Dores de estômago podem ter origem no estresse

Veja algumas maneiras que colaboram para a saúde do seu estômago

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Sabemos que o estresse aumenta as secreções gástricas e a mobilidade do trato gastrintestinal. A produção excessiva de ácido gástrico afeta a mucosa interna do estômago, podendo provocar dor, erosões e até úlcera. O líquido pode refluir ao esôfago e causar mais desconforto, como a queimação no peito.

Quem sofre de gastrite pode ter sensação de estômago cheio, náuseas perda de apetite e até mesmo apresentar sangramento. Uma das origens do problema podem ser as alterações do humor e o estresse.

Conheça algumas maneiras para manter seu estômago saudável, sem o incômodo de gastrite ou refluxo:

Vá ao médico: Não deixe de fazer uma avaliação médica para verificar se o problema é apenas de origem nervosa.

Faça exames: O tipo de gastrite mais comum é causado por bactéria e o refluxo pode ter outras origens. A maneira mais eficiente de descobrir as causas são exames indicados por seu médico.

Exercite-se: Faça atividades físicas regularmente. Elas ajudam a combater a ansiedade e liberam endorfina, que dá sensação de bem-estar. Mas evite exercícios logo após as refeições, pois eles podem causar mal-estar.

Mude hábitos: Não coma nada de difícil digestão antes de dormir. Dê preferência aos alimentos leves, para evitar produção excessiva de suco gástrico e possíveis refluxos durante a madrugada.

Coma bem: Alimentação saudável também ajuda. Evite passar horas sem comer. Pequenas refeições de três em três horas são mais benéficas ao sistema digestivo e ainda aceleram o metabolismo, dando mais disposição e queimando calorias.

Saiba evitar o que faz mal: Evite bebidas alcoólicas, café e frutas cítricas. Alimentos gordurosos e apimentados também são prejudiciais.

Sífilis tem novo fluxo diagnóstico

Infectologista do Sérgio Franco explica nova metodologia

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A sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST) capaz de infectar praticamente todos os órgãos e tecidos, provocando as mais variadas manifestações clínicas. A transmissão se dá por contato sexual, por meio de pequenas lesões na pele e nas mucosas, genitais ou extragenitais. Raramente é transmitida por transfusão sanguínea ou pela placenta.

Vale ressaltar que esta é uma doença altamente transmissível, sem vacina, e cujo tratamento é curativo. Mas, para tanto, é necessário diagnóstico precoce, que é sempre clínico-laboratorial, mas o exame agora tem uma nova metodologia, que reúne dois tipos diferentes de abordagem simultânea, tornando a confirmação da doença mais efetiva.

De acordo com Alberto Chebabo, médico infectologista do Sérgio Franco Medicina Diagnóstica, os testes de análise devem ser cuidadosamente avaliados em todas as fases. “Os exames são usados rotineiramente e podem ser de duas categorias. A primeira – teste não treponêmico – é a mais importante, pois estabelece o diagnóstico, que, quando positivo, pode ser usado para verificar a eficácia do tratamento. O resultado é obtido depois de quatro a seis semanas de infecção ou uma a três semanas do aparecimento da lesão primária (cancro)”.

“No entanto, esse exame não é específico, pois pode dar positivo também para doenças causadas por outros treponemas e agentes infecciosos, como malária, mononucleose infecciosa, lepra, doenças do tecido conjuntivo e autoimunes e hepatite C”, explica ele. A segunda categoria são os testes treponêmicos, nos quais o antígeno é o próprio treponema ou suas proteínas, com as quais os anticorpos reagem.

A novidade é que os laboratórios estão reformulando o fluxograma dos testes de sífilis e, agora, realizam os dois tipos de exame ao mesmo tempo. “Essa decisão foi tomada para se obter um diagnóstico mais preciso e rápido, tanto da doença ativa quanto de cicatrizes de doença prévia”, esclarece o especialista, que salienta que se percebe um aumento no número total de casos em diferentes regiões do país. No Brasil, as estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre infecções de transmissão sexual na população sexualmente ativa mostra a sífilis como uma das doenças mais comuns, que atinge quase 940 mil pessoas.

A ceia de Natal pode ser saudável e gostosa

Saiba quais alimentos podem substituir opções gordurosas e pouco nutritiva

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Nesta época do ano, muita gente já está pensando na preparação da ceia de Natal. E, na hora da ceia, às vezes cometemos exageros à mesa e deixamos de lado a alimentação saudável. Porém, com algumas dicas não será necessário deixar de saborear comidas gostosas com uma ceia leve e equilibrada, cortando excesso de açúcares e gorduras.

