Precisão a serviço de médicos e pacientes

Recente na área médica, a elastografia é capaz de avaliar a rigidez dos órgãos examinados com mais exatidão e...

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Há muitos anos, os médicos têm usado a palpação manual para avaliar a rigidez dos tecidos, fazer triagem dos pacientes e o diagnóstico de inúmeras doenças. Hoje em dia, porém, existe uma técnica complementar ao diagnóstico, capaz de medir a rigidez e a viscosidade dos tecidos moles. Trata-se da elastografia, indicada principalmente, para avaliar a rigidez do fígado.

“Em outras palavras, é uma forma de ‘palpação virtual’, que permite avaliar as propriedades mecânicas do tecido, quantitativamente. É um método recente, cuja aplicação clínica se consolidou nos últimos dez anos. Nosso novo equipamento de ressonância magnética, GE Optma 450, será um dos primeiros no Brasil habilitados a realizar o exame”, explica o Dr. Guilherme Moura de Cunha, médico Radiologista e Coordenador Médico do Serviço de Ressonância Magnética.

A principal vantagem dessa técnica é oferecer um diagnóstico e uma avaliação do problema de maneira simples e não invasivo. “Até um passado recente, pacientes portadores de doenças hepáticas crônicas precisavam ser submetidos à biópsia para o diagnóstico e acompanhamento. Isso representa um risco aos indivíduos, tendo em vista que a biópsia hepática é um procedimento invasivo, porque os pacientes são mais propensos a complicações, como sangramentos e infecções. Essa técnica também é uma vantagem para o médico assistente, que pode avaliar seu paciente de forma periódica, durante um tratamento, sem oferecer nenhum risco ao indivíduo”, conclui o Dr. Cunha.

O exame é bem simples do ponto de vista da realização. Ele é incorporado durante o exame de ressonância magnética do fígado, como uma sequência adicional, que dura poucos minutos. Não há, para o paciente, uma etapa a mais ou um novo procedimento realizado.

 

O exame está disponível em nossa unidade CDPI Leblon. Você pode saber mais ligando para nosso Atendimento ao Cliente através dos números (21) 2111-9150 ou (21) 2212-2525.

Jovens também devem ter cuidado com a hipertensão arterial

Confira em nosso blog algumas medidas para minimizar ou até mesmo evitar este problema.

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Considerado um problema silencioso, a hipertensão arterial não é uma doença exclusiva dos idosos ou pessoas acima dos 40 anos de idade, como muitos pensam. Ela está presente e crescendo, também, entre os adultos jovens. De acordo com a pesquisa da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico – Vigitel 2012, do Ministério da Saúde, 24,3% da população adulta no Brasil é hipertensa.

 

Cerca de 50% das pessoas não sabem que têm hipertensão arterial e esse é o maior problema. Além disso, cerca de 90% dos casos não apresentam uma causa aparente facilmente identificável, o que contribui para que o diagnóstico e o tratamento da doença sejam postergados. E para piorar cerca de 10% dos casos de hipertensão estão relacionados a problemas renais, endócrinos, abuso de medicamentos, entre outros.

 

A diferença, quando detectada na população mais jovem, é o diagnóstico. Nestes casos é necessário fazer uma avaliação mais detalhada, com o auxílio de exames complementares.

 

A doença não tem cura, mas possui tratamento e pode ser controlada. A indicação do melhor método deve ser avaliada por um médico. O tratamento nem sempre está atrelado ao uso de medicamentos, por isso manter um estilo de vida saudável é imprescindível.

 

Veja quais medidas você pode adotar:

 

 

  • Manter o peso adequado e, se necessário, mudar os hábitos alimentares;
  • Não abusar do sal;
  • Praticar atividades físicas regularmente;
  • Aproveitar momentos de lazer;
  • Abandonar o fumo;
  • Moderar o consumo de álcool;
  • Evitar alimentos gordurosos;
  • Controlar o diabetes e outras doenças que possam estar relacionadas ao problema.

Cuidados com a saúde devem fazer parte do check-list da viagem

As pessoas têm particularidades diferentes, então, os cuidados devem ser de acordo com as características de...

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Preparar uma viagem não é tarefa fácil, mesmo para aqueles mais viajados. Além de fazer revisões nos veículos ou comprar passagens, reservar o hotel e elaborar roteiros de passeios, os cuidados com a saúde, também, devem entrar no check-list da viagem.

