A sua boca também dá sinais de saúde

Complicações na boca podem ser sintomas de doenças

A sua boca também dá sinais de saúde

Muitas vezes a boca é deixada de lado quando o assunto é saúde. A maioria das pessoas escova os dentes seguindo as orientações do dentista e sequer percebe que a boca está dando vários sinais de que a saúde não está muito bem. Nós selecionamos alguns deles para você ficar de olho:

Mau hálito

Na maioria das vezes, o mau hálito é consequência da falta de higiene bucal, causando uma camada de células descamadas, restos de alimentos e bactérias na língua. É a chamada saburra. Mas algumas doenças têm o mau hálito como sintoma, caso da gastrite e do refluxo gastroesofágico. Doenças respiratórias como rinite, sinusite, faringite e amidalite também podem causar um cheiro desagradável na boca.

Feridas

Muitas pessoas sofrem com feridas ou bolhas na boca, principalmente nos lábios. Apesar de ser sintoma de doenças inflamatórias do intestino e reações alérgicas a produtos, remédios e alimentos, as feridas também podem indicar herpes. A doença é contagiosa e o vírus pode ficar latente no organismo durante anos sem se manifestar, aparecendo em situações de estresse, ansiedade, infecções, menstruação e gripes.

Boca seca

A boca seca pode ser sintoma de mais coisas além de sede, como Diabetes tipo 1, hipotireoidismo, amiloidoise, fibromialgia, psoríase, bruxismo e até AIDS. Se você notar que sua boca está seca constantemente e sem qualquer motivo aparente, procure um dentista para que ele possa te avaliar e indicar um médico, caso necessário.

Aftas

As aftas são aquelas feridas brancas com contorno avermelhado que doem muito. Normalmente podem aparecer por causa de algum alimento ácido, mordidas no local, desregulação hormonal e alergia a alimentos. Porém, elas também podem ser sinal de um sistema imunológico fraco e podem se manifestar após um incidente de estresse ou ansiedade. A afta deve se curar sozinha em até duas semanas, caso contrário, busque um dentista para avaliar a ferida.

Verrugas

A maior causa de verrugas na boca é o HPV. Elas se manifestam nas gengivas, língua, bochecha, céu da boca e garganta. Elas são achatadas e esbranquiçadas. Caso você note algo parecido em sua boca, procure um médico para o tratamento, pois o HPV pode causar até mesmo câncer de garganta.

Os fetos também sonham

Bebês sonham a partir do oitavo mês e bem mais que os adultos

Os fetos também sonham

Se você é daqueles que acha que enquanto o bebê ainda está na barriga da mãe ele não faz nada além de chutar e dormir, temos uma novidade: bebês fazem muito mais que isso, inclusive, sonham. Estudos mostram que fetos realmente sonham, principalmente a partir do oitavo mês de gravidez, quando o desenvolvimento do bebê já está quase pronto.

Não se sabe ao certo com o que os fetos sonham, já que os nossos sonhos servem para processar e armazenar alguns fatos que aconteceram no dia a dia e que foram captados pelo nosso subconsciente. Como os bebês na barriga não veem nada, se supõe que os sons e sensações do que acontece no dia a dia da mãe e são transmitidos ao feto devem compor esses sonhos.

Acredita-se também que os fetos sonhem cerca de 5% a mais que os adultos: como o aprendizado diário do bebê, mesmo dentro da barriga da mãe, é muito maior que o nosso, ele precisa de mais tempo para assimilar o que ocorreu no dia. Além disso, é sabido que bebês também fazem outras coisas na barriga da mãe, como bocejar, soluçar, chorar e até mesmo sorrir.

