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Agende exames com a Turma do Scooby-Doo

Bebês são uma surpresa a cada dia, principalmente durante o primeiro ano de vida, quando os pais estão se adaptando à nova rotina de cuidados com o filho.

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Bebês são uma surpresa a cada dia, principalmente durante o primeiro ano de vida, quando os pais estão se adaptando à nova rotina de cuidados com o filho. Alguns dos exames feitos logo na maternidade podem evitar o desenvolvimento de doenças que se tornam graves se não forem tratadas com agilidade.

O laboratório Sérgio Franco/CDPI ajuda os pais de primeira viagem, ou não, explicando melhor sobre os exames que precisam ser realizados durante esse período e por que são tão importantes.

EXAMES que os bebês devem realizar durante o primeiro ano de vida

– Tipagem sanguínea: realizada ainda na sala de parto, identifica o tipo de sangue A, B, AB ou O – e seu fator Rh – positivo ou negativo.

– VDRL: É um exame para triagem de sífilis. Não é obrigatório, mas faz parte do protocolo de muitas maternidades.

– Teste do pezinho básico e ampliado: A coleta se faz a partir do terceiro dia do nascimento, pois o recém-nascido deve ter sido alimentado. O objetivo do teste é avaliar o risco do recém-nascido para algumas doenças que podem trazer prejuízo para seu desenvolvimento futuro.

– Teste da orelhinha ou triagem auditiva: Verifica se o recém-nascido não tem nenhum déficit auditivo e costuma ser feito após 24 horas de vida.

– Reflexo vermelho: É um teste extremamente simples, feito na maternidade, para afastar a presença de catarata congênita e tumores no olho.

– Teste do coração: Geralmente é realizado a partir do segundo dia de vida da criança e serve para identificar alguma malformação cardiovascular e medir o nível de oxigênio no sangue.

– Teste da linguinha: Observa-se se o freno lingual da criança é muito curto, o que pode prejudicar o processo de fala e da amamentação.

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TOQUE DE AMIGA: SÉRGIO FRANCO/CDPI E VOCÊ NA LUTA CONTRA O CÂNCER DE MAMA

Conheça melhor o câncer de mama e veja quais exames não podem faltar para o diagnóstico precoce.

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O câncer de mama é o segundo tipo de tumor que mais atinge as mulheres em todo o mundo. Apenas 10% dos casos são hereditários, o que significa que 90% das mulheres desenvolvem o câncer por outros motivos – como colesterol alto, obesidade, reposição hormonal e não amamentar após a gestação.

Apesar de ainda ser difícil rastrear as causas exatas do câncer de mama, temos uma boa notícia: ele tem até 95% de cura quando é diagnosticado logo no início. Descobrir o câncer na fase inicial pode, inclusive, evitar procedimentos agressivos como a quimioterapia. A melhor solução é se cuidar bem e fazer exames periódicos para diminuir os riscos.

Veja quais são os principais exames para diagnosticar o câncer de mama:

Mamografia

Muito eficaz para detectar nódulos imperceptíveis pelo toque, a mamografia é indicada para mulheres a partir dos 40 anos, uma vez por ano. Mulheres com histórico de câncer na família devem começar a fazer os exames dez anos antes da idade que a parente tinha ao detectar o tumor.

Ressonância magnética e ultrassonografia

Podem detectar alguns detalhes da mama com maior precisão do que a mamografia. A ressonância é um método com alta sensibilidade para identificar lesões. Já a ultrassonografia pode ser usada para guiar a agulha durante as biópsias e para rastrear alterações em locais da mama mais difíceis de serem visualizados em outros exames.

Exame genético

É indicado apenas para os pacientes que preencham critérios clínicos de câncer hereditário. Os testes analisam o DNA de células do sangue e podem detectar alterações que comprovem o alto risco de desenvolver câncer de mama.

Lembre-se: sempre consulte seu médico. Ele ou ela é a melhor pessoa para indicar quais exames você deve fazer, de acordo com o seu perfil.