As pessoas têm particularidades diferentes, então, os cuidados devem ser de acordo com as características de cada um. É importante levar em consideração o destino, para que o viajante atente-se às doenças locais, principalmente, as transmitidas pela água, pelos alimentos e pelos mosquitos.

Para isso, uma ótima sugestão é conferir as condições de saúde do local para onde está indo. Os sites da Organização Mundial da Saúde (OMS) e das Secretarias de Saúde regionais são essenciais para ter conhecimento sobre postos de atendimento e as possíveis epidemias existentes no local para onde o viajante irá.

Estar com o calendário de vacinação atualizado antes de viajar é fundamental para não ter problemas. Vacinas contra tétano, gripe, pneumonia, sarampo, caxumba e rubéola são importantíssimas para quem está com a viagem marcada. A vacina contra febre amarela é exigida para entrada em alguns países.  Não esqueça de verificar. Além disso, as vacinas contra cólera, raiva e hepatite A, também, são recomendadas, já que não fazem parte do calendário”.

Aqueles que tomam medicamentos controlados devem levar uma quantidade de remédios suficiente para os dias de viagem e a última receita emitida pelo médico. Já as pessoas que têm doenças crônicas precisam consultar um especialista e checar se a enfermidade está controlada.

Exercícios pélvicos ajudam na recuperação pós-parto

Independente de a mulher ter ou não engravidado, ela está suscetível a ter uma queda da bexiga e do intestino...

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Esquecidos por boa parte das pessoas, os músculos pélvicos exercem importantes funções. Além de ajudarem no controle da urina, eles também são fundamentais na expulsão do bebê durante o trabalho de parto. Por isso, exercícios específicos para esta região têm sido cada vez mais indicados por médicos às mais variadas faixas etárias, principalmente para as gestantes.

Os exercícios têm inúmeros benefícios para as grávidas. Além de fortalecer a pélvis e o períneo para a passagem do bebê, eles também ajudam na recuperação da região após o parto, contribuindo para a regeneração das lesões que acontecem na musculatura da região pélvica. É importante lembrar que não são só os partos normais que podem danificar o tônus dos músculos da pélvis.

Independente de a mulher ter ou não engravidado, ela está suscetível a ter uma queda da bexiga e do intestino com o passar dos anos, o que pode levar a incontinência urinária. Por isso os exercícios devem ser feitos por todas.

O exercício mais conhecido para fortalecimento do assoalho pélvico é o Kegel. Ele trabalha o músculo pubiococcígeo, responsável por sustentar os órgãos genitais, tanto na mulher como no homem. Para esta técnica, recomenda-se que a mulher fique sentada, com a mão sobre as coxas e que realize contrações vaginais.

Para complementar os exercícios de Kegel, algumas mulheres também adotam o EPI-NO. Trata-se de um balão de silicone que pode ser colocado na vagina e insuflado, com o intuito de distender os músculos da região. Ele também é indicado para as gestantes que querem evitar a necessidade da episiotomia durante o trabalho de parto.

Não há um exame que detecte desgasto na região pélvica. Entretanto, o acompanhamento médico pode avaliar se houve afinamento da musculatura ao longo dos anos. Converse com seu médico sobre o assunto.

 

Detecção precoce da Osteoporose é fundamental para evitar fraturas

A Osteoporose é a diminuição da massa óssea e alteração da própria arquitetura do osso. Os pacientes com o...

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Dados divulgados pela Fundação Internacional de Osteoporose revelam que os casos de fratura de quadril, um dos mais graves, devem crescer 15% no Brasil até 2020, chegando a 140 mil daqui a cinco anos. Os números também indicam que um diagnóstico precoce da osteoporose – doença que fragiliza os ossos e um dos maiores fatores para este tipo de fratura – não é realizado. Isso porque 75% dos diagnósticos são feitos somente após o primeiro osso quebrado e o risco de novas fraturas vertebrais em mulheres que já apresentam fraturas prévias é de 27% em cada ano após a primeira fratura.

A Osteoporose é a diminuição da massa óssea e alteração da própria arquitetura do osso. Os pacientes com o problema têm os ossos mais frágeis que se quebram com mais facilidade. Esta doença é mais comum em mulheres acima dos 50 anos. Uma média de 33% das mulheres maiores de 55 anos apresenta a osteopenia, situação de perda de massa óssea prévia à osteoporose. Mas os homens também devem procurar serem diagnosticados a partir dos 50 anos, caso tenham fatores de risco.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) um a cada cinco homens tem osteoporose no decorrer da vida, por isso a importância do diagnóstico em ambos os casos.

