tanto no dia a dia, como antes do exercício. Deste modo, é possível obter os resultados esperados e não exigir mais do que o seu corpo é capaz de realizar.

As refeições devem ser feitas considerando o tempo de digestão, para evitar náuseas, indigestão e vômitos ao longo do exercício. Jejum não é recomendado, podendo causar crises de hipoglicemia e até desmaios.

É importante sempre comer alimentos ricos em glicose, pois é ela que dá energia ao corpo durante a atividade física. E se engana quem pensa que glicose quer dizer açúcar. A melhor glicose para este momento é o carboidrato complexo, ou seja, aquele encontrado em pães e massas. Fazer um sanduíche de pão integral com geleia de frutas é uma ótima opção, desde que a geleia não contenha açúcar refinado. Outra opção é fazer um sanduíche com queijo branco e peito de peru, que vão fornecer a quantidade de glicose que você necessita.

Os carboidratos nem sempre são os vilões das dietas, sendo indicados mesmo para quem quer emagrecer. Nesses casos, o importante é ter uma dieta balanceada e cuidar para que ingestão de calorias, ao final, seja menor do que a queima.

Evite também o consumo de comidas pesadas e bebidas alcoólicas antes de qualquer exercício físico e lembre-se de hidratar-se antes, durante e depois da atividade física.

Gravidez após os 40: o que eu preciso saber?

Pré-natal e acompanhamento médico antes e durante a gestação são essenciais

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É cada vez mais comum mulheres optarem por terem filhos mais tarde, depois de conquistarem uma carreira consolidada e até mesmo uma condição financeira melhor. Dados do IBGE indicam que, de 2003 a 2012, houve um aumento de 17,6% de mulheres que engravidaram entre os 40 e 44 anos de idade.

Uma gravidez espontânea após os 40 anos é mais difícil de acontecer do que uma até os 35 anos, pois é a partir dessa idade que a mulher começa a ter uma quantidade menor de óvulos. Na maioria das vezes, é preciso um tratamento de fertilidade, e é essencial que um médico acompanhe a saúde da futura mãe antes mesmo dela engravidar. Nessa idade, a mulher já pode começar a ter problemas como diabetes, hipertensão e alterações cardiovasculares, que precisam ser tratadas antes da gravidez.

Abortos ou alterações cromossômicas, que podem causar a síndrome de Down e outras doenças, são mais recorrentes em uma gravidez tardia. Os pais devem entender esses riscos e estarem preparados caso a mulher aborte: cerca de 25% das gestações em idade materna avançada resultam em aborto espontâneo. Por isso, é essencial que a futura mãe faça o pré-natal, prevenindo algumas complicações.

No laboratório Sérgio Franco, além dos exames de pré-natal mais comuns, os pacientes têm à disposição o teste Pré-Natal Não Invasivo Panorama. O exame pode ser realizado a partir da 9a semana de gestação e analisa o DNA do bebê através do sangue da mãe, assim é possível prever antecipadamente alguma mutação cromossômica que pode causar síndromes genéticas como a Síndrome de Down, de Patau, de Edwards e de Turner.

Apesar de apresentar riscos, a gravidez em uma idade avançada não deve ser considerada um problema. Com o desenvolvimento da medicina, é possível ter gravidez, parto e pós-parto saudáveis, e a criança nascer sem qualquer complicação. Por isso o acompanhamento de um especialista é essencial, assim como estar atento aos exames solicitados por ele.

Alergia x Intolerância alimentar: qual é a diferença?

Enquanto em uma o problema é o que você come, na outra é o quanto você come

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Desconforto e sintomas parecidos: não se deixe enganar pelas semelhanças entre intolerância e alergia alimentar, elas são diferentes uma da outra! Para explicar de forma simples, a intolerância é quando o nosso organismo não consegue digerir certo alimento, causando cólicas, dores de cabeça e até incômodos articulares. Já a alergia é quando nosso corpo trata certo alimento como um “veneno”, criando anticorpos para combatê-lo.

A intolerância depende da quantidade de alimento ingerido para se manifestar. Se a pessoa for intolerante ao leite, por exemplo, isso quer dizer que o corpo dela não produz uma enzima chamada lactase, que digere a bebida. Por isso ela vai se sentir desconfortável ao tomar um copo de leite, mas não terá problemas em comer um pedaço de queijo, por exemplo, que já passou por uma fermentação, ajudando a digestão.

Na alergia não existe meio termo. Se a pessoa for alérgica ao leite, não importa se ela vai beber um litro, ou comer apenas um pedaço de queijo, a reação será a mesma e imediata, precisando de ajuda médica o quanto antes, para os sintomas não piorarem. Essa é outra grande diferença entre a intolerância e a alergia: na intolerância, a reação é mais lenta, e muitas vezes a pessoa nem consegue associar o desconforto a algo que comeu, enquanto que os sintomas da alergia se manifestam de prontidão.

