O Sérgio Franco agora atende Unimed Alfa

Conheça as unidades do Sérgio Franco que atendem o plano Unimed Alfa

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Boa notícia para quem tem o plano Unimed Alfa: agora você pode contar com o Sérgio Franco para realizar seus exames!

Unidades Sérgio Franco que atendem o plano Unimed Alfa:

UNIDADE ENDEREÇO
Bangu Rua Francisco Real, 1.869
Bangu Shopping Bangu Shopping – Rua Fonseca, 240 – Sala 218
Barra – Complexo das Américas Av. Jorge Curi, 550 Lj 156
Barra – Jardim Oceânico Av. Olegário Maciel, 519 Sala 203
Barra – MDX Av. das Américas, 6.205 – Sl 101
Barra – Rio 2 Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1.111  Blc 01  Sls 106/107/108 (Shopping Seletto)
Barra – Shopping Aventura Center Shopping Aventura Center – Av. das Américas, 10.101 – Lojas 116 e 117
Barra da Tijuca Av. das Américas, 505 – Lj C/D
Barra Shopping Av. das Américas, 4.666  3º Piso Lj 302
Bonsucesso – Guilherme Maxwell Av. Guilherme Maxwell, 516  Ljs 103,104 e 105
Bonsucesso – Nova York Av. Nova York, 105
Botafogo – Conde de Irajá Rua Conde de Irajá, 479
Botafogo – Sorocaba Clínica Sorocaba – Rua Sorocaba, 464 – Térreo
Cachambi Av. Dom Helder Câmara, 5.555 – Sl 313/314
Campo Grande I Rua Coronel Agostinho, 76 – Sobreloja 218/219
Campo Grande II Rua Barcelos Domingos, 112 A
Caxias – Conde de Porto Alegre Rua Conde de Porto Alegre, 36
Caxias – Nilo Peçanha Av. Nilo Peçanha, 621
Centro – Presidente Vargas Av. Presidente Vargas, 435 – Sala 2104
Centro – São José Rua São José, 40 – sobreloja
Copacabana – N. Sra. de Copacabana Av. Nossa Senhora de Copacabana, 1171
Copacabana – Siqueira Campos Rua Siqueira Campos, 59 (sobreloja)
Ilha do Governador – Hortifruti Estrada do Galeão, 2.220  (dentro do Hortifruti Jardim Carioca)
Ipanema – Galeria Ipanema 2000 R. Visconde de Pirajá, 547 Ljs 211, 212 e 223 (Galeria Ipanema 2000 – 2º piso)
Jacarepaguá – Freguesia Shopping Main Street – Estrada dos Três Rios, 200 Bl 1 Ljs 106/107
Jacarepaguá – Pechincha Rua Lopo Saraiva, 179 – Bloco 03 Slj 204/205/206
Jacarepaguá – Taquara Av. Nelson Cardoso, 1.149 / SL 226 a 228
Largo do Machado Rua do Catete, 311 / 318
Largo do Bicão Estrada Padre Roser, 42, loja 101 – Vila da Penha
CID Leblon Av. Ataulfo de Paiva, 669 – 1º andar
Madureira Estrada do Portela, 278 – loja B
Méier – Carolina Méier Rua Carolina Méier, 34
Méier – Dias da Cruz Rua Dias da Cruz, 330
Méier – Manuela Barbosa Rua Manuela Barbosa, 01 sls. 305/306/307
Penha Leopoldina Shopping – Av. Braz de Pina, 148 – Salas 408/409/410
Realengo Av. Santa Cruz, 935 – Loja C
Recreio dos Bandeirantes Av. Alfredo Balthazar da Silveira, 96 – sala 201
Santa Cruz Rua Felipe Cardoso, 14 – Loja B
Shopping Tijuca Shopping Tijuca – Av. Maracanã, 987 – Bl 01 – 7º andar
Tijuca – Conde de Bonfim Rua Conde de Bonfim, 334
Tijuca – Largo da Segunda-Feira Rua Haddock Lobo, 396 / Loja B
Tijuca – Praça Saens Peña I Rua General Roca, 778 sls 706/ 707/708
Tijuca – Praça Saens Peña II Rua Pinto de Figueiredo, 31 – Loja A
Vila Isabel I Blvd. 28 de setembro, 44 / 805
Vila Isabel II Blvd. 28 de Setembro, 229 A
Vila Valqueire Shopping Center Point Valqueire: Rua Luis Beltrão, 160  Lj. 215 e 216

Mais informações
Consulte nosso atendimento pelo telefone (21) 2672-7070.

