Obesidade infantil atinge cerca de 15% das crianças

Participação familiar e adoção de hábitos saudáveis são importantes na rotina dos pequenos

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A obesidade infantil teve um crescimento expressivo nos últimos anos. Nos Estados Unidos, 30% das crianças entre 6 e 19 anos estão com sobrepeso ou são obesas. No Brasil, a obesidade já atinge cerca de 15% das crianças.

A doença é o resultado da ingestão de mais calorias do que o necessário, que se inicia, muitas vezes, em fases bem precoces. Os hábitos familiares têm um papel importante e há também os fatores genéticos, psicossociais, culturais, metabólicos e endócrinos influenciando no aumento do peso.

Segundo estudos, a obesidade já está relacionada com o desmame materno precoce e a utilização de farinhas e açúcar nas mamadeiras. A participação familiar e a adoção de hábitos saudáveis são indispensáveis, assim como a disponibilidade de alimentos adequados.

Prepare lanches nutritivos e não brigue com a criança pelo que ela não pode comer, mas estimule o que deve ser ingerido, estabelecendo a quantidade da porção. Incentive também a prática de atividades físicas e a redução do tempo gasto com TV, videogame e computador.

Os benefícios dos exercícios físicos regulares vêm sendo listados como um dos principais indicadores de saúde. Faça da atividade física um programa familiar: leve seus filhos para caminhar, brincar ou andar de bicicleta. É responsabilidade dos adultos orientar as crianças para que elas adquiram hábitos saudáveis.

Coloque mais sementes em suas refeições para uma alimentação mais saudável

As sementes são ricas em óleos vegetais e aliadas das dietas

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Os famosos ômegas 3, 6 e 9 são ácidos graxos e verdadeiros aliados da alimentação saudável por seu poder de controlar o colesterol. A boa notícia é que as sementes estão cheias dessas substâncias.

Segundo o cardiologista e nosso Diretor Médico Dr. Rafael Munerato, “Esses ácidos graxos contribuem para o aumento do colesterol bom, o HDL, e a diminuição do colesterol ruim, o LDL. São gorduras que fazem bem. Além disso, facilitam a digestão, auxiliando a quebra dos alimentos no trato gastrointestinal”. As fibras presentes em certas sementes contribuem para o controle da glicemia e, consequentemente, para o tratamento do diabetes.

Essas substâncias nutritivas podem ser acrescentadas em diversos alimentos. Dentre as sementes, as mais consumidas são linhaça, gergelim, chia, sementes de abóbora e de girassol, mas também é comum incluir cereais como a aveia e a quinoa nesse grupo de alimentos. Confira seus benefícios e inclua ao menos uma porção de sementes em sua alimentação diária:

Gergelim: Melhora a quebra de gordura no organismo, portanto é auxiliar no emagrecimento. Também ajuda no controle de glicemia, previne osteoporose e favorece a formação e eliminação do bolo fecal.

Quinoa: Ideal para celíacos (por não conter glúten) e para vegetarianos (pelo alto teor de proteína). Está relacionada a benefícios no sistema imunológico e nervoso, favorecendo a memória e retardando males como Parkinson e Alzheimer.

Chia: Sua lista nutricional inclui ômega 3, fibras, proteínas, magnésio, cálcio e antioxidantes. É indicada para quem tem sobrepeso (pela saciedade que proporciona e por sua ação laxativa) e para adeptos da alimentação vegetariana. Osteoporose e envelhecimento celular podem ser amenizados com a semente.

Linhaça: Além de indicada para constipação intestinal, atua no controle do diabetes e no tratamento da menopausa. Também faz bem ao coração, pois ajuda na limpeza das artérias.

Semente de Girassol: O magnésio contido nela melhora a qualidade do sono. Equilíbrio da pressão arterial, diminuição do mau colesterol (e aumento do bom) e ação vermífuga estão entre os demais benefícios.