Cinco dicas para as crianças se alimentarem de forma saudável

Criar uma boa relação com a comida é o primeiro passo

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Com criança normalmente é assim: na hora das refeições, começa uma verdadeira batalha para que ela tenha uma alimentação equilibrada, com legumes, verduras, proteínas e grãos. Então pais e responsáveis buscam diversos truques para convencê-las a comer “ao menos um pouco de cada. Mas essas estratégias nem sempre alcançam o desejado. Listamos cinco dicas que podem ajudar a estimular a boa alimentação nas crianças e transformá-la num hábito:

1. Capriche na apresentação

Um prato bonito e divertido é um convite às refeições! Coloque mais cores no prato, com frutas amarelas e vermelhas na salada, ovos, batata palha e croutons. Vale, até mesmo, brincar com a comida, criando personagens com as verduras e legumes!

2. Cozinhe menos os legumes

Ao cozinhar legumes por menos tempo do que o comum, eles ficam mais crocantes e saborosos, além de ficarem mais bonitos por causa das suas formas e cores, o que atrai o paladar da criança.

3. Cozinhe com as crianças

Deixe seus filhos participarem do preparo das refeições, mesmo que seja com tarefas pequenas. Assim você pode ensiná-los sobre a importância de cada alimento e eles podem se divertir colocando a mão na massa.

4. Disfarce alimentos

Corte legumes bem finos e adicione a receitas de omelete, panqueca, almôndegas, molho de macarrão e até hambúrgueres. Por terem sido cortados finos eles passarão despercebidos pelas crianças.

5. Não faça ameaças

Dizer para a criança que se ela não comer pode ficar doente, ou falar que ficará de castigo apenas constrói uma relação de medo e insatisfação com a comida. Se a criança não quiser comer, converse com ela, mostre como o alimento é gostoso e peça para que ela ao menos experimente-o antes desistir.

AIDS: 19 milhões de pessoas têm o vírus e não sabem

Taxa de contaminação vem caindo mundialmente, enquanto cresce no Brasil

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Um relatório da ONU revelou que das 35 milhões de pessoas portadoras do vírus da AIDS, 54% delas não sabem que carregam o vírus. Os principais motivos que levam um paciente a não saber que é soropositivo são: difícil acesso ao exame, principalmente em países subdesenvolvidos, ou simplesmente o fato da AIDS ser uma doença silenciosa em seu estágio inicial, fazendo com que a pessoa não pense que exista a possibilidade de ter o vírus.

No Brasil, a situação é preocupante: o número de infecções, que acontecem principalmente em jovens de 15 a 24 anos, aumentou 11% de 2005 a 2013, enquanto no resto do mundo, a taxa de infecção apresenta queda. Outro índice que subiu no Brasil foi o de mortes por HIV, aumentando 7% no período.

Por outro lado, mundialmente a epidemia da AIDS vem diminuindo. Segundo o relatório, nos últimos três anos o número de novas infecções caiu 13%. Por causa do tratamento com medicamentos antirretrovirais, 76% das pessoas infectadas estão no estágio de supressão do vírus, ou seja, não podem transmitir a doença para outras pessoas. Por isso a importância de saber se o paciente tem o vírus ou não. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, mais rápido o vírus pode entrar em supressão. De acordo com o relatório da ONU, se os processos de combate ao HIV seguirem crescentes até 2020, em 2030 a epidemia mundial de AIDS pode se aproximar do fim, evitando 18 milhões de novas infecções e 11,2 milhões de mortes.

Entenda o que é a miocardiopatia dilatada

Hábitos saudáveis podem tanto prevenir, como tratar a doença

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Cansaço, dores no peito e falta de ar são alguns dos sintomas da miocardiopatia dilatada, doença na maioria das vezes silenciosa que impede o bombeamento do sangue. A complicação afeta o ventrículo esquerdo do coração, responsável por levar o sangue ao corpo todo. O ventrículo se torna dilatado e o músculo cardíaco se enfraquece, não conseguindo comprimir o sangue para fora do coração. Com o tempo, até atividades básicas como colocar roupa e escovar os dentes se tornam difíceis para quem tem a doença.