Sífilis tem novo fluxo diagnóstico

Infectologista do Sérgio Franco explica nova metodologia

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A sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST) capaz de infectar praticamente todos os órgãos e tecidos, provocando as mais variadas manifestações clínicas. A transmissão se dá por contato sexual, por meio de pequenas lesões na pele e nas mucosas, genitais ou extragenitais. Raramente é transmitida por transfusão sanguínea ou pela placenta.

Vale ressaltar que esta é uma doença altamente transmissível, sem vacina, e cujo tratamento é curativo. Mas, para tanto, é necessário diagnóstico precoce, que é sempre clínico-laboratorial, mas o exame agora tem uma nova metodologia, que reúne dois tipos diferentes de abordagem simultânea, tornando a confirmação da doença mais efetiva.

De acordo com Alberto Chebabo, médico infectologista do Sérgio Franco Medicina Diagnóstica, os testes de análise devem ser cuidadosamente avaliados em todas as fases. “Os exames são usados rotineiramente e podem ser de duas categorias. A primeira – teste não treponêmico – é a mais importante, pois estabelece o diagnóstico, que, quando positivo, pode ser usado para verificar a eficácia do tratamento. O resultado é obtido depois de quatro a seis semanas de infecção ou uma a três semanas do aparecimento da lesão primária (cancro)”.

“No entanto, esse exame não é específico, pois pode dar positivo também para doenças causadas por outros treponemas e agentes infecciosos, como malária, mononucleose infecciosa, lepra, doenças do tecido conjuntivo e autoimunes e hepatite C”, explica ele. A segunda categoria são os testes treponêmicos, nos quais o antígeno é o próprio treponema ou suas proteínas, com as quais os anticorpos reagem.

A novidade é que os laboratórios estão reformulando o fluxograma dos testes de sífilis e, agora, realizam os dois tipos de exame ao mesmo tempo. “Essa decisão foi tomada para se obter um diagnóstico mais preciso e rápido, tanto da doença ativa quanto de cicatrizes de doença prévia”, esclarece o especialista, que salienta que se percebe um aumento no número total de casos em diferentes regiões do país. No Brasil, as estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre infecções de transmissão sexual na população sexualmente ativa mostra a sífilis como uma das doenças mais comuns, que atinge quase 940 mil pessoas.

Como é feito o diagnóstico da febre Chikungunya?

Infectologista explica as diferenças entre doenças transmitidas pelo mesmo mosquito. Entenda as...

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Com sintomas semelhantes e mesmo transmissor que o vírus da Dengue, a febre Chikungunya já afetou mais de mil brasileiros. Os dados mais recentes do Ministério da Saúde registram 115 casos confirmados por critério laboratorial e 991 por critério clínico-epidemiológico. O primeiro caso da doença viral foi confirmado em agosto deste ano.

De acordo com Alberto Chebabo, infectologista do Sérgio Franco Medicina Diagnóstica, ambas as doenças são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. A diferença está no vírus que é transmitido, o que leva a sintomas diferenciados. “O quadro clínico inicial, com febre e dores de cabeça, é idêntico. O que diferencia é basicamente o tipo de dores no corpo. Na Dengue, o paciente tem mais dores musculares, e na Chikungunya, dores articulares, que inclusive podem se prolongar por semanas nos casos mais complicados”, revela o médico.

Estas diferenças tênues levam o médico a pedir, além do exame clínico, exames laboratoriais para o diagnóstico correto. “O resultado da detecção por PCR indica a presença do vírus CHIKV, diagnosticando o paciente como portador do vírus. Já a sorologia IgG e IgM, caso reagente, indica a presença de anticorpos contra o vírus Chikungunya ou CHIKV, diagnosticando que o paciente foi ou está infectado pelo vírus”, explica o infectologista.

Preparo para os exames

Ambos os exames são realizados por meio de uma coleta de sangue sem necessidade de qualquer preparo prévio ou jejum. Recomenda-se, entretanto, que, como na Dengue, se espere pelo menos até o quinto dia do início dos sintomas para realizar a sorologia, já que ela depende da presença de anticorpos contra o vírus. Já no caso do PCR, a recomendação é que seja coletado nos primeiro dias após início dos sintomas, pois a positividade deste exame cai após a primeira semana de doença.