O combate ao câncer de mama não acaba depois do diagnóstico. Se alimentar bem, fazer exercícios, evitar bebidas alcoólicas e fumo e ficar de olho no seu peso ideal são cuidados simples, porém muito valiosos na luta diária contra o câncer. Junte-se ao Sérgio Franco/CDPI nessa causa!

A receita da Felicidade

É verdade que o bom humor influencia na sua saúde? Entenda e veja algumas dicas para animar a rotina.

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Dizem que para ser feliz, basta encarar a vida com mais otimismo. Mas será que é tão simples? Alguns estudos recentes revelam que, além do comportamento, a química cerebral também tem um papel importante para alcançar o bom humor. O corpo tem hora certa para cada sensação: frio, calor, fome e sono, assim como o bom humor e o mau humor. Quem comanda todas essas sensações são as estruturas cerebrais no sistema límbico, responsável pelas emoções dentro do córtex. O mau humor nada mais é do que o desequilíbrio dessas funções cerebrais. Por isso, que tal cuidar mais do corpo e da mente para manter a alegria em alta? Preparamos 8 dicas para melhorar seu humor no dia a dia:

Os homens precisam se preocupar mais com a saúde?

Veja os principais cuidados para cada fase de vida do homem.

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Como diz o ditado, prevenir é melhor do que remediar. Mas quando o assunto é a saúde do homem, nem sempre é isso que acontece. Em geral, os homens não têm a mesma preocupação com a saúde que as mulheres, que já iniciam os cuidados desde a adolescência quando começam as visitas ao ginecologista.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer, a cada ano, cerca de 60 mil novos casos de câncer de próstata aparecem no Brasil. E, junto ao esse tipo de câncer, as doenças do coração também são motivo de maior preocupação, por serem doenças muitas vezes assintomáticas e de difícil tratamento. É aí que entra a importância do diagnóstico precoce: com métodos avançados de medicina diagnóstica, é possível identificar até mesmo as doenças mais silenciosas e permitir um tratamento rápido e mais eficiente.

O ideal é que o homem procure um clínico geral ou um urologista pelo menos uma vez por ano na fase adulta. Mudando seu comportamento em relação aos cuidados com a saúde, você pode ter mais longevidade e qualidade de vida. No infográfico abaixo, separamos os principais pontos de atenção e exames para cada fase de vida do homem:

 

5 dicas para curtir o frio longe das doenças

O inverno chegou, e época de doenças respiratórias também. Veja algumas dicas para se prevenir.

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Durante as estações mais frias do ano, as doenças respiratórias, como rinite, sinusite, gripe, resfriados e até pneumonia, aparecem com mais frequência. Isso acontece por conta das variações térmicas e da umidade do ar, além do aumento da circulação de vírus que atingem as vias respiratórias. Outro motivo é o hábito de ficarmos muito tempo em lugares fechados o que facilita a transmissão de doenças.

Como ficar longe das doenças respiratórias no frio?

  1. Mantenha uma alimentação saudável e beba bastante água. Isso ajuda o seu organismo a se manter saudável, e facilita o funcionamento do sistema imunológico.
  2. Em casa, elimine ácaros e poeira, e procure melhorar a ventilação do ambiente. As roupas de frio merecem o mesmo cuidado: por terem ficado guardadas por tanto tempo, também é importante deixá-las ventilando um pouco antes de usar.
  3. Evite o contato com pessoas tossindo e espirrando, e não se esqueça de sempre higienizar as mãos com álcool gel.
  4. Se já estiver gripado ou resfriado, proteja seu rosto quando for tossir ou espirrar: com esse simples gesto, você protege quem está à sua volta.
  5. A vacinação é um dos seus maiores aliados no combate às doenças respiratórias. A vacina quadrivalente é ideal para uma proteção completa contra a gripe, e já está disponível em algumas unidades do Sérgio Franco.

E então, que tal seguir essas dicas e se proteger? Assim curtir o inverno fica mais seguro e ainda mais agradável, e o frio não precisa ser motivo de preocupação.

8 Benefícios do chocolate amargo

Além de saboroso, ele faz bem à saúde e pode ajudar a perder peso, entenda.