Vale incluir em suas receitas muitas hortaliças, frutas e cereais integrais, alternativas de baixo valor calórico. Os pratos ficam com uma apresentação bonita e ainda garantem a alimentação mais saudável, pois estes alimentos contêm substâncias que nos protegem das doenças como diabetes, hipertensão, obesidade e doenças cardiovasculares.

Veja algumas dicas abaixo:

– Para a entrada, saladas cruas que possuem um alto teor de fibras são boas opções, pois ajudam na absorção de gorduras.

– Você pode incluir cereais integrais nos pratos principais e nas saladas, como arroz preto ou integral com vegetais picados.

– Evite alimentos com muita gordura saturada, como frituras, salgadinhos, maionese, carnes gordurosas, como presunto, pernil, bacon, salame e pele de aves. As preparações cozidas, assadas e grelhadas devem ser privilegiadas.

– A farofa tradicional pode ser substituída por farofa de soja.

– O refrigerante pode ser substituído por sucos de frutas naturais, chás gelados, água.

– Para a sobremesa, aposte nas frutas frescas ou secas. Tente evitar os excessos de tortas e doces com coberturas e recheios gordurosos. Castanhas, nozes, pistache, avelãs e amêndoas são ótimas opções, mas devem ser consumidas com moderação.

Benefícios em abandonar o cigarro

No momento em que você para de fumar seu corpo começa a se beneficiar imediatamente

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No Brasil, de acordo com dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer) 30% da população é fumante, causando 200 mil mortes por ano. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o tabagismo, uma das principais causas de morte evitável no mundo, mata mais de cinco milhões de pessoas por ano.

Estima-se que apenas 3% das pessoas que fumam conseguem parar sem ajuda profissional, apesar de 70% demonstrarem interesse em largar o cigarro. Com aconselhamento profissional, esse índice alcança mais de 10% e, quando associado ao apoio farmacológico, o sucesso chega a aproximadamente 35% dos casos.

O órgão mais prejudicado pelo tabagismo é o pulmão, que pode ser afetado com o aparecimento de enfisema e bronquite crônica. O risco de câncer neste órgão também passa a ser 20 vezes maior. Há ainda vários outros riscos, como Infarto Agudo do Miocárdio, Acidente Vascular Cerebral, impotência sexual, úlcera gástrica e osteoporose.

 Veja os benefícios em parar de fumar:

– 20 minutos depois: sua pressão sanguínea e pulsação voltam ao normal

– 2 horas depois: não há mais nicotina no sangue

– 8 horas depois: o nível de oxigênio no sangue se normaliza

– 1 dia depois: diminui o risco de um problema cardíaco

– 2 dias depois: seu olfato já percebe melhor os cheiros e seu paladar degusta melhor a comida

– 3 dias depois: sua capacidade pulmonar aumenta em até 30%

– 3 semanas depois: a respiração fica mais fácil e a circulação sanguínea melhora

-1 a 9 meses depois: aumenta sua capacidade física e energia corporal

– 1 ano depois: o risco de morte por infarto do miocárdio é reduzido pela metade

– 5 a 10 anos depois: o risco de infarto do coração é igual ao de quem nunca fumou e o risco de desenvolver câncer de pulmão cai pela metade

– 20 anos depois: o risco de desenvolver câncer de pulmão é quase igual ao de quem nunca fumou

Como é feito o diagnóstico da febre Chikungunya?

Infectologista explica as diferenças entre doenças transmitidas pelo mesmo mosquito. Entenda as...

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Com sintomas semelhantes e mesmo transmissor que o vírus da Dengue, a febre Chikungunya já afetou mais de mil brasileiros. Os dados mais recentes do Ministério da Saúde registram 115 casos confirmados por critério laboratorial e 991 por critério clínico-epidemiológico. O primeiro caso da doença viral foi confirmado em agosto deste ano.

De acordo com Alberto Chebabo, infectologista do Sérgio Franco Medicina Diagnóstica, ambas as doenças são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. A diferença está no vírus que é transmitido, o que leva a sintomas diferenciados. “O quadro clínico inicial, com febre e dores de cabeça, é idêntico. O que diferencia é basicamente o tipo de dores no corpo. Na Dengue, o paciente tem mais dores musculares, e na Chikungunya, dores articulares, que inclusive podem se prolongar por semanas nos casos mais complicados”, revela o médico.

Estas diferenças tênues levam o médico a pedir, além do exame clínico, exames laboratoriais para o diagnóstico correto. “O resultado da detecção por PCR indica a presença do vírus CHIKV, diagnosticando o paciente como portador do vírus. Já a sorologia IgG e IgM, caso reagente, indica a presença de anticorpos contra o vírus Chikungunya ou CHIKV, diagnosticando que o paciente foi ou está infectado pelo vírus”, explica o infectologista.