Previna-se

As semelhanças entre as duas doenças vão além dos sintomas e do mosquito transmissor. As principais formas de prevenir a Chikungunya são as mesmas do combate à Dengue. “Já que o vetor é o mesmo, temos que reforçar os cuidados de sempre para combater o mosquito. Evite o acúmulo de água parada. Para isso, encha os pratinhos de plantas com areia, mantenha lixeiras, vasos sanitários e caixas d’água fechadas, recolha os entulhos do quintal e mantenha as piscinas cobertas”, conclui o especialista.

O médico ainda ressalta que, ao sinal dos sintomas, o paciente deve procurar um médico. “É muito importante a consulta com o especialista se aparecer algum dos sintomas. Dessa forma, o paciente será encaminhado aos exames e o diagnóstico será feito. Quanto antes a doença for descoberta, menores as complicações e maiores são as chances de o tratamento ser bem sucedido”, afirma o infectologista.

Entenda o que são e para que servem os Telômeros

Ideal para quem busca uma vida plena e longa, a alimentação aliada ao estilo de vida saudável é um dos...

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O Jornal Nacional, da Rede Globo, fez uma reportagem sobre um estudo publicado no British Medical Journal a respeito da importância da dieta mediterrânea como receita de longevidade. Isto porque a mistura de vegetais, azeite, peixe fresco e frutas podem manter as pessoas geneticamente mais jovens, uma vez que o consumo destes alimentos está relacionado ao encurtamento dos Telômeros.

Os Telômeros são sequências repetitivas de DNA que existem nas extremidades de todos os cromossomos humanos. O encurtamento destas células está relacionado aos hábitos de cada indivíduo, e faz parte do ciclo natural da vida. A dieta mediterrânea ajuda a reduzir o encurtamento dos telômeros e com isso retarda o envelhecimento e reduz o risco de doenças cardíacas

Com a função de proteger e separar os cromossomos, os telômeros são semelhantes à capa plástica de cadarços de sapato, que impedem que o cadarço desfie, estrague e perca sua função. Em cada célula humana existem 23 pares de cromossomos, portanto, 92 telômeros (um em cada extremidade de 46 cromossomos no total).

O Teste para Medição dos Telômeros é realizado por meio de uma coleta simples de sangue. Ele pode ser requisitado por especialistas das áreas de geriatria, nutrologia, endocrinologia, dermatologia, entre outras. A partir do sangue, se extrai a célula (glóbulos brancos nucleados – Linfócitos T) para estudo do cromossomo e é possível analisar a extensão dos telômeros por uma metodologia de alta sensibilidade e última geração.

O teste também pode ser utilizado em função da estética, pois reflete indiretamente na melhoria da qualidade de vida. Após a realização do exame, com o auxílio do resultado, os especialistas podem sugerir medidas para ajudar as pessoas a lidarem com os “pneuzinhos” indesejados, por exemplo, influenciando o paciente a prezar cada vez mais pela sua qualidade de vida e bem estar.


Confira abaixo tudo que o exame pode revelar:

·         Bom índice de telômeros, bom estilo de vida: é a confirmação de que as ações escolhidas e hábitos de vida adotados estão funcionando;

·         Índice de telômeros insatisfatório, estilo de vida insatisfatório: indica a necessidade de mudanças nos hábitos de vida e evidencia o envelhecimento interno antes do surgimento de doenças externas;

·         Índice de telômeros insatisfatório, bom estilo de vida: neste caso, é necessário verificar com atenção o estilo de vida adotado (qualidade dos alimentos ingeridos, excesso de exercícios, estresse, entre outros) e fazer um diagnóstico mais profundo (há deficiências nutricionais subclínicas? Existe sensibilidade alimentar? É necessário iniciar algum tipo de terapia de reposição hormonal?).

O teste está disponível há mais de um ano no laboratório Sérgio Franco/CDPI. Vale lembrar que para realização da medição dos telômeros é preciso o pedido de um médico, já que o laudo necessita da interpretação e acompanhamento de um especialista.

Saiba mais sobre os nossos serviços em: http://portal.sergiofranco.com.br/

Estou grávida e agora?

Tudo o que você precisa saber sobre o pré-natal.

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Quando uma mulher descobre que está grávida, é hora de pensar no pré-natal! É por meio deste acompanhamento médico que se cuida da saúde tanto da futura mãe, quanto do bebê, garantindo uma gravidez mais saudável, eliminando possíveis riscos durante o parto e permitindo diagnosticar complicações ainda em suas fases iniciais.