Semente de abóbora: Tem ação vermífuga, equilibra a pressão arterial e contém triptofano, que dá sensação de bem-estar. É conhecida por diminuir as chances de câncer de próstata, quando combinada com outros bons hábitos.

Como se prevenir do mau uso de fones de ouvido

A maneira como aparelhos portáteis têm sido usados pode causar deficiências auditivas

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No dia a dia de qualquer cidade grande, somos expostos a estímulos sonoros dos mais variados: buzinas, trânsito, sirene, entre outros. Mas esses barulhos externos são apenas parte do problema quando se trata da saúde auditiva. Um risco ainda maior pode ser criado por nós mesmos, com o uso de aparelhos portáteis com fone de ouvido.

A diversão proporcionada por esses aparelhos, usados principalmente pelo público jovem, pode criar problemas auditivos no futuro e até mesmo perda permanente da audição, caso sejam usados de maneira inadequada.

Segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 360 milhões de pessoas no mundo sofrem de perda de audição, sendo aproximadamente 15 milhões apenas no Brasil (uma das três deficiências mais comuns no país.

Os especialistas dizem que os fones de ouvido podem ser usados, desde que se escute em um nível sonoro de até 85 decibéis, que equivalem, geralmente, ao volume até a metade da capacidade – consulte o manual do aparelho para verificar o nível de volume. Acima disso, o tempo de uso do aparelho vai decrescendo conforme o nível de exposição. A 100 decibéis, por exemplo, o tempo não deve ultrapassar 30 minutos por dia.

Também é importante não ouvir o som tão alto a ponto de não saber o que está acontecendo ao seu redor e nunca dormir com o fone no ouvido. Outra recomendação é dar preferência aos modelos supra-aurais (que cobrem os ouvidos) por serem menos nocivos que os fones de inserção (que entram no canal auditivo).

O exame de audiometria deve ser feito pelo menos uma vez por ano. A regularidade é importante porque a perda auditiva é um problema progressivo e que só é percebido a médio ou longo prazo. Esteja atento também a zumbidos, tonturas, dores ou sensação de “ouvido cheio”.

Mitos e verdades sobre gestação e maternidade

Muitas vezes, a sabedoria popular se confunde com verdade científica e são criados mitos

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Bebês reconhecem a voz da mãe: Verdade

Durante o período gestacional, a criança fica em contato constante com a vibração que vem da fala da mãe e o seu timbre é reconhecido pelo bebê, apesar de não compreender o que está sendo falado. Após o nascimento, como o timbre materno não se modifica, ele consegue relacionar a voz ao período intrauterino.

Grávidas não devem pintar o cabelo: Depende

Tinturas que utilizam sais de metal pesado – como cobre e chumbo – são contraindicadas. O ideal é que elas sejam evitadas; mas algumas naturais, como a Hena, podem ser utilizadas. O contato com o couro cabeludo favorece a absorção dessas substâncias, mas é minimizado com alguns tipos de toucas.

Os bebês são mais espertos do que antigamente: Mito

As crianças de hoje e de antigamente são iguais no desenvolvimento neuropsicomotor. O que percebemos é a questão dos estímulos externos, mais comuns nos dias atuais. As crianças são muito mais estimuladas, com o uso da tecnologia, por exemplo, do que eram antes.

Barriga pontuda, é menino; arredondada, é menina: Mito

Não existe nenhuma influência do sexo do bebê no formato da barriga. A anatomia e genética da gestante não têm influência do sexo do feto.

Exercícios físicos durante a gravidez fazem mal: Depende

Não é possível realizar as mesmas atividades físicas de antes da gravidez, mas exercícios supervisionados por um profissional especializado são recomendados. Hidroginástica e caminhada são exercícios de baixo impacto que podem ser realizados pela futura mãe.

Se os desejos da grávida não forem satisfeitos o bebê pode nascer com algum sinal: Mito

Os desejos são originados normalmente devido a necessidades do organismo da grávida, como falta de alguma vitamina.

Grávidas sentem mais calor: Verdade

Devido à aceleração do metabolismo por conta da gestação, as grávidas tendem a suar mais e a sentir mais calor.