Densitometria Óssea

Com a Densitometria Óssea é possível comparar os ossos do paciente com o de uma pessoa jovem e saudável e fornecer um cálculo que indica quão distante o paciente está da massa óssea da média ideal. Com isso, dá para prever qualquer problema futuro e evitar uma fratura séria.

O exame de densitometria realizado para a detecção da osteoporose é feito com um raio x com feixe concentrado, tendo uma exposição até dez vezes menor que aquela gerada por uma radiografia normal de tórax, por exemplo.

Converse com seu médico sobre o assunto. Vale lembrar que o Laboratório CDPI realiza os exames citados acima em todas as unidades. Entre em contato com a nossa central de atendimento ao cliente pelo telefone (21) 2111-9150 e saiba mais.

 

É dengue ou gripe? Saiba diferenciar

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o Rio de Janeiro teve um aumento de 163% nas seis primeiras...

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A chegada do outono deixa as temperaturas mais amenas e os casos de gripe tendem a aumentar. As mudanças de temperatura causam alguns sintomas de resfriado como: dor de cabeça, coriza e dores no corpo, principalmente no sul e sudeste do país. Estes sintomas podem ser facilmente confundidos com os da dengue. “Como as chuvas tendem a continuar frequentes por mais algumas semanas, o ambiente continua propício para a disseminação do mosquito da dengue. Por isso muita gente se confunde com os sintomas nesta época”, afirma o infectologista do Sergio Franco/CDPI, Dr. Alberto Chebabo.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o Rio de Janeiro teve um aumento de 163% nas seis primeiras semanas epidemiológicas do ano. Mesmo com a mudança de estação, é provável que o quadro ainda exija atenção redobrada por um tempo. Segundo Dr. Chebabo, devido a este cenário, muitas pessoas procuram atendimento médico acreditando estar com dengue, quando na verdade estão com gripe.

Os sintomas da gripe e da dengue costumam ser bem parecidos, já que ambas podem causar dor de cabeça, no corpo, no fundo dos olhos, mal estar e febre alta. Segundo Chebabo, “a principal diferença é que quem está com gripe também apresenta coriza, espirros, dor na garganta, tosse e secreções nasais, o que não acontece nos infectados pela dengue”.

O surgimento de manchas vermelhas pelo corpo também é um diferencial, já que é típico de quem está com dengue. “Se houver dúvidas, o paciente deve procurar seu médico para a realização de exames. Atualmente, os resultados ficam prontos rapidamente, facilitando o início do tratamento”.

O diagnóstico precoce também pode evitar complicações. “Os pacientes infectados com dengue não podem consumir uma série de medicamentos sob o risco de piora do quadro. Antitérmicos que tenham ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios devem ser evitados”, afirma Dr. Alberto.

 

Conheça os principais benefícios do chocolate

Páscoa pede chocolate!

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Na tradição cristã, a Páscoa é considerada a mais antiga e importante festa, já que simboliza o renascimento de Jesus Cristo. Entre os povos mais antigos, a figura do coelho significa fertilidade, que está diretamente relacionada à esperança de uma nova vida. Da mesma forma, os ovos de chocolate que são trocados nesta data, também possuem este significado entre judeus e cristãos.

Muitos desconhecem esta simbologia, mas quase todos são fãs do chocolate e aproveitam a comemoração para extrapolar na ingestão do doce.

Embora seja rico em nutrientes, o consumo do chocolate deve ser moderado porque pode provocar ganho de peso e distúrbios gastrointestinais como diarreia, náuseas e vômitos.

A boa notícia é que mesmo sendo calórico, o chocolate saboreado com moderação faz bem para o corpo e para a mente. Ele é rico em nutrientes como cálcio, fósforo, proteínas e outros minerais necessários ao organismo e é fonte de antioxidantes (especialmente o amargo), que combatem os radicais livres e ajudam a diminuir o colesterol. Além disso, estimula a produção de serotonina, hormônio que promove bem-estar e alivia a tensão. Seu consumo diário não deve ultrapassar 30 gramas.

Os diabéticos podem recorrer às versões diets, mas sempre controlando o consumo, pois esse chocolate o tem uma quantidade de gordura maior do que o  tradicional.

Boa Páscoa a todos e não abusem do chocolate!