Alimentos da estação: sardinha

Mais barata e menos glamourosa… mas com mais ômega-3 que o salmão

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Quando pensamos em ômega-3, pensamos em salmão, atum e outros peixes grandes e notáveis. No entanto, há um peixe pequenino que ganha de todos eles e quase ninguém o valoriza devidamente: trata-se da sardinha.

No ranking de peixes ricos no ácido graxo tão benéfico, a sardinha perde apenas para a cavala e para o arenque. Cem gramas do peixe (o que equivale a 3 unidades aproximadamente) possui de 1,5 a 2,5 gramas de ômega-3, ou seja: considerando a recomendação semanal da substância, basta consumir uma porção de 150g a 200g do peixe, de duas a três vezes na semana.

A sardinha não só contém ômega-3 como fornece o ácido graxo em suas melhores variantes: o eicosapentaenóico, conhecido como EPA, e o docosahexaenóico, o DHA. Enquanto as enzimas do nosso corpo precisam trabalhar para fazer esta transformação quando ingerimos outros alimentos, na sardinha ela já vem pronta para ser absorvida por qualquer um, em qualquer situação. Resultado: o coração, o intestino, as articulações, a retina e a massa cinzenta se beneficiam com mais rapidez e facilidade.

Mas não é só ômega-3 que a sardinha oferece. O peixe ainda é fonte de proteínas de excelente qualidade, ideal para manter os músculos em dia, e fósforo, que auxilia na mineralização dos ossos. Cálcio, zinco e ferro também estão presentes em grande quantidade.

Outra boa notícia é que a sardinha em lata é tão boa quanto a comprada fresca – é só eliminar todo o óleo que vem com ela. Uma vez com o peixe na sua cozinha, evite frituras. Assada no forno com batata e legumes, grelhada, ensopada, na salada… são várias as opções de prato, isto sem falar nas possibilidades de recheio em tortas, patês, suflês, omeletes, etc .

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