Para diagnosticar as duas complicações é preciso uma análise minuciosa de vários fatores, como o histórico da pessoa e sua dieta, sugerindo o uso do alimento ou a eliminação dele para ver se os sintomas desaparecem. A alergia alimentar pode ser diagnosticada também com um exame de sangue que analisa o nível de IgE, um anticorpo produzido quando o paciente apresenta um quadro alérgico. O Sergio Franco tem o exame disponível em seus laboratórios.

Não há cura para nenhuma das duas complicações, mas é possível diminuir a intensidade da reação alérgica e saber a quais alimentos se é alérgico, para evitá-los. Já a intolerância é apenas uma questão de dosar a quantidade de alimento, para não sentir o desconforto. Vale lembrar que as duas podem ser desenvolvidas ao longo da vida, não necessariamente nascemos alérgicos ou intolerantes a algo.

Cuidados com a pele dos diabéticos

Mais suscetível a infecções, um exame diário é importante na pele do diabético

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A diabetes é uma doença crônica em que o organismo tem dificuldade em metabolizar a glicose e a insulina. Além de ter que tomar doses de insulina diariamente e cuidar da alimentação, o diabético também precisa estar atento a sua pele. Isso porque os queracinócitos, as células que compõem o tecido epitelial, precisam de insulina para crescerem.

Assim, a pele do diabético tende a ser mais fina e menos elástica, precisando sempre de hidratação para evitar cortes e dermatites, como coceiras, descamação e manchas vermelhas. O tecido epitelial do diabético tem uma cicatrização mais lenta, por isso qualquer corte precisa ser tratado com muito cuidado e, até mesmo, com a ajuda de médicos.

Além da cicatrização lenta, a pele também perde sensibilidade, principalmente nas extremidades. Sendo assim, os pés dos diabéticos devem receber atenção especial. Uma simples pedra no sapato pode criar uma ferida; micoses e frieiras também são comuns e não saram naturalmente.

Usar sapatos confortáveis é importante, mas também é preciso examinar a pele todos os dias em busca de pequenos cortes e fazer uma hidratação com cremes hipoalergênicos e dermatologicamente testados. Também é importante tomar cuidado ao cortar as unhas, para evitar infecções.

Os benefícios da caminhada na terceira idade

Idosos que caminham têm menos chances de terem problemas físicos

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Que caminhar faz bem todo, mundo já está cansado de ouvir. O que poucos sabem é que não há muitas evidências científicas que mostrem a eficácia do exercício. Um estudo inédito da revista médica norte-americana Jama comprovou que idosos que fazem caminhadas regulares têm risco menor de se tornarem fisicamente incapacitados do que os que não praticam nenhum tipo de exercício.

A pesquisa começou em 2010, com 1635 voluntários idosos e, ao mesmo tempo, sedentários. Ao serem divididos em dois grupos, os que faziam parte do primeiro deveriam caminhar 150 minutos por semana e fazer três sessões de dez minutos de musculação, também semanais. Enquanto isso, o segundo grupo apenas recebeu informações sobre a saúde na terceira idade.

Três anos depois, os resultados foram analisados: os integrantes do grupo que se exercitou durante todo esse tempo tinham 18% menos de chances de ter alguma dificuldade física e uma chance menor de ter alguma debilitação permanente no futuro. Além disso, caminhar mostrou-se importante para evitar problemas cardíacos.

Assistir à TV durante a amamentação não é recomendado

Amamentar assistindo à TV pode levar crianças à obesidade

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Fazer refeições enquanto se assiste à televisão é algo comum para a maioria das pessoas. Este hábito deve ser evitado, principalmente por gestantes e mães que estão amamentando. De acordo com um estudo da Escola de Medicina da Universidade de Nova York, mulheres que se alimentam enquanto veem televisão têm maior probabilidade de continuar com o hábito e amamentar o bebê na frente da TV.

Já se sabe que quem come enquanto assiste à televisão tende a ter uma noção parcial sobre estar saciado e acaba comendo mais que o necessário. Quando uma mãe alimenta seu bebê enquanto vê TV, o mesmo acontece: ela não percebe que a criança já está satisfeita e continua oferecendo leite. Mesmo que inconsciente, esta atitude aumenta as chances de a criança desenvolver obesidade, uma vez que pode alterar o entendimento do pequeno em relação à quantidade de comida de que necessita.

É importante fazer refeições à mesa e prestar atenção no que se está ingerindo desde a infância. Muitos hábitos adquiridos nessa época tendem a continuar até a fase adulta, sendo difícil desfazer a rotina, mesmo sabendo que ela nos faz mal.

A questão não é cortar o hábito de assistir à televisão, mas sim fazer disso algo controlado, não deixando que a TV se torne presente em todas as atividades realizadas em casa. Estudos mostram altos índices de sedentarismo relacionados ao uso exagerado da televisão, por isso é preciso evitar passar muito tempo em frente a ela e, principalmente, passar tal costume aos filhos.