Preparo para os exames

Ambos os exames são realizados por meio de uma coleta de sangue sem necessidade de qualquer preparo prévio ou jejum. Recomenda-se, entretanto, que, como na Dengue, se espere pelo menos até o quinto dia do início dos sintomas para realizar a sorologia, já que ela depende da presença de anticorpos contra o vírus. Já no caso do PCR, a recomendação é que seja coletado nos primeiro dias após início dos sintomas, pois a positividade deste exame cai após a primeira semana de doença.

Previna-se

As semelhanças entre as duas doenças vão além dos sintomas e do mosquito transmissor. As principais formas de prevenir a Chikungunya são as mesmas do combate à Dengue. “Já que o vetor é o mesmo, temos que reforçar os cuidados de sempre para combater o mosquito. Evite o acúmulo de água parada. Para isso, encha os pratinhos de plantas com areia, mantenha lixeiras, vasos sanitários e caixas d’água fechadas, recolha os entulhos do quintal e mantenha as piscinas cobertas”, conclui o especialista.

O médico ainda ressalta que, ao sinal dos sintomas, o paciente deve procurar um médico. “É muito importante a consulta com o especialista se aparecer algum dos sintomas. Dessa forma, o paciente será encaminhado aos exames e o diagnóstico será feito. Quanto antes a doença for descoberta, menores as complicações e maiores são as chances de o tratamento ser bem sucedido”, afirma o infectologista.

Conheça o exame de sexagem fetal

Tecnologia disponível no laboratório Sérgio Franco pode revelar o sexo do bebê antes da ultrassonografia

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A ansiedade em saber o sexo do envolve uma grande quantidade de casais após o diagnóstico de gestação por um teste de gravidez positivo. A programação do enxoval, a escolha do nome, a cor do quarto, e outros fatores podem colaborar para esta ansiedade e justificar o desejo do casal em saber o quanto antes se seu bebê é menino ou menina.

 A porcentagem dos meninos e das meninas que nascem são equiparadas e a ultrassonografia, mesmo de excelente qualidade técnica, somente poderá responder a esta pergunta por volta da 17ª semana de gestação.

 Quando o teste pode ser realizado?

 A partir da oitava semana de gestação, momento em que já é observada uma adequada troca entre o sangue do bebê com a mãe. Antes desta idade gestacional existe a possibilidade de falsos resultados o que levará a uma nova coleta de sangue após a 8ª semana de gravidez.

 Sobre a sexagem fetal

Uma técnica não invasiva e atual metodologia realizada por estudo do material genético do bebê no sangue da mãe. Com um excelente grau de acerto e sem necessidade de jejum para a coleta, a sexagem é baseada em genética humana. A diferença entre o sexo masculino e o sexo feminino está nos cromossomos sexuais. Enquanto a menina apresenta dois cromossomos X, o menino possui um cromossomo X e um Y.

 No teste é feita a análise do DNA fetal presente no sangue da mãe por meio de uma técnica específica. O exame revela a presença ou ausência do cromossomo Y. A presença do Y indica o sexo masculino e a sua falta, o sexo feminino. O método possui excelente sensibilidade e especificidade, com índice de acerto superior a 99%.

 O laboratório Sérgio Franco disponibiliza o teste em todas as suas unidades de atendimento, com prazo de oito dias úteis, desde a coleta até a liberação do resultado.

Entenda o que são e para que servem os Telômeros

Ideal para quem busca uma vida plena e longa, a alimentação aliada ao estilo de vida saudável é um dos...

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O Jornal Nacional, da Rede Globo, fez uma reportagem sobre um estudo publicado no British Medical Journal a respeito da importância da dieta mediterrânea como receita de longevidade. Isto porque a mistura de vegetais, azeite, peixe fresco e frutas podem manter as pessoas geneticamente mais jovens, uma vez que o consumo destes alimentos está relacionado ao encurtamento dos Telômeros.

Os Telômeros são sequências repetitivas de DNA que existem nas extremidades de todos os cromossomos humanos. O encurtamento destas células está relacionado aos hábitos de cada indivíduo, e faz parte do ciclo natural da vida. A dieta mediterrânea ajuda a reduzir o encurtamento dos telômeros e com isso retarda o envelhecimento e reduz o risco de doenças cardíacas

Com a função de proteger e separar os cromossomos, os telômeros são semelhantes à capa plástica de cadarços de sapato, que impedem que o cadarço desfie, estrague e perca sua função. Em cada célula humana existem 23 pares de cromossomos, portanto, 92 telômeros (um em cada extremidade de 46 cromossomos no total).

O Teste para Medição dos Telômeros é realizado por meio de uma coleta simples de sangue. Ele pode ser requisitado por especialistas das áreas de geriatria, nutrologia, endocrinologia, dermatologia, entre outras. A partir do sangue, se extrai a célula (glóbulos brancos nucleados – Linfócitos T) para estudo do cromossomo e é possível analisar a extensão dos telômeros por uma metodologia de alta sensibilidade e última geração.