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Se você é apaixonado por chocolate, temos uma boa notícia. O doce mais amado pela maior parte das pessoas pode ser inserido sem culpa na dieta, com uma condição: deve ser do tipo amargo, feito com grãos de cacau torrados, pouco açúcar e nada de leite. Quanto maior a concentração de cacau, menor o teor de açúcar do alimento e, portanto, maiores são seus benefícios.

O chocolate amargo é fonte de magnésio, cobre, ferro e manganês. Potássio, zinco e selênio também estão presentes, além de propriedades antioxidantes, que ajudam a acelerar o metabolismo e diminuir a resistência à insulina. Além disso, o chocolate amargo pode proporcionar uma sensação de bem-estar, ajuda a controlar a pressão, e estabiliza o colesterol e glicose.

Os tipos de chocolate amargo mais comuns são os de 60 e 70%, mas atualmente já é possível encontrar barras de chocolate amargo com até 99% de cacau em sua composição. Que tal trocar o chocolate ao leite por essa saborosa versão, repleta de benefícios?

Veja todos os benefícios no infográfico abaixo:

Aprenda a preparar salada no pote

Além de nutritiva, nova moda é uma ótima opção para levar ao trabalho.

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Você consome pelo menos cinco porções de vegetais por dia? Essa é a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para manter a saúde em dia. Para quem tem uma rotina corrida, porém, adotar uma alimentação equilibrada pode ser um desafio.

Nada como unir o útil ao agradável: a salada no pote de vidro é muito fácil de preparar, e a economia de tempo faz a diferença no dia a dia.

A nova tendência é uma solução prática para uma alimentação saudável e rica em nutrientes, principalmente para quem almoça ou janta fora de casa. Não é à toa que já é sucesso nos Estados Unidos há alguns anos.

Na geladeira, a refeição dura até dois dias com proteínas (carne, frango ou atum) e até cinco dias sem proteínas. Por isso, você pode preparar as saladas da semana no domingo, para levar ao trabalho nos dias seguintes. É importante lembrar que a salada deve ser mantida na geladeira, mesmo no ambiente de trabalho. Caso não seja possível, uma bolsa térmica é uma boa alternativa para levar o pote.

Qual pote usar?

Prefira potes de vidro. Além de ter melhor conservação, são mais fáceis de limpar e duram mais.

Como montar a salada?

O ideal é em camadas com vários tipos de alimentos. Isso porque a divisão é fundamental para conservar os ingredientes. Folhas de alface no fundo do pote, por exemplo, podem ficar esmagadas e perder o frescor. Lembre-se: apenas quando for comer a salada misture os ingredientes com o molho, que ficará no fundo do pote.

 

Flexibilização do jejum

Com apenas 3 horas sem ingerir alimentos e alguns casos até sem nenhum jejum, você pode realizar a maioria dos exames de sangue.

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Aproveite para fazer as coletas em horários mais flexíveis, como durante a tarde ou no fim do dia. Consulte sempre seu médico previamente e caso tenha alguma dúvida consulte nossas perguntas mais frequentes:

Por que houve a necessidade de atualizar e/ou criar o consenso?
A necessidade veio com a confirmação de que os níveis de triglicérides elevados depois da alimentação aumentam o risco cardiovascular. Com isso, a cardiologia clínica passou a considerar esse tipo de teste como um “novo parâmetro” para avaliar o risco do paciente a desenvolver doença cardiovascular. Eles demonstraram não ter alterações significativas no exame de triglicérides entre os grupos de pacientes com jejum, quando comparados com os pacientes sem jejum prévio – em adultos, crianças e adolescentes. O maior benefício dessa atualização é para os pacientes diabéticos que ficam em risco de hipoglicemia, assim como para gestantes, idosos e crianças.

Por que o consenso está sendo divulgado amplamente somente agora?
O Consenso só foi liberado no final de 2016 porque estava aguardando a atualização da Diretriz de Dislipidemias da SBPC, que contempla a Avaliação Laboratorial do Perfil Lipídico e a Avaliação Clínica das Dislipidemias.