No início, a miocardiopatia dilatada pode ser assintomática. Quando os sintomas aparecem, a doença provavelmente já está em um estágio avançado. Genética, infecções, doenças autoimunes, álcool e até o uso crônico de corticoides podem causar a miocardiopatia dilatada, que só é diagnosticada depois de uma visita ao médico e uma série de exames, como radiografias, exames de sangue e eletrocardiogramas. Uma ressonância magnética também pode definir a causa da doença e como ela irá progredir, assim o médico saberá qual é o melhor tratamento. O Laboratório Exame disponibiliza em suas unidades os exames para detectar a doença.

Hábitos saudáveis, como praticar exercícios, alimentar-se bem e controlar a pressão arterial são meios de prevenir e tratar a doença. Medicamentos como os diuréticos podem ser usados para melhorarem a sensação de falta de ar (dispneia) e o edema dos membros inferiores. Os betabloqueadores têm apresentado resultados positivos no controle dos sintomas e na redução da mortalidade. Nos casos mais avançados, podem ser necessárias medidas mais invasivas, como a ressincronização cardíaca, em que um marca-passo ajuda o coração, ou o transplante do órgão.

Você sabe o que é fibromialgia?

Síndrome causa dor no corpo, insônia e cansaço

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Sentir dor é sinal de que algo não está certo com o nosso corpo. Na maioria das vezes, ela é sintoma de alguma complicação. Mas, no caso da fibromialgia, a dor deixa de ser sintoma e passa a ser a doença. A síndrome causa dores musculares generalizadas, muitas vezes associadas ao cansaço, dormência nas mãos e nos pés, insônia e depressão psíquica.

Cerca de 5% da população mundial é acometida pela fibromialgia, sendo mais frequente em mulheres entre 35 e 50 anos. Apesar de ter sua causa ainda desconhecida, acredita-se que lesões muscoloesqueléticas sofridas ao longo da vida e traumatismos sejam responsáveis pelo surgimento da doença. Problemas emocionais e alterações hormonais também estariam associados a sua origem.

No caso de suspeita da doença, é importante buscar ajuda médica, pois a fibromialgia pode mascarar sintomas de outras doenças, como hipotireoidismo e Parkinson. O diagnóstico é clínico, sendo médicos reumatologistas e neurologistas os mais indicados para diagnosticar e tratar a fibromialgia.

O tratamento consiste em práticas moderadas de atividade física, fisioterapia para melhorar a dor e relaxar os músculos e uso de medicamentos como antidepressivos, analgésicos e relaxantes musculares, se houver necessidade. Há casos em que a acupuntura pode ser bem sucedida. Só inicie qualquer tipo de tratamento sob orientação médica.

Primeiros socorros: você sabe o que fazer em uma emergência?

Além de prestar ajuda, é importante manter a calma

Primeiros socorros: você sabe o que fazer em uma emergência?

Quantas vezes assistimos a filmes em que vítimas são salvas por pessoas normais, que sabem exatamente o que fazer? Prestar primeiros socorros não é tão fácil quanto vemos na TV, mas se você souber o que fazer, pode ajudar a salvar uma vida.

Mostramos cinco situações emergenciais comuns e o que fazer em cada uma delas. E o mais importante: mantenha a calma, aja rápido e tenha segurança no que está fazendo.

Torções e fraturas

Na maioria dos casos, não dá para saber se é apenas uma luxação ou uma fratura. Por isso, não tente movimentar o membro, apenas imobilize-o, se puder. Não faça massagens e procure ajuda médica.

Dedo preso na porta

É importante manter a calma para que a vítima não se desespere. Coloque gelo no dedo atingido, para evitar hematomas. Não massageie a região e, em caso, de sangramento, evite apertar as laterais do dedo.

Desmaios

Se puder, tente evitar que a pessoa bata a cabeça no chão ao desmaiar. Uma vez no chão, a mantenha deitada, com as vias aéreas livres e desobstruídas. Leve a vítima ao atendimento médico ou chame por auxílio imediatamente.