Para dar início ao pré-natal, é preciso escolher um ginecologista, caso a paciente não tenha um. Manter um bom relacionamento com esse profissional ajuda a deixar a futura mãe mais segura e tranquila. Alguns especialistas são a favor da chamada gravidez de 12 meses, em que se aconselha aos pais que procurem ajuda médica antes mesmo de engravidar. Primeiro para tirarem dúvidas, depois para fazerem exames clínicos e laboratoriais para checar a saúde do casal.

Escolhido o médico, começa a fase dos exames. Exames de sangue costumam ser os mais solicitados, para checar se a mulher está com anemia ou algum tipo de infecção. O médico também pode pedir testes de glicose e indicativo de doenças, como HIV, rubéola, citomegalovírus, toxoplasmose, hepatite B e C e sífilis. Exames de urina e fezes também podem ser requisitados. Dependendo da saúde da mulher e se a gravidez é de risco, outros exames podem ser adicionados a essa lista. Parte deles podem ser repetidos durante a gravidez.

Outro exame importante e que deve ser feito ao longo de toda a gestação é o ultrassom. O ideal é realizar no mínimo três: no primeiro trimestre, para avaliar o tempo de gravidez e calcular a provável data do parto; no segundo trimestre, quando os órgãos do feto já estão formados e o último no terceiro trimestre, para acompanhar o crescimento do bebê. O médico pode pedir mais ultrassonografias dependendo das circunstâncias. É também importante fazer consultas regulares ao ginecologista. E aproveitar com tranquilidade esta nova etapa da vida!

A importância da mamografia

Prevenção e exames devem ser feitos a partir dos 35 anos.

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As mulheres vivem dias atarefados, com duplas e até triplas jornadas e assim quase não sobra tempo pra cuidarem de si. Mas a saúde feminina precisa estar sempre em primeiro plano para que as outras tarefas possam ser desempenhadas com sucesso. E os exames de mama são essenciais para as mulheres, especialistas na área alertam que fazer os exames e se prevenir é o melhor caminho para evitar diversas doenças, inclusive o câncer de mama.

Este tipo de câncer é o segundo mais frequente no mundo e a estimativa do INCA (Instituto Nacional do Câncer) é que só neste ano sejam diagnosticados mais de 57 mil novos casos da doença. Ter bons hábitos podem diminuir sim os riscos da doença, mas os exames preventivos também são necessários. Quanto mais cedo o diagnóstico for feito, as chances de morte da paciente diminuem de 30 a 70%. Por isso, as mulheres que não têm casos de câncer na família devem realizar a primeira mamografia entre os 35 e 40 anos de idade e, a partir daí, repetir o exame anualmente até os 70 anos.

O processo é um pouco diferente para quem tem histórico da doença em parentes de primeiro grau. Qualquer mudança na mama deve ser acompanhada e os exames devem ser realizados dez anos antes da idade em que o parente foi diagnosticado. Ou seja, se a mãe teve câncer aos 35 anos, a filha deve começar a fazer a mamografia anual aos 25.

Para que você se sinta mais confortável durante a mamografia, apresentamos três dicas:

Evite agendar o exame logo antes ou depois da menstruação
Procure marcar a mamografia na segunda ou terceira semana do ciclo menstrual, além de seu exame ser mais detalhado, as mamas não estarão sensíveis devido às alterações hormonais.

Avise se tiver implantes de silicone
As próteses podem interferir no exame, por isso o radiologista deve ajustar as doses de radiação e também posicionar a paciente de maneira específica, para expor a maior área de tecido mamário e não os implantes.

Posicione-se de forma confortável
No momento do exame, o radiologista irá te posicionar da melhor forma, mas, caso esteja sentindo-se desconfortável, avise o especialista. Você precisará ficar relaxada e imovel durante toda a radiografia para impedir que o resultado seja prejudicado.

A ultrassonografia ou ressonância magnética não substituem completamente a mamografia, que continua sendo a melhor opção para diagnosticar precocemente o câncer de mama. E lembre-se de sempre levar resultados de exames anteriores para que o médico radiologista possa comparar e analisar possíveis mudanças.