Os laboratórios são obrigados a seguir a Normatização?
Não. Trata-se apenas de recomendações, cada laboratório decidirá o que fazer com essas novas solicitações.

Quem são os mais beneficiados pela flexibilização do jejum? Por exemplo, os diabéticos são beneficiados de qual maneira?
Todos se beneficiam. O paciente que não precisa mais passar pelo desconforto de ficar 12 horas sem comer, principalmente aqueles mais sensíveis – como é o caso dos diabéticos que usam insulina. Outros grupos que acabam sendo passíveis de intercorrências são as gestantes, crianças e idosos.

Houve redução de tempo de jejum para quais exames?
Neste Consenso houve a dispensa do jejum para o perfil lipídico, que engloba o Colesterol Total (CT), LDL‐C, HDL‐C, não‐HDL‐ C e o Triglicérides (TG).
Se o exame não necessita de jejum, e o médico pede para fazer sem alimentação prévia, o que o paciente deve fazer? Seguir a recomendação do médico.

Se o médico solicitar a avaliação do perfil lipídico com jejum e o paciente não fizer o jejum, como o laboratório deve proceder?
O paciente está indo contra a orientação do médico que solicita o exame. Tentar o contato com o médico e discutir pontualmente o problema.

Quais são os casosem que o jejum deve ser mantido, mesmos sendo exames para avaliação do perfil lipídico?
O médico é quem deverá avaliar os casos em que pode ainda ser necessário o jejum prolongado para esses exames.

Quais os exames podem ser realizados sem jejum? E quando houver um pedido de exame de radiologia no mesmo pedido?
Sempre o laboratório irá seguir as orientações do médico solicitante. São poucos os exames que necessitam de jejum atualmente. Quando for realizar exames de radiologia no mesmo momento, as instruções de preparo destes deverão ser seguidas. Abaixo, apresentamos a lista atualizada dos exames que exigem jejum específico:

EXAME JEJUM

4 horas
Proteína ligadora de IGF
Polipeptídeo pancreático
6 horas
Homocisteína
Haptoglobina
8 horas
Peptídeo C
Tolerância a lactose
Tolerância a glicose
Ácidos graxos de cadeia ramificadas
Vitamina B6
Absorção de xilose
Vitamina C
Glicemia
12 horas
Gastrina
Adiponectina
Ácidos graxos
Ácidos graxos de cadeia longa
Absorção de triglicérides

Qual o motivo que devo informar o horário de minha última refeição no atendimento?
A recomendação do consenso brasileiro é que a avaliação do valor do perfil lipídico seja realizada juntamente com o estado metabólico do paciente. Desta forma, a liberação do tempo de jejum no laudo é uma forma de auxiliar o médico na interpretação do exame.

Ficou mais fácil fazer o exame de biópsia de próstata

Anestesia local e sedação aliviam a sensação de desconforto do paciente.

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No Brasil, cerca de 60 mil novos casos de câncer de próstata são descobertos ao ano e a melhor maneira de evitá-lo é o mesmo de tantas outras doenças: realizar os exames preventivos para um diagnóstico precoce e um tratamento mais eficaz.

Mesmo assim, muitos pacientes ainda têm receio em fazer alguns exames, principalmente pelo desconforto. É o caso da biópsia de próstata, um procedimento eficiente feito em casos de suspeita de câncer, e que garante bons resultados ao determinar a existência ou não da patologia.

E como funciona o exame? A Dra. Glória Falcão, radiologista e parte do corpo clínico da CDPI, explica que neste tipo de biópsia, “é feita a retirada de fragmentos de tecido da próstata através de uma agulha acoplada à uma pistola especial para esse método, guiada pela ultrassonografia transretal da próstata com Doppler colorido”.

Na CDPI Niterói, a biópsia de próstata ficou muito mais confortável. A unidade já é pioneira em diversos tipos de biópsias, e inova ao trazer uma versão do procedimento com sedação e anestesia local. Neste método, o paciente permanece adormecido durante todo o tempo necessário e, ao acordar, o desconforto é minimizado graças à anestesia.