Você sabe qual é o exercício físico ideal para você?

Conheça algumas opções populares de atividades físicas e os benefícios que elas proporcionam

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Seja para melhorar o condicionamento físico, prevenir a obesidade ou até mesmo melhorar a disciplina, fazer atividades físicas é essencial. Mas, antes de iniciar um exercício, é interessante definir seu objetivo. Há várias opções populares, com benefícios diversos. Conheça as modalidades e defina qual se encaixa mais ao seu perfil. Também é interessante consultar seu médico para que ele indique o exercício físico mais adequado para você ou informar se há alguma restrição.

Corrida

Praticada por iniciantes e profissionais, dentro e fora das academias. Estimula a produção de endorfina, o “hormônio da felicidade”. Também ajuda a emagrecer, diminui problemas respiratórios, beneficia a circulação e a musculatura, além de regular o sono.

Ciclismo

Pode ser praticado como esporte ou nas academias (modalidades bike indoor ou spinning). Não causa grande impacto nas articulações, melhora o condicionamento físico, o sistema cardiovascular e respiratório, além de fortalecer a musculatura.

Musculação/Lutas

 Atrai quem busca a boa forma física e deseja desenvolver a musculatura. O fortalecimento e a definição dos músculos aparecem, geralmente, em poucos meses. Favorece a qualidade do sono, reduz o risco de problemas cardíacos, diabetes, colesterol e hipertensão.

Exercícios aquáticos

Os praticantes são aqueles que preferem aulas dinâmicas em grupo, querem evitar impacto nas articulações e não gostam de se exercitar em salas fechadas. É ideal para quem tem problemas respiratórios, quer emagrecer ou melhorar a resistência muscular.

Danças

 Costumam ser procuradas por pessoas mais descontraídas. Melhoram a coordenação motora, fortalecem a musculatura, ajudam a emagrecer, favorecem a memória, a expressão corporal e a capacidade cardiorrespiratória.

Pilates e Ioga

Atividades indicadas para quem desejar fugir do estresse do dia a dia e opta por trabalhar o corpo e a mente. Esses exercícios ajudam a tonificar os músculos, corrigir postura, desenvolver a resistência, aumentar a flexibilidade e trabalhar a concentração como uso da respiração.

Vai viajar? Veja como manter sua saúde em dia e evitar transtornos

Saiba quais são os cuidados necessários para aproveitar todos os destinos

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Com tantos preparativos que tomam conta da agenda antes de viajar, muitos se esquecem do principal: as vacinas e os cuidados necessários para aproveitar certos destinos. Sem eles, o viajante está sujeito a complicações de saúde mais graves em alguns casos. Por isso, o recomendável é consultar um médico especializado que indique as vacinas necessárias de acordo com o local escolhido.

Engana-se quem pensa que esta preocupação é exclusividade de quem viaja para o exterior ou para destinos exóticos. Dependendo da região do Brasil, doenças diferentes podem ser adquiridas. Assim, pode ser necessário tomar a vacina de febre amarela, por exemplo.

É importante a prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças relacionadas às viagens, considerando informações como o destino da viagem, itinerário, tempo de estadia, tipo de viagem (negócios, lazer, missão etc), histórico de saúde e de vacinação.

Com esses dados é possível traçar um programa preventivo, que leva em consideração as doenças prevalentes no destino, eventuais problemas que possam estar acontecendo, além de características do viajante, como fatores de risco para doenças.

Para muitas pessoas, ainda não é rotina procurar atendimento médico antes de viajar. Após o retorno, o ideal é que pessoas que apresentem algum problema de saúde informem ao médico sobre suas viagens nos últimos meses, mesmo que curtas e para destinos próximos.