Médica dá 7 dicas para quem precisa fazer um exame de sangue

Nem sempre é preciso passar de 8 a 12 horas em jejum

O seu médico prescreveu um exame de sangue, e agora? Para alguns, isto significa ansiedade e preocupação, medo de descobrir algum problema. Para outros, é sinônimo de aborrecimento – fazer jejum, ficar na sala de espera, passar pela picadinha da agulha. Mas não precisa ser assim. No primeiro caso, a recomendação é respirar fundo e deixar a preocupação para depois do resultado (pode não ser nada!). No segundo caso, a endocrinologista Dra. Rosita Fontes, médica do laboratório Sérgio Franco, dá algumas dicas interessantes:

1)   O jejum nem sempre é necessário

Segundo Rosita, “o jejum não é necessário para muitos exames. Alguns podem até necessitar de uma dieta especial, mas o que vai determinar essa prática será o método de realização, por isso é muito importante se informar antes da realização dos exames”. Geralmente o jejum é indicado para exames que podem ter resultados alterados pela alimentação, como glicose e triglicerídeos. Pergunte todos os detalhes no momento em que o exame for marcado.

2)   Alguns exames dispensam o jejum

Ao contrário do que muitos pensam, vários dos exames mais comuns não necessitam de jejum. É o caso do hemograma, da tipagem sanguínea, do teste de gravidez (beta HCG), do teste de plaquetas, do PSA (antígeno prostático específico), dos testes para todos os tipos de hepatite, dos exames para avaliação da tireoide (T3, T4 e TSH), das sorologias para rubéola e toxoplasmose e dos testes de ureia, creatinina, magnésio, cálcio, potássio, sódio, progesterona, bilirrubina e HIV, entre outros.

3)   Quando o jejum é necessário

Com o passar das horas sem comer, as reservas de glicose vão se esgotando rapidamente e outras fontes de energia, como proteínas e gorduras, passam a ser utilizadas para que o organismo se mantenha vivo. Quanto mais longo for o jejum, mais gordura e proteínas são consumidas. É por isto que, para alguns exames relacionados ao metabolismo de elementos como glicose e gorduras, há definições de tempo de jejum –  o valor de referência do exame foi padronizado com esse tempo.

4)   Boa notícia para as crianças

Poucas pessoas sabem que crianças menores de 6 anos não precisam fazer longos períodos de jejum. A coleta, nestes casos, é realizada o mais próximo possível da alimentação seguinte.

5)   Os exames não precisam ser feitos pela manhã

Como as pessoas preferem passar boa parte do jejum dormindo, é normal que a maioria vá para os laboratórios bem cedo. No entanto, exames que dispensam jejum ou que exigem apenas poucas horas sem comer podem ser feitos tranquilamente entre o intervalo de grandes refeições. Mas é preciso atenção: alguns exames, embora dispensem o jejum, precisam ser feitos em horários específicos. É o caso da dosagem de ferro e dos hormônios ACTH, cortisol e CTx, pois existem substâncias que sofrem variação ao longo do dia e atingem seu nível máximo pela manhã. Cortisol e ACTH devem ser coletados entre 7h e 9h, enquanto o exame de ferro precisa ser feito até às 10h.

6)   Cuidado com bebidas alcoólicas e tabaco

Quem fuma ou tem o hábito de consumir bebidas alcoólicas precisa ter um cuidado extra, pois alguns testes exigem abstinência por períodos específicos. É o caso, por exemplo, da dosagem dos triglicerídeos e da glicose – recomenda-se a abstinência de álcool por três dias.

7)   Quando a regra não se aplica

A palavra final deve ser sempre a do médico. Sempre que o especialista orientar um procedimento diferente do padronizado, em casos especiais, é importante que o paciente realize o exame conforme foi requisitado. Cabe à pessoa respeitar o estipulado, e ao laboratório atender à exigência.

Cuidado à prova de radiação

Seu uso mudou a realidade da medicina, mas a exposição excessiva pode trazer problemas de saúde,...

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A radiação está presente o tempo todo em nosso dia a dia. Seja por causa de exames ou na atmosfera. O gás radônio, por exemplo, é responsável por 50% da radiação que uma pessoa tem contato durante a vida. Ele é encontrado no meio ambiente e sua concentração pode ser elevada em ambientes fechados, proveniente do solo. A quantidade desse gás no ar muda dependendo dos pontos geográficos e, em países industrializados, chega a 3,0 mSv ao ano. Leia Mais

Rastreador de bactérias

Entenda como um exame que demorava semanas para ter seu resultado passou a ser feito em apenas alguns minutos

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O método clássico de identificação de bactérias e fungos é a cultura. Nessa técnica, os agentes patogênicos são cultivados em meio adequado para, após o crescimento, serem submetidos a testes de identificação. O problema é que uma cultura, a depender do patógeno, pode demorar várias semanas para se obter a identificação – um tempo por vezes de importância vital, em casos de fortes infecções.
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