Cortes profundos

Limpe com água corrente, mesmo que o corte não esteja sujo. Estanque o sangue com uma gaze ou pano limpo e vá imediatamente ao pronto socorro. Em nenhuma hipótese coloque algo na ferida.

Mordida de cachorro

Até mesmo os animais mais dóceis podem morder. No caso de uma mordida de cachorro, seja ele conhecido ou não, a primeira providência deve ser lavar a ferida com água e sabão. Se houver lacerações, com grande perda de sangue, procure um atendimento médico, pois pode ser necessário levar pontos. Também é indicado a ida ao pronto socorro para fazer exames e tomar vacinas, caso seja necessário.

Doenças da pelve: exame não invasivo ajuda no diagnóstico

Tecnologia detecta problemas na próstata, bexiga e reto

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Doenças da pelve masculina são mais comuns do que se pensa, principalmente na próstata, bexiga e reto. A maioria dessas complicações só são diagnosticadas por meio de exames invasivos, realizados pelo reto ou pela uretra. A CDPI, porém, oferece outra opção: o teste por difusão da pelve, que já está disponível aos pacientes há cerca de cinco anos e oferece um resultado 16 vezes mais eficiente que a biópsia.

No caso de doenças do reto e da próstata, todo homem acima dos 40 anos deve fazer o exame retal, também conhecido como o exame do toque. Feito por um urologista, o teste é invasivo e é visto, em geral, com muito preconceito pela população masculina. Já para os casos de problemas na bexiga, são feitas ressonâncias, ultrassom ou biópsia, sendo a última realizada com um pequeno instrumento inserido na uretra.

A difusão da pelve é uma ressonância que analisa a mobilidade da água nos tecidos, mostrando possíveis lesões e tumores no paciente. “É uma tecnologia extremamente eficiente para avaliar a agressividade do tumor real, sem utilizar contraste venoso e expor o paciente à radiação”, explica o médico da CDPI Leonardo Kayat, que participou de um estudo sobre a técnica publicado na revista MRI The Clinics. O exame de difusão da pelve deve ser feito sob recomendação médica e pode ser complementar a outros exames.

Médico da CDPI participa de livro sobre oncologia e diagnóstico por imagem

Publicação é sucesso internacional e referência para diagnóstico de câncer

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O radiologista da Clínica de Diagnóstico por Imagem (CDPI), Celso Hygino, é um dos quatro autores do livro Imagem Funcional em Oncologia, que é dividido em dois volumes: Base Biofísica e Técnica e Abordagens (Vol. 1) e Aplicações Clínicas (Vol. 2). O livro, lançado recentemente, aborda a utilização de técnicas de imagem molecular e por ressonância magnética para o diagnóstico de diversos tipos de câncer.

A ideia da publicação, segundo Hygino, é que médicos tenham acesso a um texto objetivo e claro sobre diagnósticos por imagem e que complementem a leitura com ilustrações de alta qualidade que destacam as principais características de cada imagem feita em um exame oncológico.

“Trata-se de uma obra completa e de fácil acesso, que auxilia na escolha dos exames mais importantes para a análise de diversos tipos de câncer, assim como na interpretação dos resultados, entre outras características importantes”, afirma Hygino, que escreveu o livro com os especialistas espanhóis Antônio Luna e Joan Vilanova e do argentino Santiago Rossi.

 

Serviço

Título: Imagem Funcional em Oncologia: Base Biofísica e Técnica e Abordagens (Volume 1) e Aplicações Clínicas (Volume 2) – Functional Imaging in Oncology I e II.
Autores: Antônio Luna, Joan Vilanova, Celso Hygino e Santiago Rossi.
Editora: Springer.
Páginas: Volume 1: 549 páginas; Volume 2: 1.478 páginas.
À venda pela internet ou em livrarias especializadas.