Vale lembrar que o paciente deve marcar seu exame com antecedência e seguir adequadamente as instruções de preparação. No dia da biópsia, deve-se chegar com meia hora de antecedência para a avaliação do anestesista e para fazer exames de imagem e níveis de Antígeno Prostático Específico (PSA), determinados através do sangue.

“Somos uma que realiza biópsias há muitos anos. Fomos a pioneira na cidade de Niterói e agora realizamos esse método mais agradável ao paciente que facilita a aceitação do exame. O procedimento já está disponível para a realização na unidade Icaraí 509, oferecendo conforto e atendimento de qualidade”, completa a Dra. Glória.

Entenda importância de diagnosticar diabetes com antecedência

A doença pode levar de 5 a 7 anos para se desenvolver, mas pode ser identificada cedo com exames periódicos.

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Você sabia que cerca de 30% das pessoas com diabetes não sabem que são portadoras da doença? E que até 25% das pessoas recém diagnosticadas já tem complicações relacionadas?
Isso ocorre porque seus sintomas são comuns, como uma simples tontura, dificuldade visual, cãibra ou disfunção erétil. Em alguns casos ainda, o diabetes não apresenta sintoma nenhum, podendo chegar a um período de 5 a 7 anos entre o início e o diagnóstico da patologia.
O diabetes que não é tratado pode resultar em várias outras complicações micro e macrovasculares, como lesões nos rins, distúrbios neurológicos e infarto. Dessa forma, o diagnóstico precoce é fundamental para minimizar os danos da doença.
O segredo para diagnosticar o diabetes com antecedência é realizar consultas e exames periodicamente, sob orientação do médico, sendo que a prevalência do diabetes no Brasil aumenta com a idade: Enquanto 2,7% das pessoas na faixa etária de 30 a 59 anos têm a doença, o índice pula para 17,4% entre os pacientes com idade entre 60 e 69 anos.
Gestantes devem ter atenção redobrada e manter seu nível de glicose controlado, já que bebês de mães portadoras de diabetes estão em maior risco de mortalidade em comparação com crianças nascidas de mães sem a doença. É recomendado que a dosagem de glicose dos recém-nascidos de mães diabéticas seja feita logo após o parto, uma vez que esses bebês apresentam um risco maior de hipoglicemia (queda da glicose).
Saiba mais sobre os diabetes tipo 1 e 2 e quais os exames para identificá-los:

DIABETES TIPO 1

O diabetes tipo 1 acomete principalmente crianças, adolescentes e jovens adultos. É uma doença autoimune que destrói as células produtoras de insulina no pâncreas, o que torna necessárias as injeções para regular a glicose.
Para detectar a doença, o paciente pode fazer os seguintes exames: glicemia de jejum, que mede o nível de açúcar no sangue naquele momento, e hemoglobina glicada, que mostra a quantidade média de açúcar no sangue nos últimos três meses. Também é necessário atenção caso aconteça a glicemia ocasional elevada mesmo quando a pessoa não está em jejum. Essa condição, aliada a outros sintomas da doença como emagrecimento, fome e sede excessiva, pode indicar a presença da patologia.

DIABETES TIPO 2

O diabetes tipo 2 está relacionado ao sedentarismo, à obesidade e a resistência à ação da insulina, sendo mais comum em pessoas que já passaram dos 45 anos.
Nesse tipo de patologia, cerca de 50% dos pacientes desconhecem ter a doença por apresentar pouco ou nenhum sintoma, podendo haver um período de 5 a 7 anos entre o início da doença e seu diagnóstico. Por isso, não se deve esperar um quadro clínico, e sim identificar grupos de risco: pessoas com idade acima de 45 anos, ou mais jovens que tenham fatores suscetíveis à doença, como obesidade, hipertensão arterial, alteração do colesterol, ovários policísticos e histórico familiar de diabetes. Para rastrear a doença nesses pacientes, é feita a dosagem da glicemia em jejum.