O teste também pode ser utilizado em função da estética, pois reflete indiretamente na melhoria da qualidade de vida. Após a realização do exame, com o auxílio do resultado, os especialistas podem sugerir medidas para ajudar as pessoas a lidarem com os “pneuzinhos” indesejados, por exemplo, influenciando o paciente a prezar cada vez mais pela sua qualidade de vida e bem estar.


Confira abaixo tudo que o exame pode revelar:

·         Bom índice de telômeros, bom estilo de vida: é a confirmação de que as ações escolhidas e hábitos de vida adotados estão funcionando;

·         Índice de telômeros insatisfatório, estilo de vida insatisfatório: indica a necessidade de mudanças nos hábitos de vida e evidencia o envelhecimento interno antes do surgimento de doenças externas;

·         Índice de telômeros insatisfatório, bom estilo de vida: neste caso, é necessário verificar com atenção o estilo de vida adotado (qualidade dos alimentos ingeridos, excesso de exercícios, estresse, entre outros) e fazer um diagnóstico mais profundo (há deficiências nutricionais subclínicas? Existe sensibilidade alimentar? É necessário iniciar algum tipo de terapia de reposição hormonal?).

O teste está disponível há mais de um ano no laboratório Sérgio Franco/CDPI. Vale lembrar que para realização da medição dos telômeros é preciso o pedido de um médico, já que o laudo necessita da interpretação e acompanhamento de um especialista.

Saiba mais sobre os nossos serviços em: http://portal.sergiofranco.com.br/

Evite o cálculo renal

Beber bastante água, principalmente nos dias mais quentes, facilita na prevenção de pedras nos rins

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Os cálculos renais, ou pedras nos rins, são mais propensos a se formar em datas e regiões mais quentes, pois nessas condições climáticas existe a tendência de ficarmos mais desidratados. Depois que os rins filtram o sangue, algumas substâncias eliminadas pela urina podem dar origem a cristais que, unidos, formam as famosas pedras nos rins. Além da desidratação, outros fatores também contribuem para este processo, como a má alimentação, sal em excesso e uma dieta muito rica em proteínas.

Algumas mudanças simples nos hábitos alimentares ajudam a prevenir a formação do cálculo renal. A primeira delas é beber muita água:  pelo menos dois litros por dia, pois desta forma o organismo produz bastante urina para eliminar as impurezas. Observe a coloração da urina, que deve ser amarela bem clara, para saber se você está bem hidratado. Durante a prática esportiva, a água é mais eliminada pela transpiração do que pela urina, portanto, cuide-se para manter a hidratação em dia.

Inclua no cardápio frutas cítricas, como laranja, limão e abacaxi, que contêm citrato mineral que dificulta a formação de cálculos. Evite ingerir em excesso alimentos ricos em oxalato, fosfato e outros nutrientes que facilitam a formação das pedras, como peixes, gema de ovo, café, chá preto e amendoim.

Sintomas

O principal sintoma do cálculo renal é a cólica, uma dor muito intensa, que surge na região lombar e irradia em direção à bexiga. Podem ocorrer também náuseas, vômitos, infecção urinária e sangramento. Caso tenha estes sintomas, não deixe de procurar seu médico.

Rastreamento Neonatal

Entenda a importância do teste do pezinho

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O teste do pezinho é um exame laboratorial recomendado a todas as crianças após o nascimento, mesmo àquelas que aparentemente estejam bem. Após a punção do calcanhar do bebê, as gotinhas de sangue são colocadas em um papel, chamado de papel filtro.

Condições para o teste

O material coletado já é suficiente para a realização de vários exames e a consequente identificação de possíveis doenças. O melhor momento para realizar o teste é depois de 48h de vida, após o bebê já ter mamado algumas vezes, coletando a amostra de sangue imediatamente antes da próxima mamada.

Diagnósticos

O ideal é fazer o exame o mais rápido possível, pois se houver necessidade de tratamento, este poderá eliminar doenças ou reduzir deficiências. Entre os diagnósticos que este procedimento simples pode proporcionar estão: erros inatos do metabolismo, hipotireoidismo congênito, surdez congênita, fibrose cística e doenças infecciosas, por exemplo. O teste pode englobar outras doenças menos comuns como doença de Pompe, doença de Gaucher e deficiência de biotinidase.

Teste do pezinho Sérgio Franco

O laboratório Sérgio Franco disponibiliza cinco modalidades para o teste: básico, ampliado, plus, master e mega. Cada modalidade agrupa um determinado número de exames e o médico responsável pode indicar o mais adequado.

Nosso laboratório também pode oferecer maior comodidade na realização deste teste através da coleta domiciliar. Realize o agendamento pelo telefone: (21) 2672-7070.