Seguem abaixo algumas dicas para o viajante:

 

  • Lave sempre as mãos com água e sabão;

 

  • Em regiões de clima quente, lembre-se de usar protetores solares, chapéus e roupas leves;

 

  • Pacientes diabéticos, hipertensos, cardiopatas, pneumopatas e todos que fizerem uso crônico de quaisquer tratamento devem levar as respectivas medicações em suas caixas originais. Para viagens internacionais, devem portar as receitas assinadas por um médico, com os nomes genéricos traduzidos para o inglês. Se fizer uso de medicações injetáveis, levar uma justificativa (em inglês) também assinada por seu médico;

 

  • Não ande descalço; evite nadar em lagoas e pequenos córregos de água parada, prevenindo doenças como esquistossomose;

 

  • Não nade ou pesque sozinho. Afogamento é causa frequente de acidentes.

 

  • Quando alugar carro, use sempre o cinto de segurança. Mantenha as crianças no banco traseiro, evitando a principal causa de morte entre viajantes que são os acidentes de trânsito;

 

Em caso de febre, lesões de pele, diarréia ou quaisquer anormalidades procure atendimento médico no seu retorno.

Alongamento e aquecimento na sua rotina de atividades físicas

Ambos são etapas importantes na prática de exercícios físicos

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Alongamento e aquecimento são atividades muito importantes para quem pratica exercícios regularmente. Mas você sabe a diferença entre os dois, para que servem e que cuidados devemos ter na execução dessas atividades?

O alongamento é um tipo de atividade de contração muscular, que gera um estímulo para alongar as fibras musculares. Já o aquecimento é uma forma de aumentar o metabolismo da musculatura a ser utilizada durante a prática esportiva. Ele tende a ser executado de forma progressiva, dentro do mesmo gesto motor da atividade a ser realizada a seguir.

Veja algumas dúvidas frequentes:

Quais riscos corremos quando não fazemos alongamento da forma adequada?

O grande risco é gerar uma tensão patológica ao músculo, isto é, o estímulo tensional ser maior do que o tecido pode suportar, gerando estiramento ou ruptura da fibra muscular.

E para o aquecimento?

O risco é não fazê-lo de forma progressiva, representando já uma carga excessiva aos músculos sem que haja adaptação o suficiente. Esta carga também pode causar risco de lesões musculares e das articulações.

Como evitar esses problemas?

O segredo para se evitar tais riscos é primeiro fazer os movimentos com atenção e sem pressa para concluir as fases. O aquecimento é obrigatório antes das atividades e faz parte do treino, já o alongamento pode ser feito antes, após ou mesmo em momento separado da atividade.

É necessária a suplementação de ácido fólico durante a gravidez?

O ácido fólico é importantíssimo na gestação. Saiba por que e onde encontrá-lo

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Durante a gravidez, o ácido fólico tem um papel importante na diminuição da incidência de más-formações e complicações gestacionais, incluindo a cardiopatia congênita, fissura labial (conhecida como lábio leporino), baixo peso do recém-nascido e hipertensão gestacional.

“Defeitos abertos do tubo neural, como a anencefalia (má-formação congênita que atinge um em cada mil bebês), sabidamente têm sua incidência diminuída em até 75% quando a mulher faz a ingestão de pelo menos 400 microgramas (mcg) de ácido fólico ao dia, no período de um a dois meses antes do último período menstrual, conhecido como periconcepcional”, explica Dr. Jurandir Passos, especialista em Medicina Fetal.

Onde encontrar?

Nos alimentos, o ácido fólico é encontrado na sua forma natural, que é o folato. Ele está presente em vegetais de folhas verde-escuras como couve e brócolis e em alimentos como fígado de galinha e lentilhas, por exemplo. No entanto, sua absorção pelo corpo não é tão simples.

Por isso, há a indicação de suplementação do ácido fólico para todas as mulheres que planejam engravidar, pois os defeitos do tubo neural acontecem durante o estágio inicial de desenvolvimento e muitas vezes antes até que as mães saibam que estão grávidas.

Procure seu médico, para que ele indique a dosagem ideal para você e o período pelo qual o ácido fólico deve ser ingerido e consulte uma nutricionista, para que você também tenha uma dieta rica em folato.